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Seções — De hoje em diante

Não vou procrastinar mais


Há certas coisas que preciso fazer hoje e não transferir para outro dia. Contudo, nem sempre dou atenção a essa regra. Demoro-me muito a tomar uma atitude, a ir em frente, a cumprir uma obrigação. Tenho perdido muitas oportunidades, mesmo sabendo que a maioria delas não retorna. Tenho deixado o tempo passar, mesmo sabendo que ele nunca volta. Todavia, com a ajuda de Deus, tomo hoje (e não amanhã) a decisão de não procrastinar mais.
 
Aliás, estou exposto a duas pressões opostas entre si: a pressa demasiada e a vagarosidade excessiva. Não sei qual das duas é pior. Porém, pela Palavra de Deus e experiência, estou convencido de que a pressa (com discernimento) é mais acertada do que a vagarosidade. Em muitos casos, esta é mais uma desculpa para a procrastinação do que uma atitude de prudência.
 
Fico impressionado com a quantidade de vezes que encontro na Bíblia o apelo à urgência. Os dois anjos que foram a Sodoma disseram a Ló para ele sair “depressa” da cidade (Gn 19.15). José do Egito disse a seus irmãos para eles voltarem “depressa” a Canaã para contar ao pai que ele estava vivo (Gn 45.9). Moisés disse a Arão para fazer “depressa” propiciação pelo povo de Israel (Nm 16.46). Deus falou com Moisés para descer “imediatamente” do monte Sinai, pois o povo estava adorando um bezerro de ouro (Dt 9.12). O último verso do Cântico dos Cânticos registra as palavras da amada ao seu amado: “Venha “depressa”, meu amado, e seja como uma gazela, ou como um cervo novo saltando sobre os montes” (Ct 8.14). O livro de Zacarias diz que os habitantes de uma cidade irão a outra com o seguinte convite: “Vamos “logo” suplicar o favor do Senhor e buscar o Senhor dos Exércitos” (Zc 8.21).
 
Jesus usou várias vezes a palavra “depressa” em seu relacionamento com os outros e nas parábolas. Ao publicano de Jericó, que estava assentado no galho de uma figueira brava, o Senhor disse: “Zaqueu, desce ‘depressa’” (Lc 19.5). Para acabar de uma vez com o processo iniciado por Judas, Jesus lhe disse: “O que você está para fazer, faça ‘depressa’” (Jo 13.27). Às mulheres da Galileia que viram o túmulo de Jesus vazio, o anjo ordenou: “Vão ‘depressa’ e digam aos discípulos dele: ‘Ele ressuscitou dentre os mortos e está indo adiante de vocês para a Galileia’” (Mt 28.7). Jesus colocou nos lábios do pai do filho perdido a ordem dada aos empregados: “’Depressa’! Tragam a melhor roupa e vistam nele” (Lc 15.22); nos lábios do homem que preparou o grande banquete a ordem a um dos seus servos: “Vá ‘rapidamente’ para as ruas e becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos” (Lc 14.21); e nos lábios do administrador a ordem a um dos devedores de seu senhor: “Toma a sua conta, sente-se ‘depressa’ e escreva cinquenta” (Lc 16.6).
 
No Evangelho de João, leio que ele correu para ver o túmulo vazio “mais rápido” que Pedro (Jo 20.4). No livro de Atos, o anjo ordenou a Pedro que se levantasse “depressa” e saísse da prisão (Atos 12.7). Nesse mesmo livro, leio o pedido de Paulo para que Silas e Timóteo fossem ao seu encontro “o ‘mais depressa’ possível” (At 17.15). Na Segunda Epístola a Timóteo, Paulo, em outra ocasião, repete o mesmo pedido: “Procure vir ‘logo’ ao meu encontro”. E ainda reforça: “Procure vir antes do inverno” (2Tm 4.9, 21).
 
Quando vou à igreja, o pastor nos convida a cantar alguns hinos que incentivam a urgência de algumas decisões. Um deles diz: “O tempo corre! As horas, passando, passam por ti e por mim”. Outro diz: “Não vos demoreis e, sem tardança, recebei o Redentor”. Um terceiro diz: “Crê em Cristo sem detença”. O quarto chega a meter medo: “Meu amigo, hoje tens a escolha: vida ou morte, qual vais aceitar? Amanhã pode ser muito tarde, hoje Cristo te quer libertar”.
 
Frente a essas informações e advertências, não posso deixar de renunciar o vício da procrastinação. Não quero ser um eterno “quase induzido a andar na luz”. Que Deus me ajude! Amém!

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