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Se celebridade, consumismo e competição não forem tratados, a igreja americana será sagrada apenas na aparência

O pecador não é o rei Davi, mas a igreja americana; o pecado não é o adultério, mas a celebridade, o consumismo e a competição; e o acusador não é o profeta Natã, mas o profeta Mike Breen.
 
Fica-se sabendo disso por meio do artigo “Obituary for the American Church” [Obituário da igreja americana], publicado na revista americana “Mission Frontiers”. Breen é um britânico residente nos Estados Unidos, onde lidera o 3DM, um movimento de discipulado bíblico. Antes de vir para a América, era reitor da St. Thomas Sheffield, uma igreja anglicana.
 
Quanto à “celebridade”, Breen diz que “o problema com muitos pastores é que eles tomam decisões, desenvolvem personagens e definem o sucesso com base naquilo que os tornará uma celebridade”.
 
Quanto ao “consumismo”, Breen acredita que “muitas de nossas igrejas são construídas para alimentar consumidores”. Para ele, “90% do tempo, da energia e dos recursos da igreja estão ligados a isso”. Diz que “a mentalidade do consumidor é oposta ao evangelho e ao chamado ao discipulado”. Discípulos não são consumidores, são agentes; e “Jesus se importava com os discípulos mais do que qualquer outra coisa”.
Quanto à “competição”, Breen afirma que não se encontra outra cultura mais hipercompetitiva do que a dos Estados Unidos. “A maior parte da igreja americana compete com a própria igreja”. A preocupação é: “Somos maiores do que eles? Temos mais influência do que eles? Temos o melhor ou maior grupo de jovens do que eles?”. Por causa disso, “96% do crescimento da igreja é devido a transferências de uma igreja para outra, e não devido a igrejas fazendo baixas no cerne do território do nosso inimigo”.
 
Certamente a igreja americana não vai morrer e deixar de existir, mas – conclui Mike Breen – “é totalmente possível que, se essas três questões cruciais (celebridade, consumismo e competição) não forem consideradas e tratadas, a igreja terá apenas uma aparência de sagrado, mas será espiritualmente apática”.

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