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Seções — Cartas

Pascal
Eu estava descontente com boa parte das matérias de Ultimato há algum tempo, pois não estavam sendo úteis para o amadurecimento da minha fé cristã. No entanto, a edição de maio/junho foi extraordinária, especialmente a matéria de capa, Fé, razão, pecado e redenção no pensamento de Blaise Pascal. Parabéns e continuem assim. Aproveito para dizer que não é verdade que Ultimato fez ou faz campanha de ódio contra os homossexuais, como diz a carta de João Kouffi, publicada na mesma edição. A revista tem mantido de forma coerente a posição bíblica sobre o assunto.
João Antonio de Almeida, Tatuí, SP

A edição de maio/junho, cuja matéria de capa é sobre a pessoa e o pensamento de Blaise Pascal, é uma das melhores desde que me tornei assinante! Tão boa que meu filho de 17 anos está entusiasmado.
Vitório Pinto, Magé, RJ

A cada dia que passa a noiva (igreja) se coloca à frente do Noivo e torna-se menos cristocêntrica, mais mundana e denominacional e perde o foco. A liderança da igreja precisa falar mais a respeito do Noivo que da noiva. Aprende-se muito sobre costumes e pouco sobre princípios bíblicos irrevogáveis. Maravilhoso o artigo Pascal -- Jesus Cristo é o centro para onde tudo converge (“Capa”, maio/junho de 2011). Precisamos ler as Escrituras com sede do Noivo. Parabéns a Ultimato, que não negocia com a verdade, mas leva-a a sério.
Pr. Marcelo, Duartina, SP

Cotidiano
Parabenizo Ed Rene Kivitz pelo texto lúcido sobre oração (maio/junho de 2011). É um dos mais inspirados e objetivos que li sobre o assunto ultimamente. Parabenizo também Paul Freston pelo excelente artigo sobre Gregório (“Ética”). Ultimato inspira minha vida e ministério.
Obede Silva, Fortaleza, CE

Entrevista
A entrevista Islamismo e democracia não são incompatíveis (maio/junho de 2011) poderia ter sido esclarecedora. Porém, devido ao pequeno espaço concedido a Ramez Atallah, as respostas foram superficiais. Fiquei desapontado com o conteúdo.
Walbervan Pontes, Fortaleza, CE

O prolongamento da dor
No texto “O prolongamento da dor” (“Abertura”, maio/junho de 2011), Elben César interpreta literalmente o versículo: “O choro pode durar a noite inteira, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5). Segundo ele, a dor pode durar mais de um dia, mais de uma semana etc. Todavia, parece claro que o autor bíblico queira mostrar a possibilidade de o sofrimento se prolongar, como uma noite de sofrimento demora a passar. Porém, a promessa da graça e do alívio também se cumprirá, como o sol sempre chega, mesmo depois de uma longa noite.
Djaik Neves, Jataí, GO

Em defesa da teologia
Gostei muito do artigo “Em defesa da teologia” (“História”, maio/junho de 2011), de Alderi Souza de Matos. Ele consegue falar de vários assuntos com profundidade. A declaração de que “a teologia é uma tarefa imprescindível e absolutamente essencial” é ousada e desafiadora. Aprendi a admirar o autor pelos artigos que ele escreve para Ultimato.
Jean de Oliveira, Nova Cruz, RN

A espiritualidade cristã e a cultura narcisista
Parabenizo Ultimato por ser um canal de bênção e de reflexão sobre o cristianismo do dia-a-dia. Ao ler o artigo “A espiritualidade cristã e a cultura narcisista”, de Ricardo Barbosa (“O caminho do coração”, maio/junho de 2011), lembrei-me do texto de Mateus 5.3: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Interpreto este versículo assim: felizes os que se esvaziam de si mesmos e se enchem de Deus. O comportamento narcisista tem afetado os cristãos. Estes exibem o “grande eu” nos sites de relacionamentos e nos cargos que ocupam nas igrejas, os quais os enchem de orgulho, por serem seguidos e elogiados. Com isso, acabam perdendo o sentido do cristianismo.
Renan Souza, Poá, SP

Altos papos
Interessante a reflexão e a aplicação feita por Manu Magalhães em “Hitler, Roberto Jefferson e eu” (“Altos papos”, março/abril de 2011). Faço uma única ressalva: ao dizer que Jesus, como nós, tinha sede de poder e de aceitação, ela apresenta características de Jesus que eu simplesmente não consigo encontrar nos Evangelhos, nem fazendo um esforço exegético. Quanto à primeira (sede de poder), sugiro que se leia Mateus 26.53 e João 10.18; em relação à segunda (sede de aceitação), a sugestão é João 6.67.
Antônio Alves, Americana, SP

