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Capa

As muitas ênfases dadas a Jesus para que não o percamos de vista

No primeiro livro da Bíblia
No livro de Gênesis, logo após a Queda, Deus menciona a hostilidade fundamental entre o bem e o mal, entre a vida e a morte, entre o bem-estar e o sofrimento, entre o ser humano e a serpente. Mas acende também o primeiro clarão da salvação, o chamado protoevangelho. De fato, nessa guerra, a serpente consegue ferir o calcanhar do descendente da mulher, mas este esmaga a cabeça da serpente e põe um ponto final ao milenar conflito (Gn 3.15). O Novo Testamento deixa entrever que o vencedor do diabo só pode ser o Senhor Jesus Cristo: “O Filho de Deus entrou em cena para destruir os caminhos do diabo” (1Jo 3.8, AM).

No Antigo Testamento
Depois de ter curado o paralítico que por 38 anos viveu próximo ao tanque de Betesda, Jesus encontrou-se com ele no pátio do templo e fez duas afirmações enfáticas à liderança religiosa de Jerusalém sobre a sua presença nas Escrituras existentes até então. Na primeira, ele declarou: “São as Escrituras que testemunham a meu respeito” (Jo 5.39, NBV). Na segunda, Jesus foi ainda mais enfático: “Se vocês acreditassem em Moisés, acreditariam também em mim, porque ele escreveu a meu respeito” (Jo 5.46).

Se os cinco primeiro livros da Bíblia -- os mais distantes na linha do tempo -- atribuídos a Moisés, falam de Jesus muito antes de seu advento, quanto mais os livros dos profetas maiores e menores, que foram os últimos a serem escritos! Há muitos vislumbres a respeito de Jesus em quase todo o Antigo Testamento e não poucas profecias que só se aplicam a ele. Os Salmos, por exemplo, informam que seus pés e mãos seriam traspassados, suas roupas seriam repartidas e a túnica sem costura seria sorteada, como de fato aconteceu (Sl 22.16, 18; Jo 19.23-24). Quem lê o trecho de Isaías que narra o sofrimento e a vitória do servo de Deus (Is 52.13--53.12) tem a vívida impressão de que há um repórter ao pé da cruz registrando e explicando todos os eventos da sexta-feira da Semana da Paixão. Outro exemplo: o profeta Miqueias deixou bem claro o lugar do nascimento de Jesus: “Belém-Efrata, você é uma das menores cidades de Judá, mas do seu meio farei sair aquele que será o rei de Israel” (Mq 5.2).
A incredulidade e a má vontade dos judeus explicam a não aceitação de Jesus como o Messias prometido no Antigo Testamento.

No testemunho de João Batista
Ao ver Jesus vindo em sua direção, João Batista exclamou: “Aqui está ele, o Cordeiro pascal de Deus! Ele perdoa os pecados do mundo! Este é o homem de quem eu falei. Aquele que viria depois de mim, mas de fato é superior a mim” (Jo 1.29-30, AM).
Pouco depois, João volta a chamar a atenção para Jesus: “O que está acontecendo com Jesus me faz ficar completamente alegre. Ele tem de ficar cada vez mais importante, e eu, menos importante” (Jo 3.29-30).

No prólogo do quarto Evangelho
As poucas palavras de João sobre Jesus no início de seu Evangelho não poderiam ser mais enfáticas: no princípio mais remoto da história, antes mesmo de o universo ser criado, Jesus já existia. Ele estava com Deus e era Deus. Sem ele, absolutamente nada do que se fez seria feito. Se isso não bastasse, esse ser altamente divino desceu até nós e se tornou tão homem quanto nós (Jo 1.1-3)! Não há outro resumo tão completo e tão glorioso sobre Jesus como o de João!

No testemunho do próprio Pai
Em duas ocasiões distintas, à margem de um rio e no alto de uma montanha, Deus fez soar a sua voz do céu e exclamou a respeito de Jesus: “Este é o meu Filho querido” (Mt 3.17; 17.5). No episódio da transfiguração, o Pai acrescentou: “Escutem o que ele diz” (ou “dê a ele toda a atenção”, em outra versão).

No ministério do Espírito Santo
Na reunião realizada no Cenáculo, Jesus deixou bem claro aos discípulos que, quando a promessa do Pentecostes se cumprisse, o Espírito Santo os faria lembrar de tudo que ele, o Senhor, havia dito (Jo 14.26), além de falar a seu respeito (Jo 15.26) e de glorificá-lo (Jo 16.14).

Nos sete exclusivos “Eu sou” de Jesus
Eu sou o Pão da Vida (Jo 6.35).
Eu sou a Luz do Mundo (Jo 8.12).
Eu sou a Porta das Ovelhas (Jo 10.7).
Eu sou o Bom Pastor (Jo 10.11).
Eu sou a Ressurreição e a Vida (Jo 11.25).
Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).
Eu sou a Videira Verdadeira (Jo 15.1).

No testemunho dos demônios
Os demônios estão mais por dentro da cristologia bíblica do que os pecadores não convertidos e, até mesmo, do que muitos pecadores convertidos.

O endemoninhado da sinagoga de Cafarnaum disse a Jesus: “Nós não queremos nada com você, Jesus de Nazaré. O senhor veio para nos destruir. Eu sei quem o senhor é: o Santo de Deus” (Lc 4.34, NBV).

O endemoninhado gadareno gritou para o Senhor: “Jesus, Filho de Deus Altíssimo! O que o Senhor quer de mim? Em nome de Deus eu peço: não me castigues” (na versão de Mateus: “O Senhor veio aqui para nos castigar antes do tempo?”).

