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Seções — Vamos ler!

A Comunidade do Rei”; uma reflexão sobre a igreja que Deus quer
Howard Snyder
216 páginas
ABU Editora, 2004
www.ultimato.com.br
A igreja é um dos capítulos mais fracos da teologia evangélica contemporânea. O assunto preferido desta, provavelmente por influência do individualismo, é a salvação pessoal, com muito pouca referência à dimensão comunitária. O livro “A Comunidade do Rei”, escrito pelo teólogo e também missionário no Brasil por vários anos, Howard Snyde, corrige essa deficiência de abordagem teológica por meio de um enfoque sério no ensino bíblico sobre a igreja como manifestação concreta do reino que Jesus Cristo introduziu na história por sua própria pessoa e obra, e que ele consumará em sua segunda vinda. Esta obra de Snyder, enriquecida por uma rica bibliografia de autores evangélicos latinoamericanos é, sem dúvida, uma das mais valiosas contribuições à eclesiologia contemporânea.
C. René Padilla, presidente emérito da Fundação Kairós, em Buenos Aires

Dicionário Analógico da Língua Portuguesa”; ideias afins
(2ª edição atualizada e revista)
Francisco Ferreira dos Santos Azevedo
800 páginas
Editora Lexikon, 2010
www.lexikon.com.br
Com quantas palavras se pode dizer a mesma coisa ou quase a mesma coisa? Quais possuem o mesmo sentido e podem enriquecer uma frase, um poema ou um artigo? Todos os afeitos à escrita fazem essas perguntas, dada a sua aversão à repetição. Repetir palavras pode parecer um desconhecimento da língua para a qual se escreve, o que é um pecado imperdoável para o escritor, cuja ferramenta mestra é a língua. Não saber usá-la é desqualificar-se como arauto da língua. Daí a importância do “Dicionário Analógico da Língua Portuguesa”; ideias afins, de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. Trata-se de um livro extenso e intenso. Nele descobrimos, por exemplo, maneiras diferentes de usar o termo “passatempo”, mencionado por Chico Buarque de Holanda na introdução à obra. Para “passatempo” temos, segundo ele, “desenfado”, “espairecimento”, “entretém”, “solaz”, “recreio”, “filistria”. A primeira edição do dicionário foi lançada em 1950; a nova, já com a nova ortografia, no final de 2010.
Ariovaldo Ramos, articulista e conferencista, ministro na Comunidade Cristã Reformada, em São Paulo

A Grande Lacuna”; a omissão que compromete a missão
Richard Stearns
336 páginas
Garimpo Editorial, 2010
www.garimpoeditorial.com.br
O livro impressiona pela quantidade e diversidade de recomendações. São dezoito, de Bono Vox (vocalista da banda U2) a Jim Wallis (presidente da Sojourners), passando por Max Lucado, Eugene Peterson, Bill Hybels e Madeleine Albright (ex-secretária de Estado americana). O autor é presidente da Visão Mundial dos Estados Unidos. Formado pela Universidade Cornell e com MBA na Wharton School da Universidade da Pensilvânia, Stearns escreve para vários jornais e revistas dos Estados Unidos. Começou a carreira profissional na área de marketing, na Gillette Company, e trabalhou em outras grandes empresas. O autor intercala habilmente dados biográficos, textos bíblicos e relatos da intervenção de igrejas em contextos de pobreza e injustiça. A “grande lacuna” a que ele se refere em seu texto é bem ilustrada pela história relatada no início do livro:
“Quando Jim Wallis estudava na Trinity Evangelical Divinity School, ele e alguns de seus colegas fizeram uma pequena experiência. Percorreram todos os 66 livros da Bíblia e sublinharam cada passagem e versículo que tratasse de pobreza, riqueza, justiça e opressão. [Depois cada um desses versículos foi recortado da Bíblia]. Esses temas eram tão centrais nas Escrituras que a Bíblia que sobrou ficou em frangalhos. [...] Há quase 2 mil versículos nas Escrituras que tratam da pobreza e da justiça. Quando Jim discursava sobre essas questões, ele segurava seu livro esfarrapado no ar e proclamava: ‘Irmãos e irmãs, essa é a nossa Bíblia norte-americana; ela está cheia de lacunas. Por que não aproveitamos [...] e começamos a recortar todas aquelas passagens às quais não prestamos nenhuma atenção, todos aqueles textos bíblicos que simplesmente desconsideramos?’”.
Klênia Fassoni

