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Seções — Carta ao leitor

A igreja na berlinda

“Estar na berlinda” é algo muito incômodo. Significa “ser alvo de motejos ou objeto de comentários”. Esta seria a matéria de capa desta edição de Ultimato. Pretendia-se escrever sobre o que os inimigos da fé, a mídia e outros falam de nós e também sobre o que nós falamos de nós mesmos (as acusações mútuas). Nem tudo que todos falam é a expressão exata da verdade. Ainda assim muita coisa não se pode jogar fora. A igreja na berlinda é a igreja cristã de modo geral. Diz respeito à igreja católica romana, à igreja reformada, às igrejas históricas, às igrejas pentecostais (inclusive o movimento carismático católico), às igrejas neopentecostais e aos cristãos sem nome ou sem igreja. Diz respeito aos pastores e seus rebanhos. Para a igreja sair da berlinda há mais oração do que esforço, há mais silêncio (da parte dos que temem exageradamente a crítica) do que discurso, há mais uma reação isolada do que maciça. Esta é mais dos “leigos” do que da cúpula religiosa. Há um número não desprezível de evangélicos e católicos de joelhos, chorando e clamando. O que aconteceu na Europa em direção à Reforma do Século 16 está se repetindo.

O caminho mais inteligente e mais curto para o retorno ainda é a velha receita dada pelo próprio Deus ao povo de Israel no dia da dedicação do templo de Jerusalém, por volta de 959 antes de Cristo: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra” (2Cr 7.14). Porque em muitos casos (ou em todos?) o processo que coloca a igreja na berlinda começa com a soberba, e a volta começa com o exercício da humildade coletiva. Esta edição mostra a necessidade de trocar a soberba pela humildade -- a virtude para Deus ver e não para o homem ver.

Vem a calhar a reflexão de Robinson Cavalcanti: “O pensador cristão deve ser humilde na escuta de seus críticos, mas não pode pautar o seu pensamento por eles ou ‘jogar para a plateia’, preocupado em agradar ou desagradar”. Em sua coluna, Valdir Steuernagel encoraja-nos a convidar Jesus a entrar em nossa casa (ou em nossa igreja ou denominação) não pela porta da sala, mas pela porta da cozinha, onde o encontro com ele será menos formal e mais íntimo.

Em Tornar-se criança, Ricardo Barbosa lembra-nos que, quando os discípulos discutiram entre si para saber qual deles seria o maior no reino dos céus, Jesus tomou uma criança nos braços e disse que o maior seria aquele que se humilhasse como ela.

Elben César

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