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Seções — Vamos ler!

Minha Família Pode Ser Feliz
Cleydemir Santos
96 páginas
Ultimato, 2012
Conheci o pastor e psicólogo Cleydemir Santos em um curso sobre aconselhamento pastoral e familiar. Com uma didática criativa, fazia-nos mergulhar em suas histórias, além de muitas vezes nos colocar como personagens delas.
 
Minha Família Pode Ser Feliz é uma preciosa ferramenta para aqueles que estão em busca de reconstruir suas famílias ou ajudar outros a fazê-lo.
 
Cleydemir não vê os problemas conjugais e familiares -- presentes “até nas melhores famílias” -- como tristes estatísticas fruto de uma sociedade pós-moderna. Antes, como uma oportunidade de deixar Deus fazer parte da “utopia da família feliz”. 
 
Por ser pastor e psicólogo, o autor elucida componentes tão óbvios quanto esquecidos hoje em dia: fé, alegria, diálogo, decisão. A leitura do livro renovou em minha mente o fato de que “o amor é aquela virtude que não nos é natural -- é buscada em Deus a cada dia, renovada na Palavra a cada crise, mantida no compromisso a cada tentação e desejada a cada manhã. O amor proporciona um casamento sem peso, sem fadiga”.
 
Família feliz, equilibrada e saudável, longe de ser um sonho adolescente, é uma utopia que pode ser vivida em Deus aqui e agora. Vale a pena ler e passar adiante.

Por Gláucia Siqueira

 
O Grito do Sertão Nordestino
Beat Roggensinger, org.
128 páginas
Editora Esperança, 2012
Este livro retrata a necessidade de evangelização do Nordeste, principalmente a região do semiárido, ou Sertão Nordestino. Esta área do interior do Nordeste corresponde à região menos evangelizada do Brasil, com índices médios de 2% a 3% de evangélicos nos municípios e menos de 1% nos setores da zona rural -- o que corresponde a mais de 14 milhões de habitantes.
 
O Grito do Sertão Nordestino procura enfatizar a importância da capacitação no desenvolvimento de uma liderança autóctone, além de mostrar a história de abandono das políticas públicas quanto às carências demasiadas da região, a religiosidade abrangente e envolvente, a cultura, as populações, o baixo índice educacional e a história da JUVEP, uma missão nordestina que há trinta anos procura levantar a bandeira do sertão, desafiando a igreja brasileira. A JUVEP tem plantado igrejas evangélicas em parceria com as mais importantes denominações evangélicas do Brasil. Já foram mais de setenta, em lugares precariamente evangelizados. Além disso, ela mantém centros de capacitação no sertão: os seminários sertanejos e um projeto radical que, nos últimos quatro anos, tem enviado equipes especialmente para a zona rural.
 
O livro se preocupa com o modelo de igreja a ser plantado, com a necessidade do desenvolvimento da missão integral e com a qualidade dos modelos de serviço existentes no Brasil. Para os autores, se não for o modelo de Jesus -- ensinar e formar, como servo sofredor, com a Bíblia em uma mão e na outra a bacia e a toalha --, jamais teremos uma comunicação eficaz do evangelho, que venha romper com os paradigmas de poder e estabelecer uma nova comunidade do reino, para que todos entendam e encarnem o modelo de Cristo. A obra trata, ainda, da cosmovisão religiosa sertaneja e procura chamar a igreja brasileira a sua responsabilidade de anunciar a milhões de sertanejos a salvação do Senhor Jesus.
 
É um desafio para pastores e líderes do Brasil. Busca incentivar e mobilizar igrejas e também esclarecer e informar sobre a carência do sertão. Que esta contribuição venha desenvolver uma onda missionária a favor do sertão nordestino. 
 
Por Cesario de Paula Conserva Junior


Vamos ler... e escrever!

Ossos Inquietos
Melvin R. Starr
256 páginas
Garimpo Editorial, 2010
www.garimpoeditorial.com.br
 
São poucos os livros de ficção escritos por autores cristãos brasileiros. Lembro-me de A Morte de um Mago (Mundo Cristão, esgotado), de Lamartini C. Scandiuzzi (pseudônimo), cuja leitura há muitos anos me impactou. Recentemente li Ossos Inquietos, de Melvin Starr. O livro tem uma apresentação gráfica esmerada, trama verossímil, narrativa ágil, boa escrita, ótima leitura! É apresentado como “a primeira crônica de Hugh de Singleton, cirurgião”. O autor, norte-americano, é especialista em estudos medievais, com interesse particular nas técnicas usadas pela medicina da Idade Média. Antes de aventurar-se como escritor, passou 39 anos ensinando história.
 
O simpático doutor Hugh é jovem, cheio de brios, homem de caráter e está em fase de testar suas aptidões médicas e de investigador. Nem ele nem os demais protagonistas são personagens complexos. A trama não caminha pela dissecação da natureza humana nem por inferências sobre os atos a partir do perfil psicológico dos suspeitos. Os motivos para os crimes são simples. A investigação se dá especialmente a partir das descobertas clínicas ao longo da trama -- começando com a ossada humana encontrada no fosso do Castelo de Bampton -- e de interrogatórios. Com leves toques de humor, o enredo tem todos os ingredientes de um bom livro de ficção: romance, suspense, histórias que se ligam umas a outras, personagens atraentes, fio condutor, plausibilidade, reviravoltas. A ambientação à época e ao lugar é extraordinária, como no caso do tempo, contado a partir de dias religiosos.
 
A leitura é mais do que um remédio contra a insônia ou um prazer. O livro poderia se tornar um “guia” de como escrever ficção. O autor reuniu seus conhecimentos de história e técnicas médicas da época, características de um personagem talvez parecido com ele e sua cosmovisão cristã a uma história simples, mas muito bem contada. Talvez a trama (desvendar assassinatos) tenha vindo por último na concepção da obra. 
 
Quem sonha escrever um romance pode ir pelo mesmo caminho: usar os conteúdos que domina, a forma como estrutura seu pensamento, as histórias e os lugares que conhece (e que pesquisa) e colocar tudo isto dentro de uma boa história. Talvez não seja assim tão complicado produzir bons livros de ficção a partir de uma cosmovisão cristã. Quem sabe podemos aumentar a esperança de que surja uma nova geração de autores (entre eles alguns dos jovens leitores fascinados por Tolkien e Lewis) -- o que seria muito bem-vindo nestes nossos dias!
 
Por Klênia Fasson

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