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Seções — Cartas

Cartas

Dinheiro demais, poder demais, pompa demais e marchas demais

Parabéns pela brilhante abertura da edição de maio/junho de 2013. Mais uma vez foi focado um assunto que permeia grande parte da igreja evangélica brasileira. Eu só acrescentaria que há “barulho” demais, “manifestações” demais. Vejo cada vez mais marchas para Jesus, marchas contra a descriminalização da maconha etc. Preocupa-me esta mobilização de massas para mostrar a “nossa força”. Pode até ter a sua validade, mas qual a sua eficiência? É uma forma tão descompromissada com o testemunho do evangelho. Quando a igreja brasileira vai despertar para a necessidade de um cristianismo comprometido com o evangelho? Há tanto barulho, porém há, de um modo geral, tanto analfabetismo em termos de conhecimento bíblico. Há tão pouca gente comprometida com o testemunho de sua fé no dia a dia. Há tanta falta de pessoas que oram. O estudo da Palavra é negligenciado. Precisamos de homens como Gideão, que silenciam diante de Deus.
Lodemar Schlemper, Blumenau, SC

O pecado da simonia

Sou pastora e gostaria de comentar o artigo do professor Alderi Matos sobre simonia. Respeito-o muito e tenho admiração por ele. Contudo, pergunto se não teria chegado a hora de deixarmos de criticar os ministérios uns dos outros. Causa-me um mal-estar quando vejo guerrinhas inúteis entre pastores que usam a televisão como meio de propagar o evangelho. A Bíblia diz que cada um vai prestar contas dos seus atos a Deus. Então acho que devemos deixar cada um dar andamento no seu ministério de acordo com o que o Senhor vai concedendo. Particularmente penso que todos que estão na televisão de alguma forma estão ganhando almas, e é para isso que devemos olhar. Erros? Existem, porém não vejo simonia em nenhum deles.
Débora Guedes, Goiânia, GO
-- Ultimato entende que a simonia é um problema muito sério e existe desde os tempos do Antigo Testamento, como se pode ver no artigo de capa “Cada vez mais ricos sem que haja outra explicação para a origem de tantos bens”. Mesmo que algumas pessoas possam vir a se converter, número muito maior está se fechando talvez para sempre ao evangelho e se tornando céticos e inimigos da fé. Daí o rápido e grande crescimento dos “sem religião”, fenômeno novo e de âmbito mundial. Jesus não se calou nem cruzou os braços diante do escândalo da simonia em seu tempo. Os reformadores também abriram a boca e mudaram a situação.

Rosalee Appleby

Li o texto sobre a missionária Rosalee Appleby, que influenciou o ministério pastoral de meus pais em Belo Horizonte (tenho uma irmã com o nome dela), e gostaria de ter acesso ao trabalho completo da dissertação. Gostaria de compartilhá-la com minha mãe, de 85 anos.
Elias Brito Júnior, Brasília, DF

Pergunte ao Ari

Considerei as respostas de Ari equilibradas. O problema é que às vezes ele é equilibrado demais, principalmente nas perguntas mais polêmicas.
Gabriel Morais, São Paulo, SP

Não vou correr atrás do vento

Quantas situações do nosso dia a dia e também dos nossos projetos de vida se enquadram no “correr atrás do vento”, e o pior é que deixamos as coisas que realmente valem a pena em segundo plano -- o reino de Deus, nossa família etc. Não vou dizer que fiz uma parada brusca nessa corrida, mas a partir de hoje estou desacelerando e buscarei olhar para aquilo que vale a pena.
Marcelo Fabris, Campo Verde, MT

Unidade no corpo

Ao ler o artigo “Por uma teologia da unidade do corpo”, de Bráulia Ribeiro, fiquei me perguntando por que somos assim. Estudei em colégio católico e desde cedo, como rotina, ia às missas de domingo na catedral católica de Duque de Caxias, RJ, onde moro até hoje. O tempo me levou à igreja batista, há mais de trinta anos. No entanto, nunca me deixei dominar pelo forte sentimento do “eles, os católicos”, como Bráulia definiu. Quando trabalhei com a Mocidade Para Cristo, uma organização à frente do nosso tempo em muitos sentidos, observei que pode -- e deve -- existir cooperação, respeito e amor fraterno com “eles”.
Washington Fazolato, Duque de Caxias, RJ

