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Seções — Cartas

Assembleia de Deus -- 100 anos
Muito interessante os artigos sobre o Centenário da Assembleia de Deus (julho/agosto de 2011). Faltou mencionar, e até mesmo destacar, a participação de Frida Vingren ao lado dos pioneiros. Frida abriu frentes de trabalho em muitos lugares. Era responsável, no início da obra no Rio de Janeiro, pela leitura devocional nas aberturas dos cultos e pela execução dos hinos -- era organista e violonista. A “Harpa Cristã” contém cerca de 23 hinos de sua autoria. Quando Gunnar Vingren se ausentava da igreja, em visita ao campo missionário, Frida o substituía pregando e dirigindo os cultos e trabalhos oficiais. Ela exerceu a direção oficial das reuniões realizadas aos domingos na Casa de Detenção do Rio de Janeiro. Era excelente pregadora e tinha um grande carisma.
Regina Mello
Barra da Tijuca, RJ

-- Por falta de espaço, Ultimato deixou de publicar o texto “A não-ordenação feminina na história assembleiana”, no qual Frida Vingren é citada. Para ler o artigo, clique aqui.

Graças a Deus crescemos na graça e no conhecimento nestes 100 anos de Assembleia de Deus no Brasil. Fomos ensinados que apenas nós éramos salvos; mas isso foi há quase 50 anos. Éramos discriminados como pessoas possessas e inúmeras publicações nos expunham ao ridículo. Nos anos 70, quando ainda estudava na Universidade Federal de Pernambuco, eu era discriminado por causa da minha fé. Na ocasião, algumas vezes encontrei alento nos artigos de Robinson Cavalcanti, que, então, liderava a nossa ABU.
Clóvis Moura
Brasília, DF

Excelentes as matérias sobre os 100 anos das Assembleias de Deus (julho/agosto de 2011) e o texto Deus chama quem quer, quando quer e como quer -- principalmente a conclusão: “O certo é que Deus é soberano e fala ‘muitas vezes e de muitas maneiras’, até mesmo por meio de uma jumenta”.
David Figueiredo
Guarapuava, PR

Muito mais do que recuperar marginais e analfabetos, a Assembleia de Deus cooperou preventivamente com a estabilidade do casamento e com a educação de filhos; com o gerenciamento de conflitos sociais, ao primar pelo ensino das relações humanas pautado nos preceitos bíblicos; com a proposta da redenção social por meio do binômio trabalho e fé, ao promover esperança para aqueles que se consideravam excluídos, e muito mais. Enfim, não se pode resumir o que ela realizou em poucas linhas.
Sérgio Sena
Campo Grande, MS

Ao ler Pérolas pentecostais (julho/agosto de 2011), os leitores escandinavos devem ter ficado horrorizados com a informação de que a capital da Finlândia foi mudada para a Dinamarca. Fez-me lembrar o caso de um colega de trabalho que procurava no mapa da Europa um país chamado Austrália...
Ronald Brewer

-- Helsinque é capital da Finlândia e não da Dinamarca, como foi publicado.

Os artigos de capa da edição julho/agosto de 2011 foram relevantes. Contudo, na comparação entre os pioneiros da Assembleia de Deus e o da Igreja Presbiteriana, percebe-se uma ponta de ciúmes. Há algumas semelhanças curiosas. Porém, a diferença fundamental está no resultado. Porque a plenitude do Espírito Santo, ao atuar na vida dos que dão lugar a ela, fez (e faz) a diferença. Se o pioneiro da Igreja Presbiteriana tivesse crido na mensagem do evangelho pleno, com certeza o resultado teria sido bem mais expressivo.
Moizes Gomes
Iporá, GO

-- Ashbel Green Simonton, o pioneiro da Igreja Presbiteriana, buscava a plenitude do Espírito Santo e pregava sobre ele. No dia 20 de janeiro de 1861, ele registrou em seu diário: “Mais do que qualquer coisa, preciso do batismo do Espírito Santo. Se agora enquanto espero, na iminência de começar o meu trabalho ativo de pregação do Evangelho de Cristo, pudesse receber o dom do Espírito para habilitar-me para o trabalho, como ficaria feliz” (“O Diário de Simonton”, p. 145). Em seu sermão “O Consolador”, Simonton diz: “O Espírito Santo auxilia os fiéis nas dificuldades, nos apertos e nos perigos em que se acham. Saem vencedores dessas coisas, porque Jesus envia-lhes o poderoso auxílio do Espírito” (Mochila nas Costas e Diário na Mão, p. 150).

