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Seções — Caminhos da missão

Do campo para a base

Era uma vez uma missionária estrangeira -- mais precisamente da Europa -- no Brasil. Ela atuava em uma agência missionária que enviava profissionais a países onde é difícil a entrada de missionários tradicionais. 
 
Sua mãe, com 82 anos, gravemente enferma, precisou fazer uma cirurgia. Ela lamentou o fato de não acompanhar a mãe naquele momento. Amigos mais próximos sabiam que lhe faltavam recursos para a viagem. Estes contaram a outros amigos e também aos missionários no campo.
 
Em apenas dois dias, uma oferta no valor de 2.760 reais foi levantada, especialmente entre os irmãos do campo, o que deixou a missionária extremamente grata e permitiu que ela viajasse.
 
A pessoa que estava à frente do pedido entendeu que este não foi apenas mais um recolhimento de oferta, mas um novo jeito de fazer missões: “Fizemos uma oferta de brasileiros para europeus! Quem poderia imaginar uma coisa dessas há poucos anos atrás? Fizemos uma contribuição “do campo para a base”, ou seja, vários que estão no campo, servindo, enviaram recursos para uma necessidade do escritório enviador. Louvado seja Deus por mudar as nossas mentes e nos dar o privilégio de quebrar tabus e criar novos paradigmas!”.
 
Era uma vez uma igreja no Oriente Médio. Seu pastor, juntamente com alguns jovens, vieram ao Brasil para um impacto evangelístico de curto prazo em uma cidade onde há muitos muçulmanos.
 
Um dos profissionais da referida igreja foi convidado pelo pastor a participar do impacto, mas não pôde vir, por causa do trabalho. De todo modo, ele quis participar. Ofertou 8 mil dólares para ajudar na compra das passagens de outras pessoas do grupo.
 
A experiência foi inédita, tanto para o grupo que veio quanto para os brasileiros.
 
Um dos jovens do Oriente Médio escreveu o seguinte: “Eu convivo com muçulmanos diariamente na minha faculdade, no meu país, mas nunca havia olhado para eles com este olhar de compaixão que Jesus ensinou. Agora, os vejo como ovelhas sem pastor, perdidos e carentes do amor de Cristo”.
 
Era uma vez um congresso de jovens africanos, que aconteceu no Quênia, na virada do ano. Nada menos que 2.500 jovens presentes estavam entusiasmados com Jesus Cristo e com a pregação do evangelho no mundo inteiro. Vários deles se dispuseram a ir para o campo missionário, ainda que fora do continente africano.
 
Era uma vez um casal de um país árabe, que foi para outro país árabe como testemunha de Cristo, sustentado por sua igreja árabe, no meio da revolução árabe.
 
* * *
 
Todas essas histórias são reais e recentes. Elas ressaltam a criatividade do nosso Deus, que, como escreveu o apóstolo, “escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios [e, quem sabe, muitos brasileiros!] e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes” (1Co 1.27). Elas nos remetem ao lema do movimento de Lausanne: “a igreja toda levando o evangelho todo para o mundo todo”.
 
Délnia Bastos, casada, três filhos, é diretora da Interserve Brasil–CEM.

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