O artigo “Hitler, Roberto Jefferson e eu”, de Manu Magalhães (“Altos papos”, março/abril de 2011), me confrontou com o real, verdadeiro e vivo perdão de Deus, que também devemos exercer em nossos relacionamentos. Levou-me a perceber o significado do perdão de Deus na minha vida e o lugar que ele tem na vida cristã.
Fabiano Portela, João Pessoa, PB

Sugestão de pauta
Gostaria que Ultimato fosse menos elitizada e falasse mais sobre a vida do povo evangélico. E também que escrevesse sobre os crentes que pregam nos trens, nas ruas, nos presídios. Continuem publicando matérias sobre homossexualismo, aborto, eutanásia e casamento.
Joubert da Conceição, Duque de Caxias, RJ

Igreja Anglicana
Saiu uma reportagem, em cadeia nacional, dizendo que a Igreja Anglicana, apesar do nome diferente, é uma extensão da Igreja Católica. A informação procede?
Evandro César, Carolina, MA

-- A Igreja Anglicana é uma igreja reformada, ou protestante, que mantém o episcopado histórico, os sacramentos e a liturgia. Tem em comum com as Igrejas Orientais e a de Roma alguns aspectos estéticos exteriores, mas não a teologia. Ela descende da Igreja Celta autônoma dos primeiros seis séculos, localizada nas Ilhas Britânicas. Esteve, posteriormente, sob a autoridade papal, da qual se desvinculou quando da Reforma Protestante do Século 16. Está presente hoje em 165 países, com 80 milhões de seguidores, e tem a Sé de Cantuária como símbolo de unidade.
Dom Robinson Cavalcanti, bispo anglicano da Diocese de Recife, PE

Cartas da prisão
Acabo de escrever um livro: “Dados Importantes da Vida de Paulo”. Foram nove meses de pesquisa bíblica. Quero continuar esse trabalho, mas preciso do apoio de alguma editora.
Pr. Rovilson Alves (Raio 3, cela 301, Estrada Municipal Iperó/Tatuí, km 5,5, Iperó, SP)

A matéria de capa sobre sofrimento (novembro/dezembro de 2010) foi muito marcante para mim, pois o meu sofrimento não representa quase nada se comparado ao daqueles que estiveram em campos de concentração. Graças a Deus, minha mãe, que era da Iugoslávia, conseguiu extradição durante a Segunda Guerra. Quanto a mim, estou preso desde 1995. Tenho 54 anos e estou nos caminhos do Senhor desde 1998, quando ele me tirou dos braços da morte, curou minhas feridas (levei vários tiros) e fez de mim um novo homem. Hoje faço a obra de Deus na prisão.
Mário Garcia, Riolândia, SP

Quando fui preso, em junho de 2008, achei que o mundo tinha acabado para mim. Três dias depois tomei a decisão de me enforcar. Tentei por três ou quatro vezes e não consegui. Depois de tudo isso, entendi que a vida não acaba quando achamos que ela acabou. Comecei a viver um dia após o outro. Hoje sou feliz. Conheci a Palavra de Deus.
José da Silva, Sorocaba, SP

Quem sou eu? Um miserável pecador, ex-viciado e ex-assaltante. Sou apenas um presidiário arrependido, pagando por seus erros, esquecido pela família, abandonado pela sociedade e rejeitado por todos. E ainda condenado à morte, pois há 18 anos sou soropositivo. Por algum tempo pensei em desistir de tudo. Entrei em uma depressão profunda. Porém, Jesus me mostrou que ele é o médico e eu sou o doente. Estou condenado a 18 anos de reclusão, dos quais já cumpri 10. Na prisão concluí o ensino fundamental e o médio. Tenho orado e lido muito. Não vejo a hora de sair de cabeça erguida para pregar o evangelho. Ultimato tem abençoado muito a vida dos presos.
Paulo Henrique de Almeida, Casa Branca, SP

Oro todos os dias por vocês. Gostaria que Ultimato publicasse a seguinte reflexão: Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta. Porém, Deus lhe deu um cacto e uma lagarta. O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê de seu pedido vir errado. Então pensou: “Também, com tantas pessoas para atender...”. E resolveu não questionar. Passado algum tempo, foi verificar o pedido que deixara esquecido. Para sua surpresa, do espinhoso e frio cacto havia nascido uma bela flor, e a horrível lagarta transformara-se em uma linda borboleta. Ele reconheceu que Deus age certo. Assim é a nossa vida. Hoje pode ser triste, mas amanhã iremos sorrir. Porque Deus é o nosso ajudador.
Pr. Samuel de Moura, Itirapina, SP

