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Seções — Carta ao leitor

“O vácuo em forma de Deus”

Ateu convicto até a idade de 27 anos, o biólogo americano Francis S. Collins, um dos cientistas mais respeitados da atualidade, diretor do Projeto Genoma Humano, conta em seu livro “A Linguagem de Deus” que chegou à conclusão que, “se Deus existe, deve se encontrar fora do mundo natural e, portanto, os instrumentos científicos não são as ferramentas certas para aprender sobre ele”. Explica que “a prova da existência de Deus teria de vir de outras direções, e a decisão definitiva deveria se basear na fé, não em provas”. Depois de ficar parado durante algum tempo “tremendo à beira desse hiato”, vendo que não havia escapatória, Collins abriu a porta de sua mente a essas possibilidades espirituais e deu um salto em direção a Deus.
 
Entre os obstáculos que dificultam ou impedem essa caminhada, seja da apatia religiosa, do agnosticismo ou do ateísmo, em direção à solene descoberta de Deus estão a tradicional ideia de que essa certeza compromete a liberdade individual do ser humano e, lamentavelmente, a “longa história da opressão e da hipocrisia religiosas”. Collins entende que “o anseio pelo sagrado é um aspecto universal e enigmático da experiência humana” e que esse “vácuo em forma de Deus” serve senão para ser preenchido. Quanto à grave ausência de coerência e testemunho dos cristãos, o cientista esclarece que “o pesquisador mais sincero deve enxergar além do comportamento de humanos falhos, a fim de encontrar a verdade”.
 
Não há como escapar do “vácuo em forma de Deus”, desde o salmista (“A minha alma tem sede de Deus”) até Agostinho (“Fizeste-nos para ti e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em ti”) e Eugene Peterson (“O gosto pela eternidade não pode jamais ser gerado em nós por uma genética secularizada [porque] nossa existência é derivada de Deus e destinada a ele”). Sem preencher esse vácuo, o ser humano comete um pecado duplo: coloca num canto qualquer a fonte de água fresca (Deus) e, em seguida, cava cisternas cheias de fissuras, poços rachados, que não seguram a água -- como ganhar e perder dinheiro, comprar e vender, trabalhar e descansar, emagrecer e engordar, amar e odiar, correr de um lado para outro, enviar e receber mensagens, fazer sexo hétero e homo e não se negar nada que os olhos desejam.
 
Esta edição de Ultimato tem o propósito de recolocar a criatura ao lado do Criador!
Elben César

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