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Capa

Uma pequena cruz vazada para uma multidão de jovens

Mais de 450 anos depois de José de Anchieta (1534--1597) não ter feito referência explícita à ressurreição de Jesus em seu catecismo (“O Diálogo da Fé”), todos os 420 mil participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ, Rio 2013) receberam da Igreja Católica Romana um kit, chamado de Kit Peregrino, que continha, entre outros itens, uma pequena cruz vazada de madeira.

A cruz vazada foi desenhada pelo artista católico Jay J. Dungan e colocada no gramado da Universidade Gwynedd, uma escola católica nos arredores da Filadélfia, nos Estados Unidos. De lá ela veio para o gramado do Centro Evangélico de Missões (CEM), uma escola protestante que visa formar missionários biocupacionais, em Viçosa, MG. Além de estar na capa do livro “Não Perca Jesus de Vista” (Ultimato, 1997), o desenho da cruz vazada, gentilmente cedido pela universidade americana, chegou às mãos de muitas igrejas evangélicas e católicas no Brasil, graças à divulgação feita pela revista Ultimato.

A cruz vazada tem o grande valor de trazer à lembrança não só a morte, mas também a ressurreição de Jesus. Era essa a intenção do escultor. Segundo ele, durante dois mil anos temos retratado a cruz como símbolo eterno de sacrifício e dor milhões de vezes nas igrejas e nos lares do mundo inteiro. Enquanto isso, a ressurreição miraculosa de Jesus e o seu profundo significado -- tão importante como o seu sofrimento e morte -- raramente são retratados. Diante desse impasse -- diz Jay Dugan --, “eu retirei todo vestígio de sangue e agonia ao remover o seu débil corpo. A cruz é literal o suficiente para retratar a crucificação. No lugar dela, apliquei uma silhueta abstrata, uma declaração de que ele deixou a cruz e este mundo para preparar e aguardar nosso encontro com ele”.

O que aconteceu no Rio de Janeiro em julho de 2013 foi algo fantástico! A pequena cruz vazada que 420 mil jovens de 175 países receberam de lembrança vai enriquecer a fé deles em Cristo e levá-los a acreditar piamente naquelas palavras que ele dirigiu a João na ilha de Patmos: “Eu sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre! Tenho autoridade sobre a morte e sobre o mundo dos mortos” (Ap 1.18).

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