Geladeira estragada
Lamentável o comentário do assembleiano que chamou de geladeira a igreja do amigo presbiteriano (Carta ao leitor, julho/agosto de 2011). Mesmo sem maldade, é desnecessário. Sou assembleiano e só uma coisa justifica tal comportamento: falta de conhecimento da denominação irmã.
Marcos Malheiros
Campinas, SP

Questão homossexual
É ótimo e oportuno o texto Evitar a promiscuidade na relação gay é bom, mas não é suficiente (“Mais que notícias”, julho/agosto de 2011). Ando preocupado com os pronunciamentos que tenho lido de alguns líderes evangélicos sobre a questão homossexual. Já vi de tudo, desde defesas apaixonadas aos “perseguidos homossexuais”, passando por teses capengas e escandalosas de que o importante é que exista amor, a defensores ferrenhos de “igrejas para gays”. Não sei se o atual momento de defesa de direitos dos homossexuais motivou o surgimento de vozes antes insuspeitas, mas algumas opiniões têm causado perplexidade.
Washington Barbosa
Duque de Caxias, RJ

Que Ultimato continue mantendo de forma correta e bíblica sua posição em relação ao homossexualismo, apesar das críticas.
Roniltom de Campos
Várzea Paulista, SP

Por que os líderes evangélicos não levantam a bandeira, tão enfaticamente quanto o fazem em relação à questão da homofobia, contra o estado de miséria social e econômica em que vivem milhares de brasileiros? Contra a concentração aviltante de renda, que caracteriza o Brasil como um dos países mais desiguais do mundo? Contra a corrupção econômica e política presente em nosso contexto? Ou mesmo contra a degradação ambiental tão acelerada atualmente?
André Martins
Campina Grande, PB

Ordenação feminina
Agradeço a vocês pela coragem em publicar a entrevista tão necessária, bíblica e sensata de Waldyr Carvalho Luz sobre a ordenação feminina (março/abril de 2011). Há meses venho tentando estudar a posição igualitarista. Entretanto, o que achei foi argumentação sociológica e não bíblica.
Mariana Duarte
Governador Valadares, MG

Uma das poucas críticas que faço a Ultimato é em relação à entrevista com Waldyr Carvalho Luz sobre a ordenação feminina. A maioria das perguntas foi do tipo: “Por que você acha que está tão correto e os opositores tão enganados?”. Quando o assunto é controverso, o papel do entrevistador é “apertar” o entrevistado, a fim de que ele forneça os argumentos mais profundos. Infelizmente isso não ocorreu, o que empobreceu a entrevista.
Luciano dos Santos
São Carlos, SP

Cartas da prisão
Muito obrigado pelas revistas e pelo livro Por Que (Sempre) Faço o Que Não Quero?. Estou crescendo cada vez mais com essas leituras e suportando melhor a situação em que me encontro.
Glauco Machado
Balbinos, SP

Agradeço Ultimato por se lembrar de nós presidiários, pois também somos criaturas de Deus, evangélicos e tivemos um encontro com Jesus. Portanto, além de criaturas, somos filhos de Deus e co-herdeiros com Cristo. Deus me tocou dentro do presídio, quebrando o meu ego, jogando por terra o meu orgulho. Não foi fácil tomar a atitude de confessar Jesus como meu único e suficiente Salvador, pois o crime era a minha vida. Porém, entreguei-me a Cristo, fui e estou sendo transformado a cada dia.
Sérgio Lima
Flórida Paulista, SP

Sou servo do Senhor Jesus. Estou em uma penitenciária, um lugar cheio de dificuldades. Contamos com a força do povo de Deus que está do lado de fora. Só há pessoas com semblante fechado onde estamos. Porém, quando elas olham para os servos do Deus Altíssimo, veem pessoas felizes que se encontram nas mesmas condições que elas.
Adriano de Andrade
Casa Branca, SP

-- Nas últimas semanas, Ultimato recebeu 23 cartas de presidiários. O ministério que vários irmãos desenvolvem entre eles, e o deles próprios com os companheiros de prisão, é maravilhoso. Lembremo-nos de que Onésimo, ex-escravo de Filemon, converteu-se na cadeia, por influência de Paulo.

