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A imagem visível do Deus invisível

Enquanto o Evangelho de Mateus e o Evangelho de Lucas começam a história de Jesus contando o seu nascimento, as primeiras palavras do Evangelho de João são bem resumidas: “No princípio [o mais remoto de todos os princípios] ‘era’ o Verbo, e o Verbo ‘estava’ com Deus e o Verbo ‘era’ Deus” (Jo 1.1).
 
Com apenas dezessete palavras (no original grego) o apóstolo nos leva às alturas e nos faz viajar no tempo. De acordo com esse prólogo, entendemos a declaração de Jesus que deixou os fariseus enraivecidos: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu sou!” (Jo 8.58). 
 
João assimila de tal modo a eternidade de Jesus que acrescenta, sem pestanejar, mais duas informações solenes: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3) e “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14).
 
Jesus é o único cuja história não tem início no dia do nascimento nem no dia da concepção. Quando se fez carne, ele entrou no tempo e tornou-se visível, audível e palpável. O propósito da descida de Jesus do nível mais alto para o nível mais baixo é fazer-nos subir deste para aquele.
 
Quando o Verbo se fez carne, ele somou a natureza humana à natureza divina e tornou-se tanto “Filho de Deus” como “Filho do homem”. Ele não deixa de ser Deus quando toma a forma humana (Fp 2.1-8) nem deixa de ser homem quando ressuscita dentre os mortos (Lc 24.39-43; Jo 20.27). Por sua natureza divina, Jesus está acima das leis cósmicas e não debaixo delas. Assim, realiza muitas coisas impossíveis ao homem. Por sua natureza humana, experimenta coisas que não combinam com a sua divindade, tais como ter fome, sede, sono e se sentir cansado. Ao se fazer carne, Jesus passou a ser “a imagem visível do Deus invisível” (Cl 1.15)!

O primeiro clarão da salvação
A mais antiga promessa a respeito de Jesus foi feita pelo próprio Deus, pouco depois da criação dos céus e da terra que agora existem, e imediatamente após a queda do ser humano: “De agora em diante, você [a serpente] e a mulher [a mãe de todos os seres humanos] serão inimigas. O mesmo ocorrerá entre a sua descendência [as potestades do ar] e a descendência dela [Jesus]. O descendente da mulher [Jesus] esmagará a sua cabeça [a cabeça da serpente], e você [serpente] ferirá o calcanhar dele [de Jesus]” (Gn 3.15).
 
Essa curta e enfática promessa é conhecida como “o germe da promessa messiânica”, “o primeiro clarão da salvação”, “o protoevangelho”.
 
Entre os muitos descendentes da mulher, apenas um se encaixa perfeitamente na primeira profecia da história da religião. Ele descende só da mulher, sem a participação de homem algum, e recebeu o nome de Jesus, que quer dizer: “O Senhor é a salvação”.
 
É inegável que desde então e ao longo da história tem havido entre a serpente e a humanidade, entre o bem e o mal, entre o justo e o injusto, inimizade, hostilidade, antagonismo, incompatibilidade, rivalidade, atrito e repulsa mútua. Daquele dia em diante o clima é de guerra e não de paz. De guerra total, pois ninguém está de fora apenas assistindo, acompanhando, filmando. De guerra cósmica, pois envolve extraterrestres (anjos e demônios). Não há outro pronunciamento tão explicativo para a nossa conturbada história como esse.

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