Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Capa

A diversidade da restauração

 A restauração da saúde
É muito importante a restauração da saúde. A doença, em especial a doença sem cura, é um sofrimento enorme. Ela impõe limites, provoca dor, causa medo, rouba a alegria de viver e muito mais. Talvez haja mais vocacionados para cuidar da saúde do que vocacionados para cuidar da alma. Imagine-se a alegria do comandante do exército sírio ao ser curado de lepra (2Rs 5.14), a alegria do rei Ezequias ao ser curado daquela doença terminal (2Rs 20.7), a alegria da mulher encurvada por dezoito anos (Lc 13.13), a alegria da mulher hemorrágica por doze anos (Lc 8.44), a alegria do paralítico de Cafarnaum (Mc 2.12), a alegria do cego de nascença (Jo 9.7), a alegria do endemoninhado geraseno (Mc 5.15) e a alegria de muitos outros. A restauração da saúde está cada vez mais possível com o avanço de todas as áreas da medicina, principalmente quando se apela à misericórdia de Deus por meio da oração benfeita e fervorosa (Tg 5.15).

A restauração do corpo
É muito importante a restauração do corpo. A morte não é a última palavra, o último acontecimento, a última página. Antes, a morte é o último inimigo do ser humano a ser vencido por Jesus Cristo, aquele que tem todas as coisas sob seus pés (1Co 15.26). O que caracteriza a morte é a sinistra ruptura entre o corpo e o espírito. Quando ela ocorre, “o pó volta à terra, de onde veio, e o espírito volta a Deus, que o deu” (Ec 12.7). O desenlace do corpo com o espírito -- um divórcio muito esquisito -- nada mais é do que a destruição da “temporária habitação terrena” e a transferência do espírito para uma “casa eterna nos céus, construída não por mãos humanas” (2Co 5.1). A fé cristã tem como absolutamente certa a restauração do corpo, a qual a Bíblia chama de ressurreição. Se negarmos a ressurreição do nosso corpo, obrigamo-nos a negar também a ressurreição do corpo de Jesus, porque uma está cimentada à outra (1Co 15.13). O corpo novo será incomparavelmente superior ao corpo anterior. Ele será revestido de incorruptibilidade (física e moral) e de imortalidade (1Co 15.53). A restauração é tal que o corpo da ressurreição será igual ao de Jesus (Rm 8.29-30; 2Co 3.18; Fp 3.20-21; 1Jo 3.2).

A restauração da criação
É muito importante a restauração da criação como ela era originalmente, antes da poluição provocada pela ignorância e irresponsabilidade do habitante do planeta. Há centenas de anos e especialmente nas últimas décadas, a ganância, o egoísmo, a competição, o consumismo e a loucura do ser humano têm causado danos enormes e irreparáveis à natureza. Temos colocado lixo nas profundezas dos oceanos e na órbita da Terra. A Bíblia chama isso de corrupção. Ao mesmo tempo, ela fornece a esperança de que, no fim, a criação será libertada, ou resgatada, ou emancipada, ou restaurada do cativeiro, ou da tirania, ou da escravidão dessa corrupção. Os cristãos esperam essa graça com “dores de parto”, isto é, ansiosamente ou com impaciência (Rm 8.18-25). O Deus que criou tem poder para recriar. O mínimo que se pode dizer é que ele estenderá outra vez a camada de ozônio. Despoluirá rios, lagos, mares, praias e oceanos. Replantará a flora e recriará a fauna. Como resultado, os céus e a terra serão refeitos, como lembra o apóstolo Pedro (2Pe 3.13). O incrível é que essa restauração ecológica, ou cósmica, será feita “para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (Rm 8.21)!

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.