88 anos
Peço o cancelamento da minha assinatura, pois, por motivo justo de enfermidade, aos 88 anos de idade, estou limitada em muitas atividades. Agradeço a Deus as publicações de Ultimato, que muito me auxiliaram.
Walkíria da Guia
Nilópolis, RJ

Diversidade
Leio Ultimato desde quando entrei na faculdade, em 2006. Nunca me decepcionei com a revista e sempre tinha vontade de escrever quando via alguém a criticando. Porém, nunca o fiz, pois percebi que ela não precisava de defensores.
Daniela Nogueira
Belo Horizonte, MG

Ultimato tem sido para mim uma fonte de aprendizado, crescimento e também uma oportunidade de divulgar a Palavra de Deus. É uma revista de leitura prazerosa, que apresenta assuntos atuais que me levam a refletir e questionar a trajetória do cristianismo como agente transformador em um mundo global e secularizado.
Erika Herzog
Camaragibe, PE

Ricardo Gondim
Senti falta da coluna de Ricardo Gondim na edição de julho/agosto de 2011. Se ele sair da equipe de colunistas, vou lamentar muito. Entretanto, não lamentarei menos do que tenho lamentado pelo seu envolvimento com o teísmo aberto. Apesar desse envolvimento, gosto de suas palavras, com as devidas reservas. Aprendi a admirar esse aspecto de Ultimato: a diversidade. Não a vejo como um compêndio teológico, mas como um cardápio da diversidade evangélica brasileira.
Alexander Boechat
Cataguases, MG

É uma pena que Ultimato tenha cortado a participação de Ricardo Gondim na revista. Ele era o escritor mais instigante. Talvez a intenção seja deixá-la mais homogênea, o que é compreensível. Lamento, pois fica acentuada a tendência de reafirmar as mesmas verdades, sem abertura para provocações que nos façam refletir sobre novas percepções sobre a fé. É interessante notar que não conseguimos lidar com diferenças quanto às questões sexuais. Mesmo que se argumente que há muito no pensamento de Gondim que não mais se encaixe na ortodoxia reformada, a gota d’água é o fato de ele defender a união civil homossexual. Não vou agir como a revista: continuo assinando-a, embora folheie as páginas com menos interesse.
Henrique Ziller
Brasília, DF

Erramos
A notícia O que os missionários fazem nas férias? (julho/agosto de 2011) refere-se ao Fórum para o Cuidado Integral de Missionários, que aconteceu em março, e não à 6ª Consulta do Cuidado Integral do Missionário, ocorrida em maio, como publicamos.

John Stott*
Conheci John Stott ao ler o livro “A Cruz de Cristo”, em 1997. Desde então, mesmo sem ele saber, se tornou um companheiro de jornada... Seus livros foram leituras obrigatórias. O seu testemunho bem como sua influência em Lausanne fizeram com que nele eu pudesse contemplar um dos grandes instrumentos de Deus na vida da Igreja, na transição do Século 20 para o 21. 
As lágrimas de agradecimento a Deus por sua vida se misturam às de tristeza por sua partida.
Klaus Friese
São Francisco do Sul, SC

John Stott foi um mestre inesquecível da Palavra de Deus. Conseguia expô-la de maneira profunda e relevante e despertava em nós a sede por ela e pelo conhecimento do Senhor. Ele também me marcou pela sua acessibilidade. A primeira vez em que fui procurá-lo para uma breve conversa pessoal, fiquei impressionada ao ver que sabia meu nome e quando me disse que estava orando por mim (isso foi antes de ir à Angola). Uma vez recebi uma carta dele assinada “Tio Juan”. Continuarei lendo seus livros para aprender mais. Louvo a Deus pela vida desse servo fiel.
Antonia van der Meer
Viçosa, MG

Nota
* Comentários publicados originalmente em www.ultimato.com.br/conteudo/memorial-john-stott/stott

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