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Seções — Cartas

Sofrimento
Sempre leio Ultimato página por página. Dessa vez, foi diferente. A foto de capa com o substantivo “sofrimento” me levou direto à página 25. Vou até arquivar o relato cronológico da Segunda Guerra Mundial. Ele me faz reconhecer os mesmos fatos. Eu era cinco anos mais velho que o estimado Elben e morava no interior do Rio Grande do Sul, numa colônia alemã. Minha mãe nasceu no Brasil e meu pai imigrou para cá em 1881. Nasceu na Lituânia e aqui se naturalizou russo. Como família, não tivemos nenhuma dificuldade. O delegado era um hóspede constante em nossa casa. Ele não nos considerava como pertencentes ao “eixo”. Sem dúvida, a guerra foi a causa de muitos sofrimentos. E qual é a nossa situação hoje? Do ponto de vista religioso, a confusão, o entrevero, os desacertos são terríveis!
Helmuth Matschulat, Curitiba, PR

Fiquei tocada com o artigo sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial. Embora não tão intensamente quanto o autor, também convivi com os relatos e noticiários da época, pelo rádio e pelos comentários dos familiares. Por causa do sobrenome alemão e porque meu pai era assinante de revistas alemãs e gerente da firma Carlos Hoepeke. Lembro-me de policiais indo à nossa casa, mandando queimar livros em alemão, batendo nos móveis para ver se havia algo suspeito. Vi lágrimas de desconforto no olhar de meu pai, cidadão honesto, cristão, com sangue alemão nas veias. Justamente no ano do término da guerra, Walter Hoeschl faleceu em consequência de um acidente, aos 58 anos. Eu tinha 12.
Carmen Hoeschl, São Paulo, SP

Nunca devemos nos esquecer da morte ou assassinato de 6 milhões de judeus. Também não podemos nos esquecer que mais de 20 milhões de soviéticos militares e civis morreram no mesmo período. No último capítulo de um documentário sobre a Segunda Guerra Mundial (“Remember!”), vi que 20 milhões de soviéticos, 5 milhões de alemães, 1,6 milhão de japoneses, 1,2 ou 1,3 de iugoslávios (sérvios em sua maioria), quase 400 mil ingleses e quase 300 mil americanos perderam a vida.
George Kling, Viçosa, MG

Viktor Frankl e anabatismo
Fiquei contente ao ver as enfáticas informações sobre Viktor Frankl publicadas na edição de novembro/dezembro de 2010. Há anos venho falando sobre esse homem e sua posição com relação à psico-psiquiatria.
Sobre o artigo sobre anabatismo (Reflexão), quero salientar que a única coisa que dá sentido ao ato do batismo é o seu significado. O modo não importa: imersão, afusão, aspersão, pouca água, muita água. O que importa no batismo é o seu significado. E ele varia nas igrejas. Quando a diferença é secundária (sobre o modo, por exemplo), não há necessidade de se rebatizar. Quando o significado é diferente, é preciso ministrar o batismo bíblico. Há casos em que o batismo está envolvido em superstições semipagãs, para não dizer pagãs.
Odayr Olivetti, Águas do Prata, SP

Abraçando e reabrançando a santidade do corpo e da mente
Quero fazer dois comentários sobre a edição de julho/agosto de 2010. O conteúdo da carta de Patrícia Neme, de Palmas (Cartas), é absurdamente inaceitável. Porém, é a posição dela e a revista tem publicado, com respeito à liberdade de opinião, o que os leitores pensam -- isso é bom. No entanto, nesse caso específico, quando ele propõe um assassinato e contraria frontalmente o ensino de Jesus sobre o perdão, seria preciso fazer um comentário abaixo, pois parece que ela está legitimando algo antievangélico. Muito bonita a arte de madeira que ilustra o artigo Sobre a sexualidade cristã . Mas ela sugere abuso e controle do homem sobre a mulher. Se o texto tratasse criticamente dessa questão, a imagem faria sentido. Porém, como não é o caso, parece que legitima a dominação masculina.
Clemir Fernandes, Rio de Janeiro, RJ

