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O Estatuto da Diversidade Sexual é heterofóbico e cristofóbico

A comissão de Altos Estudos da Convenção Batista Brasileira, reunida em Aracaju, SE, no início do ano, em seu pronunciamento oficial a respeito do projeto de lei que versa sobre o Estatuto da Diversidade Sexual, fez, entre outros, os seguintes pronunciamentos:

“Quanto à homofobia, somos contra qualquer tipo de discriminação, desrespeito, abuso ou violência, seja contra quem for. Todavia, nos reservamos o direito constitucional (liberdade religiosa) de discordar da prática homossexual, por entender que é biblicamente pecaminosa e viola o padrão original de Deus para os seres humanos. O Antigo e o Novo Testamentos desaprovam severamente práticas homossexuais (Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1Co 6.9-10; 1Tm 1.9-10). Consequentemente, não aprovamos tais práticas”.

“Entendemos que o casamento, nos parâmetros bíblicos, salvaguarda os interesses das crianças. Adicionalmente, cremos que é direito de toda criança ter pai e mãe. Portanto, o Estado deve reconhecer e apoiar o matrimônio. Não concordamos com a criação de um novo modelo de casamento contrariando a Bíblia, a própria Constituição (art. 226) e o Código Civil (art. 1521). Por sinal, quebrada a normatividade do casamento heterossexual, os mais diferentes modelos poderiam ser propostos, tais como: casamento aberto, casamento incestuoso, casamento temporário, casamento poligínico, casamento poliândrico etc. Ministros religiosos não podem ser forçados a realizar e reconhecer uniões homoafetivas e devem ser respeitados em seus direitos humanos.”

“Defendemos que ministros religiosos e profissionais liberais devem ter assegurado o direito de ministrar tratamento a homossexuais que assim o desejem.”

“No que diz respeito a assegurar oportunidades de trabalho para não heterossexuais, entendemos que forçar empresas ou instituições a empregarem pessoas cujo comportamento ou crenças são contrárias à visão das citadas organizações constitui violação constitucional.”

“Finalmente, rejeitamos qualquer instrumento de coerção que nos force a concordar com as práticas institucionais e antibíblicas. Por sinal, vale enfatizar que esse Estatuto é inconstitucional, ilegal, heterofóbico e cristofóbico. Sabemos que, quando os poderes terrenos e divinos colidem, nossa obrigação é ‘obedecer a Deus, e não a seres humanos’ (At 5.29). Portanto, nenhum poder na terra -- seja cultural ou político -- nos forçará ao silêncio ou à acomodação.”

(Fonte: “Batista Pioneiro”, órgão oficial da Convenção Batista Pioneira do Sul do Brasil, abril de 2013)

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