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Novos Acordes

Novos acordes
Carlinhos Veiga

Bem-aventurados os chorões
Quem não gosta de um bom chorinho? Esse estilo musical é considerado a primeira música popular urbana típica do Brasil. Surgiu em meados do século 19, no Rio de Janeiro, e desde então se espalhou pelo país. O chorinho teve em nomes como Pixinguinha, Radamés Gnattali, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e tantos outros sua maior expressão. Hoje continua vibrante com uma nova geração que difunde essa arte por meios de regionais e rodas de choro.

Entre esses chorões está Jader Finamore, compositor e instrumentista. Ele estudou cavaco e trompete, mas, ultimamente, se dedica ao primeiro. Participou em dois regionais -- o “Choro Imodesto” e o “Tô Reinando”. Acompanhou artistas conhecidos, como Dudu Nobre, Beth Carvalho, Proveta, Maurício Carrilho, Toninho Carrasqueira. O que torna Jader um caso diferente é o fato de ser também teólogo. Um teólogo chorão! Muito embora não atue hoje no ministério pastoral, é membro da Primeira Igreja Batista de Louveira, São Paulo.

Recentemente Jader foi escolhido para exercer o cargo de chefe da Divisão de Cultura de Louveira. No mais, segue por aí tocando seu cavaco e dando palestras sobre a música popular brasileira.

Música cristã e brasilidade
O movimento que incentiva e divulga os artistas cristãos que trabalham ritmos brasileiros cresce a cada dia. Depois do Som do Céu, MG, Nossa Música Brasileira, SP, e Prosa & Canto, GO, surge o Congresso de Música Cristã e Brasilidade, promovido pela Terceira Igreja Batista de Campo Grande, MS. Esse congresso realizou em abril a sua segunda edição. A coordenação é da musicista Mariza Martins. Contatos pelo mariza.musica@gmail.com.

Pipa amarela
Liz Valente
Eu não sei se é pela bela paisagem que os inspira ou porque estar sobre as montanhas é estar mais perto do céu... eu não sei. Mas uma coisa é certa: Minas Gerais é prodigiosa em oferecer artistas talentosos. E está surgindo mais uma: Liz Valente. Ela acaba de lançar o “Pipa amarela”, seu primeiro álbum, com a produção de César Santos e Eneias Xavier e coprodução de Zilbinho de Paula. São ao todo doze faixas com uma pegada bem mineira. O CD começa muito bem com “Porta aberta” e a dançante “Dois”. A participação de Beto Guedes em “Vento vai” dá um toque especial. A arte gráfica, criada por Ana Cláudia Nunes e pela própria Liz, merece destaque pela criatividade em dobraduras que nos lembram uma pipa. Para adquirir, acesse lizvalente.bandcamp.com ou escreva para valente.liz@gmail.com.

Deus é bom
Banda Matizes
Banda Matizes é uma grande banda, em todos os sentidos. Formada por pelo menos onze integrantes, manda ver no som com grande qualidade. Fazem uma espécie de “soul music”, “black music”, com temperos brasileiros e jazzísticos. Traz em seu groove influências de Jamiroquai e Black Rio. Com uma cozinha respeitável (baixo, “batera” e percussão) e um meio de campo harmônico da pesada (guitarras e teclados), ataca com precisão nos metais. Isso sem contar os vocalistas, que dão o recado com segurança e estilo. “Deus é bom” é o segundo álbum da banda curitibana formada em 2004. No repertório, possuem músicas conhecidas das igrejas como “Infinitamente mais” (Asaph Borba) e “Deus de promessas” (Ronald Fonseca), mas a maioria é de composições autorais. Para entrar em contato, visite facebook.com/banda.matizes.

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