Orgulho
Muito boa a matéria de
capa da edição de novembro/dezembro de 2011. Como precisamos -- todos nós, sem exceção -- nos humilhar e abandonar o orgulho! Lembro-me de C. S. Lewis: “O orgulho é a galinha sob a qual todos os outros pecados são chocados”. Ele diz também que o orgulho está sempre olhando de cima para baixo e que, enquanto olharmos de cima para baixo, não veremos o que está acima de nós.
David Figueiredo, Guarapuava, PR
Ótima a matéria sobre orgulho. Muitas vezes não damos a devida atenção a essa “doença” que ataca todos nós. Como deveríamos saber de maneira bem clara, que ela é “o caminho mais curto para o tombo”!
Benedito Filho, Niterói, RJ
Surpreendi-me com a ousadia da matéria de
capa da edição de novembro/dezembro de 2011. Vivemos um momento difícil em nossas igrejas: mudanças repentinas e às vezes capitalistas demais. Aprendi muito com toda a matéria sobre orgulho. Li, reli e li para minha mãe. Marquei os pontos mais importantes e guardei no coração. Excelentes também os comentários e frases dos pastores citados. Eles demonstram que Ultimato não está clamando sozinha no deserto.
Aline Melo, Viçosa, MG
Uma carta que dói
A carta do irmão Luciano dói (
Cartas, novembro/dezembro de 2011). Temos alguém que crê ter sido salvo pela graça, que é chamado para uma nova vida e que a ela se submete, ao andar pelo caminho estreito e não pelo largo e conveniente. Mesmo que as Escrituras digam que o lugar dos covardes, incrédulos, depravados, dos que cometem imoralidade sexual, dos idólatras e mentirosos será no lago de fogo que arde com enxofre (Ap 21.8). O que isso quer dizer? Lembro-me de uma reportagem sobre um bispo -- salvo engano, homossexual declarado -- que entrou pela nave central da igreja com o companheiro. Nunca vi pastor algum desfilar pelo templo liturgicamente com a esposa a tiracolo. Ao agir assim, o bispo fez apologia à homossexualidade, liturgicamente. Um outro pastor -- anteriormente metodista --, homossexual, entendeu que abrir uma denominação gay seria o melhor caminho. Em entrevista concedida, não deixa claro, mas compreende-se que ele tem contatos sexuais ocasionais. Estas não parecem ser as atitudes que o irmão Luciano busca. Como afirmar que não nos encontraremos na Nova Jerusalém por ele ser homossexual? É isto que as Escrituras afirmam? Isto é o que os evangélicos dizem que as Escrituras afirmam. Mesmo aqueles que não se assentam com os “Malafaias” e “Severos” da vida. Pessoas como o Luciano deveriam ser acolhidas e plenamente integradas à comunidade. Porém como, com todos os entraves que existem?
Eduardo Mundim, Belo Horizonte, MG
-- A igreja não tem autoridade para declarar que esta ou aquela pessoa estará dentro ou fora da Nova Jerusalém. Isso pertence exclusivamente a Deus. O profeta Isaías diz que Jesus não viria para esmagar a cana quebrada nem para apagar o pavio já quase apagado (Is 42.3). Isto quer dizer que Jesus não repudiaria os de pequena fé, os fracos, os publicanos, as meretrizes, os homossexuais. Ele mesmo o confirma: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes; [pois] eu não vim chamar justos, mas pecadores ‘ao arrependimento’” (Lc 5.31,32). Contudo, essas duas passagens e muitas outras não dão margem para que os desonestos, os corruptos, os hipócritas, os mentirosos, os adúlteros, as meretrizes, os homossexuais e outros continuem como estão. Jesus veio para curar e não simplesmente para acolher os doentes. Além disso, o que o doente quer é a cura. A salvação inclui o livramento da culpa do pecado (isso é justificação) e do poder do pecado (isso é santificação). Luciano não está sozinho. Todos os cristãos têm problemas em diferentes áreas. Todos têm que aprender a negarem a si mesmos para serem discípulos de Jesus (Mc 8.34). (Veja Os mais santos e os menos santos e A irrefreável homossexualização de homens e mulheres).
Homossexualidade
Após chegar da missa, onde lemos sobre o juízo definitivo em Mateus 25.31, sentei e comecei a ler Ultimato (novembro/dezembro de 2011), revista que aprecio muito. Fiquei horrorizada ao chegar à página 15, onde se lê:
É tão taxativa a condenação bíblica da homossexualidade?. Eu não conheço nenhum verso nos quatro Evangelhos em que Jesus condene alguém por comportamento sexual; menos ainda por orientação sexual. No juízo final ele levará em conta apenas se demos de comer, beber, vestir aos pobres, se visitamos os doentes, aceitamos os estrangeiros. Nada na área do sexo. Tive vários chefes homossexuais nos meus longos anos de trabalho, tanto homens como mulheres. Eram os mais competentes e os mais cristãos. Ajudavam no que era preciso. Acho que no juízo final estarão à direita de Jesus. As nossas igrejas, tanto católicas como protestantes, deveriam sentar-se e perguntar-se de onde vem esta preocupação exagerada com o sexo.
Irene Cacais, Brasília, DF
Secularização
Sempre gostei dos comentários de Ed René Kivitz. Porém, o último (
O leitor pergunta, novembro/dezembro de 2011), em especial, chamou-me muito a atenção. De fato, no Brasil e no mundo as igrejas e movimentos não são monolíticos e estáticos. As igrejas têm passado por processos de secularização e o neopentecostalismo tem tido sucesso. A razão principal disso é o modo como as pessoas têm visto as igrejas e encarado a fé. Acredito que enquanto houver essa secularização a tendência é o surgimento de mais pessoas buscando Deus em lugares errados, onde encontram apenas respostas para seus problemas existenciais e onde haja um deus que não se intromete nas demais áreas de suas vidas.