A unidade proposta pelo artigo de Bráulia não é tarefa simples no contexto brasileiro, pois unidade no Corpo sem unidade na teologia é uma contradição. Ao mesmo tempo em que Paulo nos pede para nos unirmos em amor, ele nos diz que divergências são importantes para aprovação de alguns e reprovação de outros (1Co 11.19). Já passou da hora de termos discussões mais sérias e propostas mais concretas para lidar com esse pluralismo absurdo que mais divide do que ajunta, que mais escandaliza do que edifica. O texto é um bom ponto de partida. Porém, não creio ser tão simples ignorar os problemas teológicos de alguns evangélicos e levantar a bandeira do amor sem critério algum.

Eric Araújo, Lavras, MG

Carros-pipa e cisternas

O prejuízo para a revista Ultimato pelas páginas 64 e 65 da edição de maio/junho será irreparável. A Aliança Cristã Evangélica Brasileira passou a mão no pecado de Gilberto Carvalho e Ultimato passou a mão no pecado da ACEB. E, por fim, “ficaram satisfeitos” com carros-pipa e cisternas, quando a transposição do São Francisco, abandonada, superfaturada e cheia de erros de projeto, vai por água (ironicamente) abaixo.
Lourival Filho, Salvador, BA

Igrejas, comunidades terapêuticas

Minha primeira crise de transtorno mental se deu há quase vinte anos. O primeiro nome que veio à mente de minha esposa, familiares e irmãos queridos que me assistiam foi o do doutor Uriel. Louvo a Deus por aquele atendimento emergencial e quero agradecer, ainda que com duas décadas de atraso, a este irmão que tem sido um instrumento de Deus numa área na qual muitas igrejas ainda claudicam. O artigo “Igrejas, comunidades terapêuticas”, do doutor Uriel Heckert, e todos os outros da edição de março/abril de 2013 deveriam ser leitura obrigatória para todos aqueles que pastoreiam o rebanho de Deus.
Jorge Luiz Lima, Niterói, RJ

Sou leitor de Ultimato, estou preso há quatro anos e hoje estou firme na Rocha, que é Cristo Jesus. Converti-me na prisão, minha alma é livre, mas preciso ajudar minha família, esposa, filhos, preciso recorrer à igreja urgentemente depois que li a matéria “Igrejas, comunidades terapêuticas”, de Uriel Heckert. Minha esposa faz parte de uma comunidade cristã que não tem essa visão terapêutica, pois é ainda pequena, e meu pedido é: adote esta família. Precisamos de acolhimento. Sou muito grato a Deus por ter me proporcionado Ultimato como base de inspiração para vários projetos que o Senhor Jesus tem me dado. Aqui na prisão tenho desempenhado o papel de igreja terapêutica – um dos projetos internos é o “Ouvido amigo”, com o lema “o que você está vivendo hoje já passamos também”. São milhares de testemunhos e experiências que trazem cura e mudança de vida.
Jasiel Ferreira, Sorocaba, SP

Deus espera nossas orações

Quero por escrito render graças a Deus pelo excelente trabalho que Ultimato vem desenvolvendo e informá-los que nos utilizamos de suas publicações para ensinar ao nosso povo, o Ministério Reobote. Realizamos uma tenda de oração em que nos orientamos pelo texto “Deus espera por nossas orações” (maio/junho de 2012). Obrigada.
Pastora Mara Cíntia, Aracaju, SE

Moçambique

Graças à gentileza de um amigo de Brasília, recebo sempre Ultimato. Leio com carinho e passo para outros obreiros da igreja. Levo-as comigo para as igrejas no norte do país e elas são muito úteis lá, onde é muito grande a carência de tudo que diz respeito à Bíblia e de literatura evangélica.
Armando José Firmo, Moçambique

