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Seções — Cartas

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Alegria, alegria, por favor!
Ao folhear a matéria de capa da edição de setembro/outubro de 2011, verifiquei que alguns artigos falam de felicidade e outros, de alegria, o que denota uma confusão entre os termos. As duas palavras não são sinônimas. A felicidade é um estado de alma que depende das circunstâncias, da presença ou ausência de amigos e pessoas amadas. Vivemos a felicidade na busca da satisfação de novos sentimentos. A alegria não depende das circunstâncias, de amigos à volta, de ambiente festivo, da satisfação dos sentidos. Paulo diz: “Alegrai-vos sempre no Senhor”. A alegria não é uma opção, uma escolha, mas uma ordem, um mandamento. Quatrocentos anos antes de Cristo, Neemias escreve: “A alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10).
Pr. Ezequias Costa
São Paulo, SP

Sou novo assinante e acabo de receber minha primeira revista Ultimato. Somente este exemplar já fez valer a assinatura, sobretudo pelo artigo Louvarei ao Senhor, de Ronaldo Lidório. De forma clara, ele nos leva a refletir sobre o passado, o presente e principalmente sobre o futuro, quando todos louvaremos ao Senhor verdadeiramente unidos.
William Tomaz

Lajinha, MG

De igreja em igreja
Discordamos do subtítulo “De igreja em igreja”, colocado no texto que retoma as palavras de Alfredo Borges Teixeira (Mais do que notícias, setembro/outubro de 2011). Saímos de uma igreja de regime ditatorial e fomos para outra bem diferente. Antes de “jogar farinha no ventilador”, os que se manifestam contrários à transferência de uma denominação para outra deveriam ouvir o problema de cada um.
Berenice e Nélson Camilo
Limeira, SP

O poder do evangelho
Muito claro e objetivo o artigo O poder do evangelho, de Rubem Amorese (Ponto final, setembro/outubro de 2011). O autor é sensível, pois entende e sabe se fazer entender. O evangelho é “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”. Quem crê, experimenta este poder. Quem não crê, fica desdenhando, filosofando, sociologizando, tentando explicar o inexplicável, que vai além da razão e que só o Espírito de Deus pode discernir.
Lucimara Roque
São Paulo, SP

Indecisão
Foi por causa de indecisão (De hoje em diante, setembro/outubro de 2011) que na minha mocidade deixei o evangelho de lado e preferi o mundo e suas concupiscências. Como sofri! Se no começo eu tivesse mais firmeza em seguir a Cristo, o processo seria menos doloroso.
Daniel de Oliveira
Maceió, AL

Pororoca “gay”
Felizmente ainda se levantam, em nosso meio, vozes proféticas que com autoridade e conhecimento proclamam a verdade a quantos queiram ouvi-la. Um desses profetas é o bispo Robinson Cavalcanti, a quem parabenizo pelo excelente artigo Os evangélicos e a pororoca gay (Reflexão, julho/agosto de 2011).
Luciano Pereira
Brasília, DF

De volta ao Senhor
Já fui assinante de Ultimato e confesso que a revista me edificou muito. Sou dependente químico e, por estar afastado do Senhor, deixei de renovar minha assinatura. Hoje, pela misericórdia de Deus, estou em uma comunidade terapêutica e retornando ao caminho.
Michel Conte
São Bernardo do Campo, SP

Estou aqui, Senhor!
Entendo que Cristo trabalha no corpo e se revela ao mundo por meio da igreja. Contudo, é difícil estar dentro desta igreja sendo homossexual e ouvir culto após culto sobre a família e sobre como nós gays somos uma ameaça a ela, uma aberração que precisa ser eliminada. As palavras de desamor ferem a alma já ferida e, se não fosse o entendimento bíblico de que Deus é amor, confesso que há muito teria me tornado inimigo da cruz. Ou então me iludiria e faria parte da chamada “igreja gay”, onde tudo é aparentemente mais seguro e confortável, e “negar a si mesmo” e “tomar a cruz de Cristo” são frases impronunciáveis. Em contrapartida, nela existe amor e acolhimento. Sinto falta disso. Sigo e amo a Jesus Cristo de todo o coração. Há anos fui iniciado na homossexualidade pelo meu pastor. Os bastidores das igrejas fazem corar de vergonha os anjos. Porém, continuo firme na graça, pois é por ela que sou salvo. E se algo precisa ser mudado em mim, faço esta oração: “Estou aqui, Senhor, muda-me!”.
Luciano Silva
Serra, ES

