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Seções — Vamos Ler!

Vamos Ler!

A primeira edição de Um Ano com C. S. Lewis foi publicada em dezembro de 2005. Em 2009, foi lançada uma edição de bolso. E, após um ano fora do catálogo, ele está de volta. O livro é uma preciosa coletânea de leituras diárias das principais obras do famoso escritor irlandês, como: “Cristianismo Puro e Simples”, “Cartas de Um Diabo a seu Aprendiz”, “O Grande Abismo”, “O Problema do Sofrimento” e “Milagres”, entre outros. Textos curtos e precisos.
 
Este ano – quando se completam 50 anos sem Lewis – há uma série de eventos programados para honrar a sua memória, entre eles a inauguração de uma placa do escritor no Esquina dos Poetas, na Abadia de Westminster, em Londres. A Fundação C. S. Lewis realizará eventos nos Estados Unidos e na Inglaterra. Armand M. Nicholi Jr. recorda o que o periódico norte-americano “New York Times” disse sobre Lewis:
 
“No ‘New York Times’ de 25 de novembro de 1963, lia-se, em meio a diversos artigos sobre o assassinato de John F. Kennedy, a seguinte manchete: ‘C. S. Lewis morto: autor e crítico literário, aos 64’. Debaixo de uma foto e um artigo de várias colunas, o jornal fazia uma retrospectiva da sua vida prolífica, mencionando a sua reputação como estudioso brilhante, revendo algumas de suas obras acadêmicas e populares, que já haviam vendido milhões de exemplares, e notando que o seu sucesso como escritor deu-se após a sua mudança de visão de mundo, de ateu para crente”.
 
A cada dia é possível acompanhar Lewis em sua reflexão sobre temas como a descoberta da fé, a natureza do amor, o sofrimento, os milagres, a morte, entre outros. Além da peculiar sabedoria e profundidade do autor, o leitor vai encontrar também pequenos comentários sobre a vida de C. S. Lewis, que mostram o contexto em que foram escritas as suas obras.
 
Por Klênia Fassoni e Lissânder Dias
 
Lewis ficaria surpreso com o que se diz dele hoje
 
Em 1998, quando se comemorava o centenário do nascimento de C. S. Lewis, a professora Silvia Del Lana, a pedido de Ultimato, entrevistou o doutor James Houston, nascido em Edimburgo, em 1922. Ele foi professor de geografia em Oxford, época em que desenvolveu amizade com C. S. Lewis. James Houston é fundador do Regent College, em Vancouver, Canadá, onde hoje é professor de teologia espiritual. É autor de muitos livros, diversos deles publicados no Brasil pela Editora Palavra. A seguir, alguns trechos da entrevista:
 
Qual era então a sua impressão de C. S. Lewis?

Lewis gostava muito de estar num ambiente onde havia controvérsia e discussão. Era tão perspicaz e cheio de humor que nos deixava receosos de nos aproximar dele. Mas, na verdade, Lewis era muito tímido e discreto com sua própria vida emocional.
 
Dava para perceber na época a importância de C. S. Lewis?
Não. Não podíamos supor, então, que ele viria a ser tão importante como o é hoje. Naquele círculo de trinta pessoas, havia muitas mentes brilhantes. Mas agora, olhando para trás, sabemos que Lewis foi o escolhido de Deus naquele grupo. Tenho certeza de que ficaria chocado em ouvir tudo que se comenta a seu respeito hoje, pois, como já expliquei, o professor era muito tímido e reservado. Lewis tinha um par de sapatos marrom, uma calça de veludo marrom e uma jaqueta marrom que usou por uns quinze anos. A jaqueta estava sempre amarrotada na altura do colarinho.
 
C. S. Lewis tinha preferência por alguma de suas obras?

Em março de 1953, perguntei a Lewis qual seria a mensagem mais importante que ele teria comunicado em suas obras. A resposta imediata foi: “A Abolição do Homem” e a novela “Faces do Oposto”. A primeira é um panfleto que reúne três palestras que ele deu na Universidade de Newcastle. A essa altura, ele estava começando a refletir sobre o impacto da tecnologia sobre a sociedade: “Ao invés de comemorarmos a tecnologia que está surgindo, deduzimos que estamos com um futuro tenebroso à nossa frente, isto é, a despersonalização da humanidade por meio da tecnologia”. Nesse panfleto ele fala sobre a ameaça da tecnologia sobre o espírito, no que foi pioneiro e profético ao mesmo tempo.
 
Vítima, Sobrevivente, Vencedor. Apoio prático no caminho da cura
Débora Kornfield
208 páginas
Editora Esperança, 2012
Este livro é um convite para uma conversa aberta rumo ao reconhecimento da dor e da necessária restauração feito a adultos que tenham sofrido abuso sexual na infância. Suas palavras soam como um estímulo àquele que um dia foi vítima e que pela graça de Deus, além de sobrevivente, pode se tornar um vencedor. Com sugestões práticas de atitudes e com conselhos sobre como caminhar em direção à cura das emoções, a autora encoraja o leitor que tenha sido vítima de abuso sexual a abrir mão de uma vida solitária e possivelmente assombrada por tristes lembranças do passado, a reconhecer as próprias dores e escolher a restauração – processo que se faz acompanhado de pessoas amigas e sensíveis para compartilhar a dor com afeição e respeito, e que conduzam aquele que precisa de apoio a Jesus, de quem vem graça e misericórdia para a transformação. Como a questão do abuso sexual não diz respeito apenas às suas vítimas, o livro de Débora Kornfield pode ser também uma ferramenta para aqueles que estão envolvidos em ações de apoio a essas pessoas e suas famílias. Corrigir o que parece incorrigível e experimentar uma vida com relacionamentos saudáveis, alegre e sem culpa deve ser um processo que inclua paciência, perseverança e aceitação do amor incondicional de Deus.
 
Por Ariane Gomes

 
Sete Pecados Capitais. Navegando através do caos em uma era de confusão mental
Os Guiness
328 páginas
Shedd Publicações, 2006
O livro é basicamente uma coletânea de 51 textos transcritos e de frases de vários autores e épocas, que evidenciam a permissividade nos dias de hoje (“A garota fala dezoito línguas e não sabe dizer não em nenhuma delas”) e ilustram os pecados capitais, cuja definição histórica é recuperada. A cada pecado se contrapõe uma bem-aventurança: ao orgulho, a pobreza de espírito; à inveja, o lamento. 
 
A revolta de Salieri em seu monólogo contra o talento do “imoral” Mozart é uma amostra da inveja (Amadeus, de Peter Shaffer). Os documentos “Regras para compromissos corporativos”, de John Wesley, e “Como lidar com a maledicência”, de Charles Simeon – de 1752, porém atuais –, são ilustrativos da tentativa de conter a maledicência, “a filha bastarda da inveja”. O relato da romancista Mary Catherine Gordon (1949) quando diz “Tornei-me um animal [...], amedrontei meus filhos [...], fiquei irreconhecível” pode ser a nossa própria confissão quando tomados pela ira. O conto de Tolstoi “De quanta terra uma pessoa necessita” (1880), que ilustra a avareza, é perturbador. As palavras do bispo a João Valjean “Você é um novo homem”, que levam o condenado a exclamar mais tarde: “Sou um miserável!”, ilustram respectivamente a virtude da misericórdia e a da pobreza de espírito (“Os Miseráveis”, de Vitor Hugo).
 
O livro deixa claro que pecado é um modo de pensar e não só de agir. O autor adverte contra o moralismo, que “não executa a justiça como reivindica que faz”. A despeito do título, o livro é um atraente convite à virtude.
 
Por Klênia Fassoni

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