Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Seções — Cartas

Passarinhos fora do ninho
O texto de Abertura de Ultimato (março/abril de 2012) mostra que a inquietude existencial em que vivemos decorre tão somente do nosso distanciamento de Deus. A convivência com o Senhor e Criador nos tranquiliza, acalma e acolhe. Sentimo-nos protegidos, pertencentes a um meio, ligados à origem. Que a sede que nos persegue seja saciada. Para tanto, ó Espírito Santo, governa o meu pensar, o meu falar e o meu agir a cada instante.
Alberto Furtado de Oliveira, Vitória, ES
 
religião@eu.com
Há quase um ano e quatro meses no meu exílio missionário, o artigo de Bráulia Ribeiro (março/abril de 2012) me fez muito bem. Concluo que apenas quando caminhamos em direção ao reino podemos nos despir da nossa cultura. No meu caso, foi preciso atravessar o globo para que esta compreensão me atingisse. Quando cheguei à Estônia, compreendi que ser brasileira não podia ser mais forte que ser cristã, da mesma forma que me adaptar à cultura estoniana não podia abafar a chama do Espírito que ardia em mim. A segunda tarefa foi mais difícil que a primeira. O choque cultural, que veio meses depois, deixou claro que a mente humana não está preparada para perder, ainda que esteja consciente da perda. O desaprender precisa ser genuíno; do contrário, estamos apenas acumulando experiências para nossa sobrevivência.
Lívia Telles, Võru, Estônia
 
O artigo religião@eu.com (março/abril de 2012) me confrontou e encorajou. A comunidade que pastoreio tem dois anos e surgiu do evangelismo de jovens do movimento “hip hop”. Hoje cuidamos de cerca de cinquenta pessoas e nosso perfil mudou bastante. Damos ênfase à missão integral e jovens casais e alguns idosos fazem agora parte da comunidade. Quando penso na questão da forma, me parece que a linha entre o atual (contextual) e o inadequado é bem tênue. Às vezes é mais interessante manter algo comum e usual a buscar alguma alternativa mirabolante e sem significado algum.
Fábio de Mattos, Santa Rosa, RS
 
Maria
O autor da “Mais do que notícia” Eu sou apenas um ser humano (março/abril de 2012) desconhece a frase de Maria: “De agora em diante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, pois o Poderoso fez grandes coisas em meu favor” (Lc 1.48). Esta é apenas uma das inúmeras passagens da Bíblia que confirmam que Maria é mais do que um simples ser humano e que, por isso, merece destaque. Certamente, sem que seja ofuscado o Filho de Deus; pelo contrário, juntamente com ela Jesus é lembrado e enaltecido.
Wigbert Weber, Criciúma, SC
 
Levando em conta que Ultimato se propõe a relacionar Escritura com Escritura e acontecimentos com Escritura, sugiro-lhes que juntamente com as possíveis palavras de Maria Eu sou apenas um ser humano como vocês lembrem-se daquelas outras da humilde serva de Deus: “Por isto agora me proclamarão bem-aventurada todas a gerações” (Lc 1.48). Estas realmente foram pronunciadas de acordo com o autor sagrado.
Manfredo Thiengo, Rio de Janeiro, RJ
 
Um alerta
O artigo O sândalo e o machado e o pastor jubilado, de Antonio Carlos Wagner Cordeiro de Azeredo (março/abril de 2012), é um alerta para todos nós. Faço parte de um grupo de oração por missionários de uma determinada missão. Semanalmente, recebemos pedidos os mais variados possíveis: aprendizado da língua, visto de permanência no país onde trabalham, saúde, necessidades dos filhos etc. Sempre nos deparamos com o item “manutenção”. Por que nossos missionários não podem trabalhar sem a preocupação constante com a sua manutenção? Por que, quando em férias no Brasil, para checar a saúde, cuidar dos dentes e de alguns problemas familiares, têm de viajar de igreja em igreja fazendo relatórios e “esmolando” recursos que podem ou não continuar recebendo? Por que não mantemos devidamente nossos missionários? Misericórdia! Não seremos responsabilizados por tratar os que estão na linha de frente como coitados?
Djanira Momesso César, Viçosa, MG
 
A primavera árabe e os cristãos
No artigo A primavera árabe e os cristãos (março/abril de 2012), o autor contemporiza uma situação de risco para o futuro. Se não estamos conseguindo conter balas perdidas, como nos livrar de “bombas fundamentalistas”? Nossos missionários, com todas as dificuldades possíveis, falam da legitimidade da Palavra de Deus. Porém, nas mesquitas abertas por aqui, livremente, o que será falado?
Unilson Alves, Rio de Janeiro, RJ
 
Fiquei decepcionada com o artigo A primavera árabe e os cristãos (março/abril de 2012). Vejo nas entrelinhas o reflexo da acomodação de muitos líderes cristãos com relação ao crescimento do islamismo no Brasil. A história mostra e continuará mostrando que Israel está no centro. Que bom que na próxima edição pensaremos a partir dos valores do reino de Deus.
Maura de Herrera, Anápolis, GO
 
Se cremos que a mensagem de Cristo como Senhor e Salvador basta para libertar, não precisamos de nenhum subterfúgio ou de qualquer amparo do Estado para promovê-la. Devemos nos lembrar que o próprio Cristo foi o primeiro a pregar a separação entre poder político e mundo espiritual. Por fim, nossa luta não é contra o islã, muito menos contra os povos árabes, entre os quais floresceu essa religião. Antes, lutamos contra a dureza e a falta de amor dos nossos próprios corações.
André Eler, Porto Alegre, RS 
 