Marcela Pimentel, Viçosa, MG
Longevidade
Acompanho Ultimato há muitos anos. Sempre incentivo as ovelhas que pastoreio a fazerem uma assinatura, pois sei o grande comprometimento que a revista tem com a Bíblia, além de publicar matérias edificantes. Aproveito a liberdade que imagino ter com vocês para fazer uma sugestão. Sem questionar o profissionalismo das pessoas que trabalham na área, preferiria que não houvesse fundo com cor nas páginas da revista, como aconteceu na edição anterior (
Entrevista, novembro/dezembro de 2011). Isso dificulta a leitura para os mais velhos. Tenho uma ovelha de 91 anos, totalmente lúcida, ativa, frequente, independente e com muito vigor. Ela se chama Eunice e é uma das assinantes que fazem parte de uma assinatura coletiva. Apesar de ter boa saúde, ela tem enfrentado dificuldades com a visão. Porém, não desiste da leitura. Comprou uma pequena lupa para auxiliá-la na leitura diária da Bíblia e de revistas. Fiquei comovido quando ela nos disse esta semana para eu dar a assinatura dela de presente a alguém, devido à dificuldade de leitura. Seria bom que Ultimato tivesse algum tipo de tiragem especial, na qual as letras fossem maiores. Continuem exercendo este excelente trabalho com afinco e amor.
Pr. Cícero Muniz, São Paulo, SP
Alegria, alegria, por favor!
Há muito tempo não leio algo tão edificante, que não fosse na própria Bíblia! Ultimato me surpreendeu com a matéria sobre a alegria (setembro/outubro de 2011).
Débora de Melo, Fortaleza, CE
Quando comecei a leitura de
Alegria, alegria, por favor!, fiquei pensando como seria a conclusão. Porém fiquei feliz e contente no decorrer da leitura por poder compartilhar da verdadeira alegria. A alegria no Senhor deve ser disseminada, para evitar a euforia mundana que leva muitos jovens (e adultos) à frustração. A mensagem que vocês publicaram é transformadora e libertadora. O povo padece por falta de conhecimento.
Queli Nogueira, São José do Rio Pardo, SP
Fiquei maravilhado com tanta riqueza! Ultimato tem nos ajudado a nos despertar nesta época em que a iniquidade se alastra em nosso meio. Alegria, alegria! -- não a que o mundo oferece, mas a que Deus nos concede por misericórdia e caridade.
Roniltom de Campos, Várzea Paulista, SP
Bráulia
Acompanho pela Ultimato o que pensam algumas mentes humildemente brilhantes do meio evangélico. Achei interessante no artigo de Braúlia Ribeiro,
Quando morre uma língua... (“Da linha de frente”, setembro/outubro de 2011), a maneira de pensar da autora sobre o que se perde quando uma língua morre. Gostaria de pontuar apenas que a diversidade de línguas na terra é consequência de um castigo, não de um plano original de Deus.
Francisco Júnior, Colônia do Gurgueia, PI
Catito
Por mais simples que pareça, achei excelente o artigo
Amigos, nossa nova família (“Casamento e família”, setembro/outubro de 2011), de Catito e Dagmar Grzybowski (aprecio também os livros do autor). Algumas vezes, na complexidade da vida, perdemos o que é essencial, como a amizade. Muitos casais sofrem justamente com isto. E, de fato, é uma opção “cara” investir em amizade. Porém, preciosa! Acredito que o evangelho de Jesus é cheio de simplicidade. Ele questionava a religiosidade e os métodos inúteis dos fariseus e doutores da lei. Retomemos o simples e o essencial. Obrigada por me lembrar disto, autores!
Giovanna Amaral, São Paulo, SP
Ashbel Simonton e Gunnar Vingren
O leitor Moizes Gomes, lamentavelmente, faz um comentário (
Cartas, setembro/outubro de 2011) desprovido de análise crítica e de espírito fraterno sobre a comparação do resultado do trabalho do missionário Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana no Brasil, com o dos fundadores da Assembleia de Deus. Segundo o leitor, o trabalho de Simonton não teve grande resultado por não ter este acreditado na mensagem do “evangelho pleno”. O leitor não deixa claro o que chama de “resultado”. Ainda bem que Ultimato esclareceu o posicionamento de Simonton sobre a teologia do “batismo do Espírito Santo”. Acrescento apenas o contexto no qual foram fundadas as duas igrejas. Simonton foi um dos pioneiros do evangelho no Brasil. Ele chegou aqui quando o Brasil era Império e o catolicismo era a religião oficial do Estado. Qualquer templo religioso ou manifestação pública religiosa eram proibidos, segundo a Constituição de 1824. Quando a Assembleia de Deus foi fundada, o solo já estava preparado por missionários vindos de igrejas não-pentecostais, pois estas ainda não existiam. Hoje as igrejas que mais crescem são as neopentecostais, que também professam o “evangelho pleno”. No entanto, as atitudes dessas igrejas são doutrinária e eticamente suspeitas. Seriam os seus líderes mais plenos do Espírito Santo que os missionários pioneiros, que deram literalmente suas vidas ao trabalho do reino?
Nilson Carneiro, Rio de Janeiro, RJ
Escola Dominical
Agradeço a Ultimato pelas matérias maravilhosas, de grande valia para aqueles que lecionam na Escola Bíblica Dominical. Sempre com temas relevantes e instigantes, faz-nos refletir e aprender cada vez mais.
Márcio Vieira, Pindamonhangaba, SP