A moça dominada por um espírito mau que adivinhava o futuro andava atrás de Paulo, Silas e Lucas, na cidade de Filipos, e gritava para todo mundo ouvir: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo e anunciam como vocês podem ser salvos” (At 16.17).
Tiago assevera que “os demônios também creem e tremem de medo” (Tg 2.19).

No testemunho dos apóstolos
Em seus discursos (no livro de Atos) e em seus escritos (nas Cartas), os apóstolos declaram enfaticamente:

Deus ressuscitou Jesus, livrando-o do poder da morte, porque não era possível que a morte o dominasse (At 2.24).

A salvação só pode ser conseguida por meio dele. Pois não há no mundo inteiro nenhum outro que Deus tenha dado aos seres humanos, por meio do qual possamos ser salvos (At 4.12).

Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus. Mas, pela sua graça e sem exigir nada, Deus aceita todos por meio de Cristo Jesus, que os salva. Deus ofereceu Cristo como sacrifício para que, pela sua morte na cruz, Cristo se tornasse o meio de as pessoas receberem o perdão dos seus pecados, pela fé nele (Rm 3.23-25).
A verdade é que Cristo foi ressuscitado, e isso é a garantia de que os que estão mortos também serão ressuscitados (1Co 15.20).

É por meio de Cristo que todos nós, judeus e não judeus, podemos ir, pelo poder de um só Espírito, até a presença do Pai (Ef 2.18).

Existe um só Deus e uma só pessoa que une Deus com os seres humanos -- o ser humano Cristo Jesus, que deu a sua vida para que todos fiquem livres dos seus pecados (1Tm 2.5-6).

Jesus é o Grande Sacerdote de que necessitamos. Ele é perfeito e não tem nenhum pecado ou falha. Ele foi separado dos pecadores e elevado acima dos céus. Ele não é como os outros Grandes Sacerdotes; não precisa oferecer sacrifícios todos os dias, primeiro pelos seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele ofereceu um sacrifício, uma vez por todas, quando se ofereceu a si mesmo (Hb 7.26-27).
Vocês sabem o preço que foi pago para livrá-los da vida inútil que herdaram dos seus antepassados. Esse preço não foi uma coisa que perde o seu valor como o ouro ou a prata. Vocês foram libertados pelo precioso sangue de Cristo, que era como um cordeiro sem defeito nem mancha (1Pe 1.18-19).

Se alguém pecar, temos Jesus Cristo, que faz o que é correto; ele nos defende diante do Pai. É por meio do próprio Jesus Cristo que nossos pecados são perdoados. E não somente os nossos, mas também os pecados do mundo inteiro (1Jo 2.1-2).

No último livro da Bíblia
No livro de Apocalipse, Jesus é...

Aquele que nos ama e que, pela sua morte na cruz, nos livrou dos nossos pecados (1.5).
Aquele que é, que era e que há de vir (1.8).
Aquele que vive, que esteve morto, mas agora está vivo para todo o sempre (1.18).
Aquele que tem autoridade sobre a morte e sobre o mundo dos mortos (1.18).
Aquele que morreu e tornou a viver (2.8).
Aquele que tem a chave que pertencia ao rei Davi, aquele que quando abre, ninguém fecha, e, quando fecha, ninguém abre (3.7).
Aquele por meio de quem Deus criou todas as coisas (3.14).
Aquele que é o leão da tribo de Judá, o famoso descendente do reio Davi, quem conseguiu a vitória e pode quebrar os sete selos do livro que ninguém em lugar algum poderia abrir (5.5).
Aquele que é o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim (22.13).
Aquele que é a brilhante estrela da manhã (22.16).

No Credo Apostólico
Há mais de 18 séculos, os cristãos católicos romanos, ortodoxos e protestantes repetem item por item o chamado Credo Apostólico, formulado pela comunidade de Roma no final do século 2º, acentuadamente cristocêntrico. Declaramos que cremos em Jesus Cristo...
Em sua concepção sobrenatural
Em seu sofrimento e crucificação
Em sua morte e sepultamento
Em sua descida ao Hades
Em sua ressurreição ao terceiro dia
Em sua ascensão ao céu
Em sua posição atual à direita de Deus
Em sua volta em poder e muita glória

Na datação do tempo
Desde o século 8º, temos colocado o nascimento de Cristo no centro da história, mesmo em países de cultura não cristã. Para identificar o que se deu antes do primeiro Natal, dizemos que o fato aconteceu no ano tal antes de Cristo, usando as iniciais a.C. O que se deu depois, dizemos que o fato aconteceu depois daquele evento central, usando as iniciais d.C. (depois de Cristo). Nesse último caso, podemos usar outras siglas, como A.D. (“Ano Domini” ou Ano do Senhor Jesus Cristo), E.C. (Era Comum ou Era Cristã) e a.E.C. (antes da Era Comum). No século 18, usava-se mais a expressão “Anno Salutis” (no ano da salvação) e suas formas mais elaboradas, como “Anno Nostrae Salutis” (no ano da nossa salvação), “Anno Salutis Humanae” (no ano da salvação dos homens) e “Anno Raparatae Salutis” (no ano da consumada salvação).
Além dessa referência oficial a Cristo, o nome do primeiro dia de cada semana é chamado de “domingo”, que nada mais é do que o “Dies Dominicus” (o dia que relembra a ressurreição de Jesus). Os dois feriados mais observados em grande parte do mundo apontam também para a pessoa de Jesus: o Natal (dia do nascimento do Senhor) e a Sexta-Feira “Santa” (dia da morte do Senhor).

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Se você não está atado a Cristo, você não é cristão

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