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Rochedo forte é o meu “bunker”

A religião está cada vez mais próxima da empresa e a empresa, cada vez mais próxima da religião. Uma corre atrás da outra.
 
Já que se está falando muito no fim do mundo, por que não construir e comercializar “bunkers” subterrâneos para abrigar os cristãos das catástrofes apocalípticas? Uma empresa americana já está oferecendo abrigos, no valor de 50 mil dólares, que podem acolher até 6 mil pessoas, e outros menores, mais baratos e menos seguros, de até 10 mil dólares.
 
Tanto a religião como a empresa mostram-se bastante simplórias. Quando o fim do mundo vier de surpresa, em data totalmente desconhecida, “então os céus desaparecerão com um terrível estrondo, e os corpos celestes serão consumidos pelo fogo e a terra e “tudo quanto está nela” [inclusive os “bunkers”] serão queimados” (2Pe 3.10).
 
A Bíblia faz muita falta em tempos assim. É impossível fugir ou esconder-se de Deus. O salmista sabia muito bem disso: “Em lugar algum conseguirei me esconder da sua presença! Se eu subir em direção aos céus, lá o Senhor está; se eu quiser descansar no reino dos mortos, lá também o encontrarei. [...] Se eu tentar me esconder na escuridão, o Senhor transforma a noite em dia claro” (Sl 139.7-12).
 
Mesmo levando em conta a presença de símbolos, imagens e números, o que é próprio da literatura apocalíptica, certas passagens do último livro da Bíblia, como os capítulos 8 e 9, são aterrorizantes:
 
Uma terça parte da superfície terrestre, das árvores e de toda a vegetação será destruída por uma chuva de pedra;
 
Algo parecido com uma grande montanha de fogo cairá sobre o mar, estragando uma terça parte dele, matando uma terça parte dos animais marinhos e afundando uma terça parte dos navios grandes e pequenos;
 
Algo chamejante vindo do alto cairá em cima de uma terça parte dos rios e das fontes de águas, tornando-as venenosas;
 
Uma terça parte do dia ficará sem luz do sol, da lua e das estrelas, fenômeno semelhante ao da escuridão que cobriu o Egito no século 15 antes de Cristo e da escuridão que escondeu o sol por três horas na cidade de Jerusalém, na Sexta-feira Santa;
 
Uma estranha praga de fogo, fumaça e enxofre sobre o planeta provocará a morte de um terço da humanidade. (Se isso acontecesse hoje, o número de mortos seria por volta de 2,3 bilhões de pessoas).
 
É curioso que o tema do fim do mundo, embora faça parte de quase todas as religiões, seja também assunto científico. Enquanto a religião traz este evento futuro para mais perto do presente, os astrônomos o distanciam cada vez mais dele. Para Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos, a destruição da vida na terra é inevitável, mas “está a uma distância quase inimaginável de nós hoje”.
 
O importante é que, seja no presente ou daqui a 1 bilhão de anos, o fim do mundo é uma previsão (na linguagem científica) ou uma profecia (na linguagem cristã) absolutamente certa.
 
Em vez de colocar os corpos em uma câmara especial para serem conservados até que a ciência progrida o suficiente para curá-los, ou de construir “bunkers” para fugir do juízo de Deus, é mais seguro e sensato esperar a ressurreição dos mortos e o novo céu e a nova terra, que Jesus garantiu!

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