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Seções — De hoje em diante...

Não vou mentir

Se o pecado entrou no mundo por causa da mentira da serpente (Gn 3.4), se a destruição de Jerusalém e o exílio babilônico aconteceram por causa da mentira dos falsos profetas (Jr 27.16) e se Jesus afirmou categoricamente que o Diabo é o pai da mentira e “nunca esteve do lado da verdade porque nele não há verdade” (Jo 8.44) -- de hoje em diante, com a ajuda de Deus, não vou mais mentir. Talvez eu devesse dizer “de hoje em diante vou evitar a mentira”. Porém, já que estou acrescentando a cláusula “com a ajuda de Deus”, prefiro não deixar fresta alguma para a mentira.
 
Não quero mentir para mim mesmo, para o meu cônjuge nem para meus filhos, para os outros nem para Deus. Não quero mentir em casa, no trabalho nem na igreja. Não quero mentir nas conversas, nos discursos, nas críticas, nos elogios, nas declarações de amor, na compra ou na venda de qualquer bem, na generosidade nem nos inocentes bate-papos. Deus me livre da mentira! Não quero mentir nas ações de graça, na adoração nem na confissão de pecados. Deus me livre de mentir para ele e nas coisas dele!
Não quero pregar aquela mentira estudada, elaborada, arquitetada e guardada para a hora cera, como a mentira do casal Ananias e Safira (At 5.1). Também não quero pregar aquela mentira que todos pregam, que é comum, generalizada, que se impõe pelo hábito. Peço a Deus que me livre da mentira mais difícil de abandonar: a mentira inconsciente, a mentira que eu prego sem perceber, sem me dar conta dela, sem corar de vergonha.
 
Eu sou mentiroso de nascença. Minto desde criança. Aprendi a mentir em casa com meus pais e na escola com meus colegas e professores. Vivo numa sociedade que se alimenta de mentira, que não pode passar sem ela, que não sobrevive sem mentira. Tem misericórdia de mim, ó Deus! É muito difícil deixar de mentir. Assim como é difícil deixar de fumar, deixar de beber, deixar de consumir drogas, deixar de devolver ofensas e agressões, deixar o egoísmo de lado, deixar de olhar adulterinamente, deixar de perdoar. Mas não vou desistir.
 
Além de me comprometer a parar de mentir, estou bem certo de que preciso me guardar da mentira alheia. Assim como a mentira que eu prego prejudica a mim e aos outros, a mentira dos outros prejudica a eles e a mim. Guarda-me, ó Deus, daquela dupla horrorosa de que fala o apóstolo: “Sinais e prodígios da mentira” (2Ts 2.9, RA). A mentira que vem acompanhada de coisas extraordinárias e fenomenais existe e engana. Como os sinais mágicos que a segunda Besta, a Besta que veio da terra, realizou: ela fez cair fogo do céu, enganou os habitantes da terra e conseguiu animar a imagem da outra Besta, que começou a falar (Ap 13). Guarda-me, ó Deus, de todas as bestas, as de hoje e as de amanhã. Guarda-me dos lobos vestidos de ovelha.
 
Se a mentira é um instrumento do mal e do anticristo, que eu não me associe com a mentira. De hoje em diante, com a tua ajuda, não vou mentir!

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