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A beleza da criação na “tenra e pequenina florzinha em botão”

“Quando as pessoas de fé percebem quem Deus é e o que ele faz, elas cantam” (Eugene Peterson)
 
O cristão é uma pessoa que canta. Em todos os tempos. Em todas as circunstâncias. Em todos os lugares. Canta em especial para louvar a Deus pelo que ele é e pelo que ele faz. São cânticos espontâneos. O louvor e o render graças são muitas vezes simultâneos. Um leva ao outro.
 
A primeira referência à música na história do ser humano aparece logo nas primeiras páginas da Bíblia. Um certo Jubal, descendente de Caim, é chamado “o pai de todos os que tocam lira e harpa” (Gn 4.21). O gesto de louvar a Deus aparece pela primeira vez na boca de Leia, a primeira esposa de Jacó. Após o nascimento de seu segundo filho ela declarou: “Desta vez louvarei a Deus, o Senhor” (Gn 29.35). A primeira referência a um cântico acontece quando Labão foi ao encontro de seu genro Jacó para se queixar de sua saída brusca de Harã para Canaã, com estas palavras: “Se você tivesse falado comigo, eu teria preparado uma festa alegre de despedida, com canções acompanhadas de pandeiros e liras” (Gn 31.27).
 
É quase impossível ficar sem cantar e sem executar instrumentos musicais depois de enxergar a beleza da criação ou depois de enxergar a intervenção de Deus na história. Logo após a passagem pelo mar Vermelho, “Moisés e os israelitas entoaram este cântico ao Senhor: ‘Cantarei ao Senhor pois triunfou gloriosamente’”. O cântico todo ocupa dezoito versículos do capítulo 15 de Êxodo. A primeira menção a instrumentista do sexo feminino aparece aí: “Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão [e de Moisés], pegou um tamborim [tambor ou pandeiro] e todas as mulheres a seguiram, tocando tamborins e dançando [e cantando]”.
 
A igreja tem cantado através dos séculos. Até hoje, velhos hinos e novos cânticos fazem parte da liturgia do culto. Não poucos são os hinos de adoração que mencionam a beleza da criação e exaltam o Criador. Por exemplo, nos hinos de números 21 a 29 do hinário “Novo cântico”, encontramos referências aos “altos céus”, à “amplitude celeste”, ao “amplo mar”, aos “astros da amplidão”, ao “autor da criação”, às “brilhantes estrelas”, ao “céu estrelado”, ao “fragoso alcantil”, à “gota de orvalho”, à “harmonia universal”, à “lua de prata”, à “mínima flor”, às “montanhas altaneiras”, à “natureza inteira”, aos “pássaros a cantar”, aos “prados em flor”, às “ramagens em flor”, às “rochas imensas”, às “sonoras fontes”, à “tenra e pequenina florzinha em botão”, aos “trovões rolando”, ao “terno grão”, ao “vasto universo”, à “vastidão do mar” e ao “verde outeiro”. Além dessas belezas adjetivadas da natureza, os hinos mencionam os bosques, as brisas, os campos, o espaço, o esplendor, o firmamento, as flores, as florestas, os frutos, a grandeza [do universo], as grutas, os mares, as matas, os mundos, os montes, a terra e os vales. O sol é tratado com distinção: “majestoso, o sol caminha pelo céu, com resplendor”, “o sol que com fulgor reluz”, “o sol dourado a refulgir” e “o sol ardente”.
 
Alguns desses hinos foram compostos nos séculos 16, 17 e 18. Um deles -- “Altamente os céus proclamam” -- é do compositor austríaco Joseph Haydn (1732-1809) e outro -- “Tuas obras te coroam” -- é um arranjo do quarto movimento da Nona Sinfonia do compositor alemão Ludwig van Beethoven (1770-1827).

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