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Notícias — Conexões

“Está doente porque não come”

“Está doente porque não come.” A frase é de uma médica brasileira ao examinar uma menina haitiana no país mais pobre das Américas e que ainda sofre as consequências do terremoto que o arrasou em janeiro de 2010. Após exames, o diagnóstico foi fácil, mas não menos trágico: comer apenas uma vez por dia não faz bem à saúde.

A médica estava entre os quase 150 jovens, divididos em três equipes, que estiveram no Haiti em outubro de 2013, em três momentos diferentes, com o projeto “Tour of Hope”, da Junta de Missões Mundiais (JMM). As equipes tinham nomes sugestivos: “Amor”, “Fé” e “Esperança”.

Os voluntários se cadastraram por e-mail ou por meio da própria JMM. Um dos líderes de equipe, Cláudio Elivan, diz que o “número de voluntários tem crescido, mas ainda falta muito mais gente se envolver”.

Os jovens evangélicos brasileiros levaram esperança por meio de atos concretos de bondade em nome de Jesus Cristo: construíram casas, ajudaram a curar doentes, deram de comer, brincaram com as crianças, ensinaram a cozinhar etc. Além disso, receberam no acolhimento das igrejas locais a chance de ajudar os haitianos a enfrentarem, a longo prazo, a dureza da vida. “Realizamos ações de atendimento às comunidades, mas também de formação” -- ressalta Cláudio.

Pode parecer pouco diante de tanta necessidade. Porém, nunca despreze o pouco a serviço da poderosa obra da reconciliação de Deus.

Curtas
O Haiti é aqui

“Amem os estrangeiros, pois vocês mesmos foram estrangeiros no Egito” (Dt 10.19). Esta lembrança bíblica fez diferença para alguns membros da Igreja Presbiteriana Independente de Curitiba (IPIC), PR. Eles conheceram um grupo de dez haitianos que chegaram ao Brasil em busca de emprego. Fizeram refeições juntos por dois meses e conheceram as histórias uns dos outros. A experiência encorajou tanto os brasileiros que eles já pensam em envolver pastores e diáconos da igreja local para ajudar -- com cursos de português, por exemplo -- o crescente número de haitianos que chegam a Curitiba.

A Bíblia que respira missões
Mais de cinquenta estudiosos do Brasil e de outros países da América Latina participam de uma empreitada e tanto: produzir a Bíblia Missionária de Estudo (BME), com centenas de notas e dezenas de reflexões missionárias para os dias atuais. A ideia surgiu em 2001, tomou corpo em 2009 e agora está em sua fase final.

Com a coordenação do jornalista Jamierson Oliveira e do missiólogo Timóteo Carriker, e o apoio da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), a Bíblia deve ser concluída no início de 2014 e lançada durante o Congresso Brasileiro de Missões (CBM), em outubro.

Rede Cegonha Indígena
Se antes o parto era algo perfeitamente natural para as indígenas, agora, em muitos casos, ele envolve intervenções cirúrgicas e ambiente hospitalar estranho. É o caso de grávidas das etnias Guarani, Terena e Kaiowá, do Mato Grosso do Sul. Contra essa tendência de cesárias, a Missão Evangélica Caiuá, de Dourados, é uma das integrantes da Rede Cegonha Indígena. Um dos projetos da missão, com o apoio de governos, é implementar a Casa de Parto Indígena, que contará com parteiras e profissionais que falam a língua das pacientes.

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