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Seções — Carta ao leitor

O direito de ser feliz

Não só a Inglaterra, mas o mundo inteiro acaba de perder mais um dos notáveis pregadores ingleses cujo prenome é “John”. Trata-se de John Stott (1920–2011). Antes dele, em ordem cronológica de trás para frente estão: “John” Wycliffe (1329–1384), o pré-reformador; “John” Donne (1573–1631), considerado o nome mais importante da chamada terceira Reforma; “John” Milton (1608–1674), autor de “Paraíso Perdido” e “Paraíso Recuperado”; “John” Bunyan (1628–1688), pregador e escritor puritano, autor de “O Peregrino”, o livro mais lido depois da Bíblia; “John” Wesley (1703–1791), o metodista que “descongelou” a Igreja Anglicana; e “John” Newton (1725–1807), escritor de hinos sacros, inclusive “Amazing Grace” (Maravilhosa Graça). Na seção Especial, o leitor vai encontrar textos sobre John Stott, um dos pregadores mais cristocêntricos da história.

O lembrete de Jorge Henrique Barro precisa ser levado a sério: “A igreja é um centro de hospitalidade, de refúgio e abrigo, de misericórdia e esperança, e também um sinal para indicar o caminho para o reino de Deus”. René Padilla acrescenta mais sobre o assunto: “Sem desconhecer e minimizar as grandes diferenças de tempo e espaço entre nós e Jesus, a igreja é chamada a continuar a missão do seu Senhor ao longo da história até que ele volte”.

Robinson Cavalcanti recorda que, “a princípio, as igrejas congregacionais, presbiterianas, batistas, episcopais e evangélicas, aqui no Brasil, partilhavam de uma herança e de uma teologia em comum, um legado que, vindo da Reforma Protestante do Século 16, incluía traços do puritanismo, pietismo, avivalismo e movimento missionário”.

Leonel quer saber se os pastores estão errados em pregar a teologia da prosperidade e Rosângela quer ficar por dentro do fundamentalismo. Ed René Kivitz responde a ambos.
Conhecida no Brasil e no mundo por sua pregação contra a poluição e o esgotamento do meio ambiente, Marina Silva escreve na seção Meio ambiente e fé cristã que “é tempo de trabalhar para reverter tanto a devastação das almas quanto a do planeta”.

O que dizer sobre o direito de ser feliz? A felicidade existe? A felicidade é mesmo possível? O que a felicidade não é? É possível que o leitor encontre respostas para essas perguntas existenciais na matéria de capa desta edição. Veja o artigo do missionário e missiólogo Ronaldo Lidório, Louvarei ao Senhor “em todo o tempo”. Façamos um sério esforço para alcançar ou recuperar a felicidade -- não nos bens seculares nem nas circunstâncias favoráveis!

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