Sou pastor evangélico. Não vigiei o suficiente e estou preso em um presídio no Rio de Janeiro, onde faço a obra de Deus (leia Mateus 25.36). Gostaria de receber sempre a revista Ultimato.
Pr. César Mesquita, Rio de Janeiro, RJ

-- Para o leitor compreender melhor o drama dos irmãos encarcerados, que sempre escrevem a Ultimato, sugerimos o filme “Um sonho de liberdade”. Ele conta a história de um banqueiro que foi condenado à prisão perpétua e que tinha a habilidade de resolver problemas do dia-a-dia dele e dos outros. A Bíblia diz: “Não se esqueçam daqueles que estão na prisão. Sofram com eles, como se vocês próprios estivessem aprisionados com eles” (Hb 13.3).

Voz profética
Agradeço a Deus pela voz profética de Ultimato nos dias de hoje. É bom saber que ainda há cristãos que preferem combater a hipocrisia, o narcisismo, o egoísmo e proclamar a mensagem da insignificância e da irrelevância do ser humano frente aos seus méritos; e, ainda, apresentar o caminho da graça maravilhosa de Jesus, da necessidade de confissão, do quebrantamento e da humildade diante de Deus e das pessoas.
Pr. Tiago Schwanz, Serra, ES

Lei Muadji
Foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, por unanimidade, o PL 1057/2007 -- Lei Muadji --, que visa proteger as crianças indígenas em situação de risco. Ele abrange crianças que nasceram com deficiência física ou mental, gêmeos, filhos de mãe solteira e outros casos de crianças discriminadas, de acordo com a tradição de cada povo indígena. Em algumas etnias, elas ainda correm risco de serem rejeitadas, abandonadas na mata ou mortas por membros da própria família, devido à pressão interna. Em algumas comunidades há relatos de mais de duzentas crianças nessas condições que foram mortas. A aprovação foi uma vitória da vida!
Damares Regina Alves, assessora jurídica da Frente Parlamentar da Família e Apoio à Vida e conselheira do Movimento Atini -- Voz pela Vida

Revistas para missionários
Enviamos os exemplares que recebemos de Ultimato a missionários que estão na Ásia, Europa, África e alguns países mais fechados ao evangelho. No Brasil, enviamos para aqueles que trabalham com povos indígenas no Amazonas. Separamos um a dois exemplares para os departamentos da base da Missão AMEM em Belo Horizonte. O conteúdo da revista é excelente e cremos que tem edificado a vida dos missionários, especialmente os que estão longe do país de origem.
Angélica, Belo Horizonte, MG

-- Em parceria com agências missionárias, Ultimato é enviada a 342 missionários em campo.


CARTA DOS EDITORES


Ricardo Gondim escreveu por 16 anos na revista Ultimato. Sua estreia foi com o artigo “A pós modernidade, seus desafios e oportunidades”, na edição de março de 1996. Seus textos logo conquistaram os leitores. Seu artigo mais recente, na edição de maio de 2011, é uma declaração de amor à literatura.
Como os demais articulistas, Ricardo Gondim nunca recebeu pagamento por seus escritos. Em julho de 2008, ele esteve conosco no Encontro de Amigos, quando celebramos os 40 anos da revista, aqui em Viçosa, MG. Além de sua seção “Reflexão” na revista, a Editora Ultimato publicou três livros de sua autoria: “
Orgulho de Ser Evangélico” -- que é também título de seu artigo publicado na edição de julho de 2000 --, “O Que os Evangélicos (Não) Falam” e “Eu Creio, Mas Tenho Dúvidas”.
Temos respeito e carinho pelo pastor Ricardo Gondim. Suas posições e alertas à igreja brasileira fazem parte da história ministerial da Editora Ultimato. Em meados de maio nos reunimos com o pastor Ricardo em seu escritório na Igreja Betesda, em São Paulo, quando comunicamos a ele a descontinuação de sua participação na revista.
Estamos gratos a Deus pelo tempo que caminhamos juntos. Os leitores podem continuar a encontrar o pastor Ricardo Gondim em seu site (
www.ricardogondim.com.br) e também em vários outros canais de comunicação que reproduzem seus escritos.

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Opinião do leitor

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