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Seções — Cartas

Abraçando e reabraçando a santidade do corpo e da mente
Excelente o texto do teólogo alemão Wolfhart Pannenberg (“Capa”, julho/agosto de 2010). As igrejas não pregam mais sobre a união indissolúvel do casamento, de acordo com o ensino de Jesus. Certo pastor mencionou a emenda constitucional que facilita o divórcio como uma vitória! Minha denominação (Assembleia de Deus) é antiga e os nossos antepassados não eram assim. Onde vamos parar? Estão afrouxando mesmo. Ainda bem que há algumas exceções -- tenho 48 anos e já comemorei as bodas de prata.
José Duarte, Sorocaba, SP

Parabéns pelo excelente conteúdo da edição de julho/agosto de 2010. A questão da sexualidade foi bem abordada e de maneira bíblica. Reproduziremos alguns textos na revista “Novas de Alegria” (órgão oficial da Convenção das Assembleias de Deus de Portugal).
Ana Ramalho, Lisboa, Portugal

Como resguardar a criança do sexo precoce, da pornografia e da homossexualidade se na televisão, em pleno dia, enquanto meu filho de 12 anos assiste a desenhos, aparecem nas propagandas mulheres fazendo gestos sensuais? Como, se a melhor amiga de minha filha conta para ela que gosta de meninas, e minha filha me conta isso como se fosse a coisa mais natural? Como, se um pai aprisiona a filha, abusa dela, vive com ela e a torna mãe de sete filhos-netos? Como, se, por ser órfã, você é levada para um orfanato e, ao receber a visita do tio, ele a leva para um lugar à parte, a aperta e tenta beijá-la à força (aconteceu comigo, mas, graças a Deus, não passou disso)? Como, se o pai ou a mãe resolve se separar do cônjuge por descobrir que gosta mesmo é de uma pessoa do mesmo sexo? Como, se meu filho de 17 anos é chamado de “gay” por ainda não ter namorada?
J. S. (brasileira, casada, quatro filhos), Holanda

John Stott e o inferno
Ao ler a edição de março/abril de 2010 encontrei uma afirmação de John Stott que me pareceu incompleta. Ele afirma que acredita no inferno, mas como ele acredita? Até onde sei, ele é aniquilacionista.
Humberto Ramos, Cuiabá, MT

-- A resposta está no livro A Missão Cristã no Mundo Moderno, de John Stott: “Podemos, e penso que devemos, preservar certo agnosticismo reverente e humilde acerca da exata natureza do inferno, assim como da exata natureza do céu. Ambos estão além da nossa compreensão. Porém, devemos saber de forma evidente e clara que o inferno é uma realidade terrível e eterna. Não é dogmatismo ver certa inconveniência em falar a respeito da realidade do inferno; é volubilidade e frivolidade. Como podemos pensar no inferno sem lágrimas?” (p. 135).

De hoje em diante
Parabéns pela seção “De hoje em diante”. O assunto é sempre interessante e é abordado de forma simples, o que nos leva a mudar de postura diante de situações cotidianas da vida. Vale a pena, de hoje em diante, não deixar de ler!
Patrícia Victor, Rio de Janeiro, RJ

Deus só fala inglês?
É verdade que Deus não está calado (“Capa”, março/abril de 2010). Mas será que ele só fala em inglês? Será que não há no Brasil quatro homens ou mulheres cristãos da estirpe do quarteto inglês (Stott, Wright, Lewis e Packer)? Sugiro uma matéria semelhante, mas com líderes nacionais. Seria uma radiografia do evangelicalismo brasileiro.
Pedro da Silva, Fortaleza, CE

-- Algumas das vozes brasileiras escrevem há muitos anos na revista Ultimato: Alderi Matos, Rubem Amorese, Bráulia Ribeiro, Carlinhos Veiga, Ricardo Gondim, Ricardo Barbosa, Robinson Cavalcanti, Valdir Stuernagel. O leitor encontrará nesta edição outras vozes em Líderes evangélicos comentam artigo de Leonardo Boff.

Os riscos da omissão
Geralmente começo a leitura de Ultimato pelas “Cartas”. Elas fornecem informações sobre a revista, os articulistas e as reflexões dos leitores sobre os assuntos abordados. Tento perceber o perfil geral do conteúdo da revista e da cultura média dos leitores. Não me sinto entre os que só enviam críticas, mas raramente escrevo com uma palavra de estímulo e gratidão por Ultimato estar cumprindo o dever de cativar-me como assinante por tantos anos. Em razão disso, talvez avultem as cartas com críticas (nem sempre justas), que podem passar a falsa ideia de que há uma rejeição, se não unânime (os omissos não são contados), pelo menos significativa. Eu, que apoio a linha editorial da revista e amo seus articulistas, tentarei não ser mais omisso.
Ernesto Muzzi, Brasília, DF

Prazer intelectual e espiritual
Tendo por propósito o crescimento espiritual do leitor, Ultimato prima pela excelência em todos os aspectos. Tornou-se, para mim, leitura obrigatória, que me proporciona prazer intelectual e alimento espiritual.
Maria Antonieta da Silva, Rio de Janeiro, RJ

Inquisição protestante
Sou assinante de Ultimato há muitos anos. Nasci na Igreja Metodista e tenho 75 anos. Acabei de chegar da Espanha, onde ouvi uma conferência sobre a Inquisição calvinista. Afirmaram que ela foi mais cruel que a Inquisição católica. Achei muitos artigos sobre o assunto na internet e, como nunca tinha ouvido nada a respeito, gostaria de saber um pouco mais.
Umberto de Almeida, Campinas, SP

