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Seções — Vamos ler!

Do mais relutante ao mais convicto dos convertidos

A incredulidade já ameaçou sua fé a ponto de quase torná-lo um cético? As promessas da luxúria já lhe acenaram com o convite para uma vida desregrada? Você já se sentiu quase prisioneiro da melancolia ou da depressão? O materialismo ou o racionalismo já ameaçaram sua firmeza na fé? O orgulho e o pedantismo já lhe pareceram naturais e apropriados?

O escritor e crítico literário irlandês C. S. Lewis, citado por vários jovens que responderam à pesquisa “Juventude Evangélica: crenças, valores, atitudes e sonhos” como personalidade que apreciam, foi experimentado em todas essas coisas.

Diferentemente da maioria dos biógrafos de Lewis, que falam de sua infância e logo pulam para sua conversão, David Downing, autor de “O mais Relutante dos Convertidos”, se detém em sua adolescência e juventude. Muitos jovens se identificam com Jack -- apelido que ele mesmo se deu aos 4 anos de idade e como gostava de ser chamado.

Os conflitos espirituais de Jack frente às diversas visões de mundo e às suas angústias pessoais lançam uma nova luz sobre os caminhos que muitos peregrinos trilham hoje. Sua jornada até a conversão e depois dela pode edificar os jovens que querem permanecer firmes na fé. Porém, Lewis não esconde as dificuldades. No dia que considerou ser o mais importante de sua vida (28 de setembro de 1931), ele se rendeu a Cristo e expressou tal decisão declarando-se “o mais relutante dos convertidos”. Após ter sido “vítima de uma doença espiritual prolongada”, ele encontrou a verdade na “antiga” fé de seus pais.

Do seu incômodo “tagarela interno” (um auto-observador), que poderia tê-lo levado à insanidade, ele fez um aliado. Sua declaração sobre o livro “Cartas de Um Diabo a Seu Aprendiz” testemunha isso: “Alguns me elogiaram indevidamente supondo que minhas “Cartas” eram o fruto maduro de muitos anos de teologia moral e ascética. Eles se esqueceram de que há uma forma igualmente confiável de aprender como funciona a tentação. Meu coração -- não preciso de outros -- mostra-me a maldade dos ímpios”.

A imaginação de Lewis, que o levava à fantasia e à curiosidade pelo oculto, foi combustível para seus livros de ficção.

De sua tendência ao pedantismo e ao orgulho -- até certo ponto compreensíveis para um jovem que foi um dos poucos a receber três notas máximas em Oxford -- ele extraiu humildade e abnegação, tornando-se um dos mais ardorosos atacantes do pecado do orgulho. Sua tendência à melancolia e à introspecção foram autocensuradas. Ele passou a dedicar-se a uma vida que lhe impunha deveres e disciplina e a cultivar amizades sinceras.

Mergulhar nas obras de Lewis é mais do que uma simples leitura. A sugestão é começar com “Cartas de Um Diabo a Seu Aprendiz” (best-seller internacional publicado em 1942 e que o levou a ser capa da revista “Time”) e a biografia “O Mais Relutante dos Convertidos”. Em seguida, o singelo “Cartas a Uma Senhora Americana”, que mostra um pouco da intimidade de Lewis (ele sofria de insônia, por exemplo). “As Crônicas de Nárnia”, a despeito de (ou justamente por) terem sido escritas para crianças, têm muito a dizer aos jovens e aos velhos, já que as escolhas das personagens são semelhantes àquelas que temos de fazer na vida.

“Cristianismo Puro e Simples”, que originalmente eram palestras radiofônicas transmitidas pela BBC, dirigidas a jovens combatentes na Segunda Guerra Mundial, é considerado uma introdução clássica à fé e prática cristãs. “Surpreendido pela Alegria” é o relato pessoal de sua conversão. “O Grande Abismo”, “A Abolição do Homem”, “Milagres”, “Os Quatro Amores”, “O Peso de Glória” e “O Problema do Sofrimento” também são livros importantes. Para quem prefere ter o melhor de Lewis em um único volume, a sugestão é o devocionário Um Ano com C. S. Lewis, que traz para cada dia um trecho selecionado de um de seus clássicos.

Fala-se de Lewis como alguém que conseguiu mesclar bondade e grandeza, perspicácia de mente e sinceridade de coração. Sua passagem pelo ateísmo e por outras crenças e seu encontro com Deus lhe deram argumentos e esperança que fizeram dele o mais convicto dos convertidos. O teólogo Russell Shedd o considera “o maior apologista de todos os tempos”, e o papa João Paulo II o aclamou “como um defensor habilidoso da fé”.

(No site www.ultimato.com.br/jovem você encontra a relação completa das obras de Lewis disponíveis em português.)

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