O perigo da superficialidade

No início de minha carreira missionária, o sistema de comunicação era bem diferente do que temos hoje; o mundo parecia maior e as distâncias, mais longas. A minha comunicação com o Brasil era feita basicamente por meio de cartas. Uma carta levava até um mês para chegar ao Brasil. Íamos ao correio central para buscar as cartas e era uma alegria tão grande que líamos ali mesmo, sentados no meio-fio ou escadas. Sempre havia umas três ou quatro cartas, longas, com fotos, contando detalhes da vida etc. O mundo ficou menor, as distâncias encurtaram, a comunicação ficou praticamente de graça, mas, em vez de esses fatores aumentarem nossos laços com familiares, amigos e igrejas, eles os diminuíram. Hoje a maioria dos “e-mails” que recebo é “spam”, e os poucos que recebemos de amigos são muitas vezes superficiais. Este texto não é uma reclamação de nossos amigos. É apenas um texto para nos fazer refletir sobre o perigo da superficialidade nas relações e na comunicação, principalmente na causa missionária. Com o tempo, parece que a relação com o missionário se torna cada vez mais institucionalizada e vazia de relacionamento. O missionário vive não apenas de dinheiro e oração congregacional, ele vive também de relacionamento. Fui missionário na Índia por muitos anos. Agora sou missionário em Portugal, professor do Seminário Teológico Baptista e pastor da Igreja Evangélica Baptista em Cascais.
Luís Branco, Cascais, Portugal

Cruz vazada

Temos interesse em colocar a cruz vazada aqui em Biguaçu, SC. Em muitos lugares na região sul, a memória do Cristo morto está presente e esconde a realidade de que ele vive.
Matheus Santiago, Biguaçu, SC

Cartas da prisão

Estou preso pelo crime de latrocínio -- roubo seguido de morte. Hoje, porém, convertido e transformado pelo evangelho. Eu era um vaso quebrado e totalmente inútil e desonrado. Contudo, como o cego de nascença, fui restaurado pelo grande Oleiro! Oro por todos no mundo: drogados, ladrões, traficantes, estupradores, homicidas, prostitutas, para que eles venham a se converter ao verdadeiro caminho.
Ronaldo Rodrigues, Balbinos, SP

Estou agora no regime semiaberto do presídio Ataliba Nogueira. Peço que orem pelo projeto comunitário Missão Evangelizadora Unindo Pessoas no Amor de Cristo (MEUPAC).
Rovilson Alves, Campinas, SP

Vocês estão cumprindo a determinação bíblica “Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles” (Hb 13.3). No momento, estou no pavilhão hospitalar, isolado, para não transmitir tuberculose aos outros. A doença me faz perceber que nossa vida é muito frágil. Estou no evangelho há cinco anos. Foi a melhor coisa que me aconteceu. Jesus me transportou das trevas para a sua maravilhosa luz. Tenho amigos aqui que não têm vontade de viver por julgar que não há saída para eles. Quanto a mim, estou tentando aproveitar esta como se estivesse num seminário.
Vinícius Ferreira da Silva, Mirandópolis, SP

Comentários da web

A fé cartólica | Gladir Cabral | 18/3/2013
A espiritualidade se reconhece pelos que são espirituais. A arte, pelos corações sensíveis. O amor, pelos apaixonados. A música, pelos que amam. A beleza, pelos olhos daqueles que a desejam. E tudo isso junto, somente por aqueles que compartilham dos mesmos laços de fé e de esperança. Gostei desta visão “esperancêntrica” de Cartola.
Gilnei Kiel

Uma oração de mãe, 70 anos depois | Mãos Dadas | 13/5/2013
Precisamos de mais mulheres como dona Sebastiana. Que não se cansem de orar pelos filhos. Como vimos, as orações não têm prazo de validade e isto reforça que não devemos parar de orar pelos nossos.
Vanilda Costa

A vitória sobre a morte | O legado John Stott | 27/3/2013
Em poucas palavras Stott consegue sintetizar e expressar o cerne de nossa certeza e esperança. Certamente, no momento ele está vivenciando esta outra dimensão da vida cristã, que é a morte física e a vida plena com Cristo. Louvado seja o Autor da vida.
Roberto Flores

Aprender a esperar | Blog Taís Machado | 22/4/2013
Eu precisava ler esse texto hoje. “Esperar a noite da alma passar, o dia amanhecer, os raios de luz mostrarem novas perspectivas e renovarem os passos outrora cansados”. Essa frase falou fundo comigo. Obrigada pelo belo texto.
Ana Lúcia Bedicks

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