Celebrando a vida com arte
Gostei do “Especial” Celebrando a vida com arte. Tenho acompanhado os textos que Ultimato publica sobre arte feita por cristãos. Há alguns anos leio e reflito sobre arte, como parte de minha formação e profissão, mas também como exercício estético pessoal. O movimento de redenção da arte feito por cristãos traz um novo sopro em um universo de memória pessoal às vezes árido.
Ed Marcos Sarro, São Paulo, SP
 
Tateando no claro
Excelente o artigo Tateando no claro, de Rubem Amorese (março/abril de 2012). A nossa geração participou ativamente das mudanças dentro da igreja nos últimos quarenta anos. Modificamos usos e costumes e, com eles, os trajes dominicais, a liturgia do culto e a cultura musical. Uma das principais bandeiras que arvoramos foi Romanos 12.2 (a segunda parte do versículo): “... transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como consequências indesejadas da pós-modernidade, testemunhamos o aparecimento do “evangelho light” e dos pop stars da gospel music. É tempo de atingirmos a maturidade e nos voltarmos para a primeira parte do versículo: “E não vos conformeis com este século...”. Conformar é próprio do líquido, cuja união das moléculas é muito frágil para fazê-lo resistir e não “tomar a forma” do recipiente que o envolve. A conformidade com este século é precisamente o que se entende por secularização ou banalização. Resistamos firmes à virtualização dos relacionamentos, com uma comunhão alicerçada no amor a Deus e aos irmãos.
Paulo Henrique Oliveira Costa, São Paulo, SP
 
De mulher para mulher
Ultimato é uma revista conceituada, embasada nas Escrituras e com ótimos artigos. Porém, faço uma sugestão em forma de crítica. Gostaria de propor que houvesse assuntos direcionados para mulheres em ministério: mulher falando para mulher. Temos bons nomes, como Joyce Clayton, Durvalina Bezerra, Nancy Dusilek, Barbara Lamp (esta organizou o livro Fragilidade e Força, que conseguiu reunir as melhores autoras do Brasil). Falo como esposa de pastor. Participamos de congressos e isso nos edifica. Contudo, nada é comparável a poder ler ou ouvir uma esposa de pastor falando para outra. Temos a mesma linguagem, entendemos os conflitos, compreendemos as crises.
Ana Cláudia Lopes, Apodi, RN
 
Bê-á-bá
A igreja do século 21 precisa de uma nova “didaquê” para explicar os pontos essenciais da fé, como o que é pecado, humanidade, santidade. Do contrário, apenas os eruditos os compreenderão. Nunca houve uma confusão de conceitos como hoje. A igreja precisa do bê-á-bá. Ultimato, façamos uma cartilha que fale sobre a barganha, a cobiça, a miséria da prosperidade!
Sergio Sena, Campo Grande, MS
 
Cartas da prisão
Estou na prisão há 3 anos e 2 meses. Aqui todos têm uma história de vida. Alguns quase morreram, outros já não têm mais família para ajudá-los. Em meio à tristeza e às lágrimas, poucas são as alegrias e muitas as saudades. Todos temos oportunidade de escrever uma nova história com Jesus, pois só com ele enxergamos o que estava à nossa frente, mas não víamos. Tenho interesse em me aprofundar no estudo da Bíblia e gostaria de fazer um seminário. Estou verdadeiramente disposto a viver para Cristo.
José Ricardo dos Santos, Riolândia, SP
 
Comunico aos fiéis em Cristo Jesus que na prisão onde estou tenho lido Ultimato e vejo que é um trabalho de coração puro, visando o evangelismo. Oro para que o ministério Ultimato cresça em amor e para que Deus supra todas as suas necessidades.
Robson dos Santos Gonçalves, Ribeirão Preto, SP
 
Assinatura coletiva
Alegro-me sempre quando recebo meu pacote de revistas pelos Correios. Fico ansiosa pela capa, pelos temas que serão abordados e por tudo o que Ultimato semeia. Sinto que esta alegria e expectativa que tenho são vivenciadas por cada membro da assinatura coletiva. Na igreja, onde normalmente faço as entregas e levo a minha pequena pilha de revistas, a turma me cerca com grande entusiasmo.
Suzana Strobel, Blumenau, SC
 
Assinatura presente
Tenho 17 anos e recebo a revista como presente de um casal de irmãos e amigos que ajudam nossa juventude. É um ótimo presente. Gostaria que as pessoas tivessem esse pensamento de contribuir com o crescimento espiritual dos jovens e não apenas com a manutenção do externo e visível.
Stéfany Rodrigues Sousa, Mineiros, GO
 
Assinatura patrocinada
Os temas centrais da revista e os artigos têm colaborado bastante com o nosso ministério e crescimento no relacionamento com o Senhor. Louvo a Deus por essa rica oportunidade.
Gustavo da Silva Melo, Recife, PE
-- Gustavo é um dos participantes do Paralelo 10, projeto de fortalecimento de líderes do Norte e Nordeste do Brasil. Este é um dos grupos alcançados pela modalidade Assinatura Patrocinada.
 
Gratidão
Perdi minha mãe no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro. Embora saiba que a morte não é o fim de tudo, foi difícil superar a dor da separação. Porém, quando voltei para Belém do Pará, onde moro, Ultimato (maio/junho de 2011) estava à minha espera. Nela estavam os artigos O prolongamento da dor, A reconstrução de Auschwitz e A visão bíblica da calamidade. Obrigada pelo aprendizado de todos estes anos.
Rosângela Gomes, Belém, PA

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.