Não admito ser chamada de mártir
É sempre um prazer ler os textos de Bráulia Ribeiro. Parabenizo-a pelo artigo A linguagem de missões que prejudica o reino (Da linha de frente, julho/agosto de 2011). Sou brasileira e moro na Estônia, onde trabalho como voluntária com a juventude em uma zona rural ao sul do país, na qual o evangelho foi rejeitado após a invasão soviética. A Estônia tem sua dose de escuridão, mas onde esta não existe? Sinto-me chamada a servir neste país não pela sombra ou pelo passado tenebroso, mas pela beleza e força que há nele. Não admito ser transformada em mártir por aqueles que se julgam capazes de mensurar o que deixei para trás para estar na Estônia. Se eu colocar na balança a alegria de viver o chamado de Deus para minha vida, sei que não foi sacrifício algum vir para este país.
Lívia Telles
Võru, Estônia

John Stott
Para mim, Stott teve três grandes momentos: seu nascimento em 1921, seu encontro com Cristo na terra em 1938 e seu encontro com Cristo na glória. O fato de ter se tornado capelão da família real e de ter sido indicado como uma das cem pessoas mais influentes do mundo não se compara a esses três momentos. Antes, é o reflexo destes.
Jean de Oliveira
Nova Cruz, RN

Li com profunda emoção o livro O Discípulo Radical, de John Stott. Tendo lido a maioria de seus livros, fui mais uma vez abençoado e encorajado a prosseguir e a honrar o ministério do evangelho, graças ao exemplo, à coerência e à fidelidade bíblica desse servo do Senhor. Stott com certeza está na lista daqueles “homens dos quais o mundo não era digno” (Hb 11.38). Ele escreveu: “Se a glória de um pôr-do-sol já nos impressiona, como será quando estivermos diante da beleza do novo céu e da nova terra?”. Agora, Stott já sabe!
Pr. Rodinon dos Santos
Montes Claros, MG

Macumba gospel
As mais variadas esquisitices estão surgindo no mundo neopentecostal. Isto está acontecendo por causa do abandono da Palavra, como diz Oseias: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (4.6). Precisamos nos informar, ler, estudar, examinar as Escrituras e tornarmo-nos cristãos bereanos. Muito do que há é macumba gospel, “outro evangelho”, numerologia, esoterismo travestido em Palavra de Deus. Alguns pastores olham mais para o caixa da igreja do que para a qualidade de caráter de seus membros, que estão caindo e cedendo ao cântico da sereia prosperidade e aos seus adornos. Fiquemos alertas, pois o inimigo encontrou o meio mais trivial de estragar a seara do Senhor: semeando o joio no meio do trigo.
Pr. Marco Antonio Sales
Nova Iguaçu, RJ

Mais cristão e mais decente
Agradeço o zelo que Ultimato tem por nós leitores, principalmente pelo nosso intelecto. Quando leio e absorvo o conteúdo da revista, me sinto mais inteligente, mais gente, mais cristão, mais descente. É desse zelo que falo. Ultimato faz bem à mente e ao coração. É verdadeiro instrumento de mudança na vida de muitos.
Raphael Machado
São Carlos, SP

Oremos uns pelos outros
Sempre leio Ultimato com interesse. Há muita espiritualidade na revista, e é edificante. Aproveito-a nas homilias.
Pe. Benedito Halter
Porto Feliz, SP

Com muito pesar solicito o cancelamento de minha assinatura da revista Ultimato, por motivo de deficiência visual gradativa, devido à catarata e à idade, 87 anos. Agradeço e proponho: “Oremus ad invicem” (Oremos uns pelos outros).
Dom Urbano Allgayer, bispo emérito de Passo Fundo, RS

Ecumenismo
Já fui assinante de Ultimato. Não renovei a assinatura, pois há muito tenho visto a revista desenvolver uma linha ecumênica com a qual não concordo. Há muitos textos sobre a Igreja Católica. Por causa disso o conteúdo de Ultimato decaiu bastante. Talvez essa tenha sido uma estratégia comercial. Contudo, penso que, se continuar assim, em breve estará publicando artigos espíritas ou conteúdos semelhantes, o que é lamentável.
Pr. João Graebin
Formosa, GO

