Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Capa

Saúde mental e trabalho

Ainda que não existam estudos brasileiros que forneçam a prevalência de transtornos mentais em todo o país, estimativas indicam que entre 19% e 29% devam apresentar algum destes transtornos num prazo de um ano. Dados existentes sobre a prevalência destes problemas entre os segurados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que requerem o benefício de auxílio-doença indicam percentuais um pouco mais baixos, que poderiam representar quadros psiquiátricos mais graves e/ou percebidos como incapacitantes para o trabalho. De todo modo, os transtornos mentais parecem ocupar o segundo ou terceiro lugar – logo após as doenças osteomusculares e alternando-se com as doenças cardiovasculares – entre as principais causas de afastamento de trabalho no Brasil.
 
A relação entre transtornos mentais e trabalho é complexa e multifacetada. Se um transtorno mental pode limitar a capacidade laborativa da pessoa, seu afastamento do exercício do trabalho limita sua realização pessoal. Pode-se também tomar a atividade laborativa como possível fator positivo para o prognóstico: o próprio trabalho pode ser parte fundamental do processo terapêutico e contribuir para a reinserção social dos que sofrem destes transtornos. Se, durante o início do tratamento, muitos precisam se afastar de suas atividades laborativas, a continuidade do tratamento – que geralmente é longo – não justifica, por si só, a persistência desse afastamento. Considera-se que uma abordagem que valorize o potencial laborativo de cada sujeito e o valor do próprio trabalho para a condição humana pode ter um importante papel na melhora clínica de pessoas em sofrimento mental.
 
Todavia muitos médicos e advogados costumam reforçar em seus clientes a noção de que qualquer doença seria, por si mesma, incapacitante. Este estímulo a um “papel de doente” pode contribuir negativamente para a recuperação, enquanto que o aconselhamento ao retorno ao trabalho tem mostrado melhores resultados para a saúde e a qualidade de vida destas pessoas.

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.