Coração, juventude e fé
Achei interessante e de grande valor a matéria de capa da edição de setembro/outubro de 2010. Como jovem, não pude deixar de dar uma atenção especial a essa matéria sobre a juventude evangélica nos dias de hoje. Fiquei motivado ao saber que muitos jovens tem assumido liderança nas igrejas. A responsabilidade, o compromisso, o comprometimento com as coisas do reino de Deus é o melhor caminho a se trilhar a fim de nos tornarmos cada vez mais santos e separados.
Timóteo Santana, C. dos Goytacazes, RJ

Como contribuição à matéria Igreja e Juventude (“Caderno Ultimato Jovem”, p. 22), é importante agregar o Movimento de Clubes Bíblicos que aconteceu no Rio de Janeiro nas décadas de 70 e 80 e que celebrou 40 anos em novembro. Deus operou de maneira interessante em diversos lugares do Brasil, produzindo um avivamento na juventude que impactou a igreja tanto na evangelização quanto na liturgia e que produziu resultados duradouros.
O movimento brotou com o impacto que os acampamentos do Palavra da Vida produziram em jovens cariocas. O nascimento efetivo, a identidade e os contornos foram estabelecidos quando um missionário afirmou publicamente não acreditar em líderes com idade inferior a 30 anos.
De alguma forma, Deus usou essa declaração para deflagrar um movimento que geraria encontros de jovens, nas noites de sábado, em diversos pontos do Rio de Janeiro (pelo menos em sete lugares), que reuniam de trezentos a quatrocentos jovens, e que, uma vez por mês se agrupavam, sempre no intuito de evangelizar. O incrível foi a inexistência de uma liderança única instituída e o florescimento de múltiplas lideranças jovens emergentes, que hoje operam nas mais variadas denominações, sobretudo as históricas.
Milhares de conversões aconteceram, centenas de vocações foram despertadas, a liturgia e a música das igrejas foram enriquecidas, projetos missionários aconteceram, igrejas com novos perfis se estabeleceram e o papel da juventude na igreja foi reconhecido, apesar da resistência presente em muitas lideranças eclesiásticas denominacionais. Cerca de seiscentos participantes deste movimento que vicejou por uns 25 anos reuniram-se no dia 6 de novembro para contar aos filhos o que Deus fez por meio da juventude. Paul Pierson, em uma de suas últimas visitas ao Rio de Janeiro, ao analisar a história do movimento, declarou: “Vocês experimentaram um avivamento e não perceberam”.
Neander Kraul, Rio de Janeiro, RJ

O sagrado e o secular
Parece-me que a igreja se tornou demasiadamente secular. Na cultura muçulmana, não se separa secular e sagrado. Para eles tudo é sagrado: o emprego, a roupa, a família, a comida. Já para a cultura ocidental, há coisas sagradas e coisas seculares. Temos uma roupa para ir à igreja e outra para ir a festas ou sair com amigos. Temos um comportamento ético na igreja e outro não-ético no trabalho. Temos uma docilidade e fraternidade dentro das paredes do templo e uma grosseria e má vontade no santuário familiar. Será que não percebemos o quanto temos sido dominados pelos meios de manipulação de massa?
Samantha Gramacho, Rio de Janeiro, RJ

A teologia da confissão positiva
Lamentavelmente, a maioria dos pregadores que está na mídia e nos holofotes não tem pregado o evangelho em sua pureza e inteireza. O tempo na televisão é mais ocupado com mensagens que giram em torno de curas, vitória financeira e a teologia de confissão positiva. Não se prega arrependimento, conversão, segurança de salvação e a volta do Senhor.
Eliamar Vidal, Nova Venência, ES

Errata
-- No artigo Viktor Emil Frankl -- o salmista do século 20 diz-se que o padre da Igreja Votiva de Viena e Freud chamaram Viktor de ateu. Na verdade, foi o padre quem chamou Freud e Viktor de ateus.




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