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Seções — De hoje em diante

Não ficarei empanturrado com o “não adulterarás” nem de estômago vazio com o “não furtarás”

Quem disse que o Senhor não se irrita com a injustiça social, com a ostentação dos novos ricos, com a má distribuição da riqueza? Eu estou suficientemente convencido de que acontece exatamente o contrário. Por isso, de hoje em diante, com o auxílio de Deus, abrirei meus olhos para essa questão. Os profetas, os evangelhos e as cartas são claros quanto a esse tipo de pecado. A maior parte dos pregadores tem chamado a minha atenção para os pecados do sexo -- o amor livre, a prostituição, o adultério, a pornografia, o homossexualismo --, indicando a conduta certa nesta área. Agradeço a Deus por isso, mas lamento muito o silêncio, a falta de clareza e de ênfase na outra pregação, não menos importante que a anterior. Já me disseram, mais no passado do que no presente, que a pregação da justiça social é coisa da Teologia da Libertação e do pensamento comunista. Estou empanturrado com o “não adulterarás” e de estômago vazio com o “não furtarás”.

Tenho lido a pregação do profeta Amós contra aqueles que maltratam os necessitados e exploram os pobres, contra aqueles que recebem suborno para impedir que se faça justiça aos pobres nos tribunais, contra aqueles que pisam os pobres e arruínam os necessitados da terra e contra aqueles que constroem verdadeiros palácios para si, que bebem vinhos em grandes taças e se ungem com os mais finos óleos, sem se importarem com os desgraçados que são seus vizinhos.

Percebo uma grande influência dos profetas menores e de Jesus Cristo na Carta de Tiago. O cristianismo é ativo e não passivo. Para fazer o que agrada a Deus e o que Deus aceita, o cristão precisa sair das quatro paredes de sua igreja e de sua casa e ir para as ruas e os becos da cidade “tanto” para anunciar as boas novas da salvação “como” para localizar os necessitados e os desempregados e socorrê-los em suas aflições. Entre estes, os órfãos, porque não têm pais, e as viúvas, porque não têm marido. É claro que os parentes, a sociedade e o governo precisam fazer alguma coisa. E a igreja, os irmãos na fé e na esperança, os que comem do pão e bebem do cálice juntos com eles não participam de nada? E se os parentes por parte do morto e da viúva forem injustos? E se a sociedade for injusta? E se o governo for injusto? Deixaremos os órfãos catando, no lixo dos ricos e nas lixeiras da prefeitura, alguma coisa para comer e algum agasalho para enfrentar o frio? Segundo Tiago, a religião dos que agem assim não é uma religião pura e verdadeira (Tg 1.27).

Eu pecarei menos se deixar de abençoar os desagasalhados e os famintos com aquela velha fórmula: “Que Deus os abençoe!”. Essa deveria ser uma bênção proibida, a bem deles e da igreja. Isso porque, se essa bênção não for proferida depois de eu fornecer roupa e comida aos necessitados, ela é vergonhosamente cínica. Tenho certeza de que não é muito bom somar o cinismo ao pão-durismo! Agravaria muito a minha culpa.

Por falta de profetas nesta área, demorei muito tempo a compreender que é pecado “tanto” trair o cônjuge “como” deixar o irmão de estômago vazio! De hoje em diante, certamente, as coisas serão diferentes, pela graça de Deus!

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