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A restauração curou a galofobia de Pedro

A passagem do pecado para a restauração não é uma experiência de ordem apenas religiosa. Ela tem um grande valor emocional e psicológico. A pessoa liberta-se de um trauma, esquece-se do fracasso e da vergonha que ele causou. Sem a fantástica restauração pública de Pedro numa praia do mar da Galileia algum tempo depois da ressurreição do Senhor e algum tempo antes de sua ascensão, Pedro não teria sido curado, digamos, de sua galofobia. Todas as vezes que o apóstolo acidentalmente via um galo ou ouvia o cantar de um galo, ele, com toda razão, lembrava-se de tudo que havia acontecido na madrugada da Sexta-Feira da Paixão e entrava em depressão. Mas, depois que Jesus lhe deu a oportunidade de declarar o seu amor por ele três vezes na presença dos demais membros do colégio apostólico e depois que lhe disse: “Tome conta das minhas ovelhas”, Pedro não entrava em pânico nem se perturbava quando um galináceo qualquer passava na sua frente. A cura proporcionada por Jesus inclui a certeza dada a Pedro de que ele não havia sido demitido de seu ministério.

Os psicólogos deveriam valer-se também de experiências religiosas sadias e equilibradas no tratamento de seus clientes.

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