O céu aberto de Agostinho
É uma graça saber que católicos e protestantes têm raízes comuns, como é o caso dos estudiosos da patrística. Há muito queria saber mais sobre a vida de Agostinho e a matéria de capa da edição de março/abril de 2011 abriu-me o caminho. O pensamento do bispo de Hipona consistia na busca pela soberania de Deus em sua vida por meio da própria sabedoria, que ele tanto procurava. Agostinho descobriu que a sabedoria não era o saber, mas o conhecer a Deus, nosso sumo bem. Ele encontrou a sabedoria ao encontrar o amor verdadeiro. Parabéns a Ultimato. Matérias como esta promovem unidade e abrem caminho para a reconciliação e o diálogo cristão. Este é um caminho longo, mas, se trilhado na caridade de Cristo, um dia chegaremos lá.
Andréia de Faria
Ouro Fino, MG

O colégio de Jesus e a educação teológica das Assembleias de Deus
O site do MEC informa que há oito instituições cadastradas com o nome Assembleia de Deus, desde o Paraná, passando por São Paulo, até Macapá e Piauí. A faculdade que a matéria de capa da edição de julho/agosto de 2011 menciona fica no Rio de Janeiro e oferece apenas três cursos: administração, direito e teologia. Porém, administração e direito são apenas autorizados pelo MEC (fase anterior ao reconhecimento). Somente o curso de teologia é reconhecido pela instituição. Fora este equívoco, Ultimato está de parabéns pelos textos sobre o centenário das Assembleias de Deus.
Alexander Fajardo
São Paulo, SP

Ordenação feminina
Lamento a entrevista Ordenação feminina (março/abril de 2011). A Bíblia é supracultural -- ela molda a cultura, não o contrário. A revelação de Deus deve redimir a cultura. Afirmar que a não ordenação feminina é machismo, é uma grande injustiça. A Igreja Presbiteriana do Brasil não ordena mulheres aos ofícios sagrados, pois ela é fiel à Bíblia. A Presbyterian Church USA começou com mulheres e agora já pensa em ordenar homossexuais. Esse é o caminho daqueles que relativizam a Palavra de Deus, sempre oportuna e pertinente. Lamento a posição de Waldyr Carvalho Luz e de Ultimato.
Rev. Fábio Bezerra
Sobradinho, DF

Cartas da prisão
Minha mãe é missionária, minha esposa é evangélica e estou lendo um livro cristão. Estou no caminho certo, o caminho da salvação.
Dário
Casa Branca, SP

Li em Por Que (Sempre) Faço o Que Não Quero? o testemunho do “office-boy” que violentou e assassinou nove mulheres no Parque do Estado em São Paulo, SP: “Eu tenho um lado bom e um ruim, que se sobrepõe ao bom”. Entendo que o lado ruim continua vivo dentro dele. Tiro essa conclusão baseado em meu próprio exemplo. Quando fui preso em junho de 2008, descobri este meu lado, que se manifestou durante três dias consecutivos. Entretanto, eu não o alimentei, pois não o queria dentro de mim. No começo foi difícil, mas o Deus em quem creio é mais forte do que o mal.
José da Silva
Sorocaba, SP

Relendo a Carta ao leitor da edição de julho/agosto de 2011, me deparei com o título Geladeira estragada. Só então entendi o que estava escrito. Ao ver alguns cristãos louvando, orando e gritando eu dizia sempre que aquele “barulho” não era necessário, pois Deus não é surdo. Porém hoje, por estar na presença do Senhor, entendo que o “barulho” é consequência do clamor dirigido a Deus. Hoje eu também levanto clamores ao Senhor e dou glórias a Deus em alta voz. Entretanto, há alguns irmãos que não agem da mesma forma, e Deus opera na vida deles e de seus familiares. Entre nós, alguns gostam de “barulho”, outros, não. Contudo, uns respeitam os outros, e moramos e buscamos a Deus juntos em uma mesma cela.
Sérgio Lima
Flórida Paulista, SP

Sou cristão e moro em uma cela, onde é a nossa igreja. Realizamos cultos ao ar livre no presídio para trezentas pessoas que necessitam ouvir a Palavra de Deus. Precisamos de folhetos.
Luciano Rubiar
Caixa postal 43 – 15496-900, Riolândia, SP

Ao folhear Ultimato, me deparei com algumas Cartas da prisão. Percebi que vocês não fazem acepção de pessoa. Gostei de ver os testemunhos de outros irmãos. Tenho 26 anos e estou no presídio de Mirandópolis. Converti-me nesta penitenciária em 2008. Nunca tinha entrado em uma igreja evangélica antes.
Wellington Telles
Mirandópolis, SP

Fora da prisão
Agradeço pelo apoio que Ultimato me deu durante os meses em que estive privado de liberdade. Hoje estou em casa, graças a Deus.
Fábio de Jesus
Paracambi, RJ

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Opinião do leitor

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