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O Espírito Santo em movimento no tempo dos juízes, dos reis, dos poetas e dos profetas de Israel

Dos juízes
 
Depois de longos quarenta anos de peregrinação, proteção e sobrevivência, o povo eleito chega a Canaã e toma posse da terra. Da morte de Moisés e de Josué até a instalação da monarquia, “não havia rei em Israel, e cada um fazia o que bem queria” (Jz 21.25). De vez em quando, surgia aqui e ali, nesta e naquela tribo, uma pessoa de destaque que era mais um líder militar do que um líder religioso. Apesar de suas imperfeições e apesar do período acentuadamente caótico em que viveram, esses homens tinham a assistência do Espírito Santo, cujo nome aparece oito vezes no livro de Juízes.
 
A história sagrada registra que certo homem, chamado Otoniel, provavelmente sobrinho de Calebe, “foi guiado pelo Espírito de Deus, o Senhor, e se tornou o líder de Israel” (Jz 3.10). Diz também que o mesmo Espírito dominou Gideão, um trabalhador rural, que se dizia “a pessoa menos importante” da família “mais pobre da tribo de Manassés” (Jz 6.15, 34) para que ele, com apenas trezentos homens, derrotasse os midianitas (Jz 7.7). O mesmo aconteceu com Jefté (Jz 11.29).
 
Sansão é o juiz de Israel que teve vida mais turbulenta. Era um rapazinho quando “o Espírito Santo começou a agir nele” (Jz 13.25). Três vezes se diz que o Espírito “tomou posse de Sansão” ou “fez com que Sansão ficasse forte” (Jz 14.6, 19; 15.14).
O Espírito Santo é soberano. Pelo menos no período dos juízes (1380–1050 a.C.), ele se apoderava de quem deveria se apoderar, guiava quem ele deveria guiar e enchia de força quem ele deveria encher.
 
Dos reis
 
O Espírito Santo é o executivo que manda e desmanda na história da monarquia de Israel. Ele se apossa de Saul (1Sm 10.6, 10; 11.6; 19.23), de Davi (1Sm 16.13), dos homens que Saul mandou prender Davi (1Sm 19.20), do oficial do exército Amasai (1Cr 12.18), de Azarias (2Cr 15.1) e de Zacarias (2Cr 24.20). O Espírito sai de um para falar a outro (1Rs 22.24). O Espírito não era uma pessoa desconhecida. Prova-o que Obadias, o fiel adorador do Senhor, admitiu que o Espírito do Senhor, por ser soberano, poderia levar o profeta Elias para qualquer lugar e em qualquer momento (1Rs 18.12).
 
Dos poetas
 
Jó é capaz de declarar: “Foi o Espírito de Deus que me fez e é o sopro do Todo-poderoso que me dá vida” (Jó 33.4), confirmando o que transparece na história da criação (Gn 1.26). Davi era familiarizado com o Espírito Santo: “Aonde posso ir a fim de escapar do teu Espírito?” (Sl 139.7); “Que o teu Espírito seja bom para mim” (Sl 143.10). O mais interessante é que Davi se sentia habitado pelo Espírito, quando, após o adultério e a confissão, pede a Deus: “Não me expulses da tua presença “nem” tires de mim o teu Espírito” (Sl 51.11). A questão de que o cristão é templo do Espírito Santo é explícita só no Novo Testamento.
 
Dos profetas
 
É Pedro quem diz que os profetas da antiga aliança “falavam às vezes sem compreender pelo Espírito Santo, mandado do céu” (1Pe 1.11-12).
 
Na Segunda Epístola, o apóstolo é mais incisivo: “Nenhuma mensagem profética veio da vontade humana, mas as pessoas eram guiadas pelo Espírito Santo quando anunciavam a mensagem que vinha de Deus” (2Pe 1.21). Davi em seu tempo já admitia isso: “O Espírito do Senhor fala por meio de mim, e a sua mensagem está nos meus lábios” (2Sm 23.2). Neemias dizia a mesma coisa: “Pelo teu Espírito, por meio dos profetas, falaste contra eles, mas o teu povo ficou surdo” (Ne 9.30). Na travessia do deserto, era o bom Espírito, dado por Deus, que ensinava os israelitas o que deviam fazer (Ne 9.20).
 
O testemunho de Ezequiel sobre a sua experiência com o Espírito é impressionante: “Enquanto a voz falava, o Espírito de Deus entrou em mim e me fez ficar de pé” (Ez 2.2); “O Espírito de Deus me levou para o alto” (Ez 3.12); “Aí o poder do Senhor me dominou e o seu Espírito me levou dali” (Ez 3.14); “Aí o Espírito do Senhor me dominou e o Senhor me mandou dar essa mensagem ao povo” (Ez 11.5). Miqueias tem a mesma experiência: “Quanto a mim, o Espírito do Senhor me dá poder, amor pela justiça e coragem para condenar os pecados e as maldades do povo de Israel” (Mq 3.8).
 
Naturalmente, foi o Espírito Santo quem colocou na boca dos profetas a promessa de algum derramamento do Espírito para o futuro próximo e o futuro mais distante (Is 32.15; 44.3; Ez 36.27; Jl 2.28-29).
 
O Espírito Santo está muito mais presente no Antigo Testamento do que pensávamos!

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