“A Mortificação do Pecado”
John Owen
296 páginas
Editora Vida, 2001
www.editoravida.com.br
Ninguém discursa melhor sobre a mortificação da natureza pecaminosa do que John Owen. Nascido em 1616 e morto em 1683, ele completou o mestrado aos 19 anos e foi ordenado pastor aos 21. Na década de 1640, foi capelão de Oliver Cromwell, o principal líder do Parlamento inglês, além de deão e vice-reitor (a partir de 1652, quando tinha 36 anos) da maior faculdade de Oxford. Com cerca de 20 anos Owen passou pela experiência de tremenda convicção do pecado descrita em Romanos 7, o que o ajudou a descobrir que sozinho não poderia vencer suas inclinações pecaminosas. Preparou uma série de sermões sobre o assunto e pregou sobre ele na Christ Church, em Oxford. Em 1656, aos 40 anos, reuniu todo o material e publicou o livro “A Mortificação do Pecado”, traduzido para vários idiomas e publicado no Brasil pela Editora Vida, em 2001.
Para Owen, fora do auxílio do Espírito Santo, “todos os demais meios de mortificação são vãos, todas as ajudas nos deixam indefesos. Imprescindivelmente, só o Espírito Santo realiza a mortificação dos nossos pecados”. Deixar de empregar diariamente o Espírito e nossa nova natureza, continua Owen, “é negligenciar o socorro excelente que Deus providenciou contra nosso maior inimigo” (o pecado residente). Mais de 350 anos depois de escrito, este pequeno livro pode ajudar-nos a redescobrir o auxílio do Espírito Santo na luta contra o pecado.
Elben César

Livres da Tirania da Urgência
Charles E. Hummel
144 páginas
Editora Ultimato, 2011
www.ultimato.com.br
“Livres da Tirania da Urgência”, de Charles Hummel, nos ajuda a entender que administrar a agenda traz em si o desafio de administrar a própria vida. Seus “insights” são preciosos e suas orientações, muito úteis. De maneira prática ele nos ensina sobre a arte de dizer não, lembrando-nos da dura verdade de que “você é a pessoa indispensável somente até o momento em que diz não”.
Entender os valores que devem nortear as prioridades de nossas ocupações, assim como buscar em Deus sabedoria e discernimento para as melhores decisões quanto ao uso do tempo são ensinamentos abordados pelo autor.
De maneira lúcida e profética, Hummel afirma que não somos servos do relógio, mas nosso Senhor chama-se Jesus Cristo, a quem importa seguir e obedecer. Muitas vezes, sem perceber, tornamo-nos reféns da tirania da urgência, que -- sutil, progressiva e intencionalmente -- lança suas teias para nos embaraçar e tornar nossa caminhada pesada, cansativa e improdutiva. O autor não somente denuncia a opressão, mas também aponta estratégias para sairmos, com a ajuda e direção do Espírito Santo, do labirinto emaranhado.
Hummel diz que uma vida em liberdade e alegria é alcançada por aqueles que passam tempo na presença do Pai em oração e meditação na Palavra. Assim como a pausa faz parte de uma boa música, o descanso, segundo a Palavra, faz parte de uma vida projetada pelo Senhor.
A leitura desse livro pode ser libertadora. Afinal, a agenda, ou melhor, a vida é uma só e vale a pena ser bem vivida.
Rodolfo Montosa, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Londrina e fundador do Instituto Jetro, organização interdenominacional sem fins lucrativos que visa contribuir com as igrejas nas áreas de gestão ministerial e liderança cristã.

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