-- A chamada Inquisição calvinista ou Inquisição protestante é uma ficção que não tem fundamento histórico. Os pesquisadores sérios, sejam eles protestantes ou católicos, nada dizem a esse respeito. Certamente houve atos de intolerância de protestantes contra católicos durante o período da Reforma, geralmente de forma pontual, circunstancial, e não-sistemática. Nunca houve no âmbito protestante nada parecido com a Inquisição ou Santo Ofício, formalmente instituída pelo papa Gregório IX na década de 1230 para julgar e condenar pessoas suspeitas de heresia, a começar dos cátaros e dos valdenses. Ao longo dos séculos, até sua extinção no século 19, a Inquisição perseguiu também um grande número de judeus, protestantes e pessoas acusadas de bruxaria. É irônico que a conferência aludida pelo leitor tenha sido proferida na Espanha, onde existiu a mais violenta sucursal da Inquisição, autorizada pelo papa Sisto IV em 1478 e liderada inicialmente pelo célebre inquisidor Tomás de Torquemada. Nos procedimentos inquisitoriais presumia-se a culpa dos acusados, não havia ampla oportunidade de defesa e as confissões podiam ser obtidas mediante tortura. Uma vez condenado à morte, o réu era entregue às autoridades civis para ser executado. Na cidade de Genebra pode ter havido o uso ocasional de procedimentos inquisitoriais, mas somente se conhece um caso de execução por motivo religioso, o de Miguel Serveto, que curiosamente havia sido condenado anteriormente pela Inquisição. Outros indivíduos executados na época o foram por crimes diversos contra o Estado, sem participação da igreja reformada.
“Resposta do historiador Alderi Souza de Matos”

Sugestões e mais sugestões
Cansei de mandar sugestões de reportagem, mas ninguém da revista dá atenção. Entretanto, segue mais uma: Paulo Roland lançou o livro “Os Nazistas e o Ocultismo”, acusando Hitler de ter feito um pacto com poderes sobrenaturais durante a juventude. Se não prestarem atenção desta vez, direi ao mundo que vocês não estão nem aí para os leitores...
Túllio Carvalho, Belo Horizonte, MG

-- Muitas sugestões de leitores são boas, mas, se todas fossem aproveitadas, “nem mesmo no mundo inteiro haveria espaço suficiente para [as páginas a mais] que seriam escritas” (Jo 21.25).

Cartas da prisão
Nasci em lar evangélico e desde criança aprendi o que é certo e o que é errado. Éramos oito irmãos. Uma de minhas irmãs foi morta a facadas pelo marido por causa de ciúmes. A certa altura da vida, me desviei do evangelho, pratiquei muitos crimes e tive muitas mulheres e filhos. Cumpro pena de 23 anos de cadeia na penitenciária de Álvaro de Carvalho. A edição de março/abril de 2010 publicou minha carta na qual escrevi que estava sozinho no mundo e adoraria receber cartas. Mesmo com o CEP errado, as cartas não param de chegar. Até meu pai voltou a me escrever!
Moisés de Carvalho (Rodovia Mameli Barreto, Km 36 R3, Cela 319. CEP 17410-000, Álvaro de Carvalho, SP)

Somos uma igreja interdenominacional que se reúne no Presídio Evaristo de Morais. Contamos com dez celas evangélicas, totalizando seiscentos membros. Temos uma minibiblioteca, onde exercitamos a leitura. Gostaríamos de solicitar mais Bíblias, revistas, livros e folhetos, para nosso uso e para evangelizar outros detentos.
Pastor Rogério Caldeira (Congregação Evangélica Evaristo de Morais -- Rua Bartolomeu de Gusmão, 1.100, São Cristóvão. CEP 20941-160, Rio de Janeiro, RJ)

Nasci em maio de 1976 e renasci em Cristo em abril de 2008 -- 34 anos de vida e dois de cristão. Estou pagando por muitos erros que cometi quando estava no engano. Porém, o Senhor me resgatou e me libertou. Antes de minha conversão, estava tão cansado e oprimido que pensei em tirar minha vida. Então Deus me alcançou e arrancou de dentro de mim o rancor, o ódio e a depressão. Ajoelhei-me diante dele e chorei muito. Foi uma transformação incrível. O fardo que eu carregava desde os 15 anos, quando fui preso pela primeira vez, desapareceu. Abandonei a vida pregressa e fui atrás de Jesus. Foi um preso quem me falou de Cristo. Hoje estou na Penitenciária de Balbinos e prego a Palavra de Deus aos meus colegas. Quero que me enviem Ultimato, pois ela me ajuda a entender a Bíblia. Outras revistas e livros também são bem-vindos.
Cristian Rocha (Penitenciária de Balbinos, Raio 6, Cela 8, Caixa Postal 01. CEP 16640-000, Balbinos, SP)

O inimigo tirou tudo de mim: liberdade, caráter, família, sonhos e até a vontade de viver. Hoje, porém, sou lavado e liberto pelo poder do Espírito Santo. Jesus Cristo mudou minha vida e “a vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gl 2.20). Já passei doze anos de minha vida cumprindo pena.
Alex Sander da Silva (Penitenciária de Casa Branca, Raio 2, Cela 112, Caixa Postal 19. CEP 13700-970, Casa Branca, SP)

Quando me casei, estava com 21 anos e tinha sonhos como qualquer outro jovem. Dois anos depois, me tornei motorista de caminhão. Trabalhei algum tempo sem habilitação, à noite, carregando cana. Ganhava bem e tinha uma vida estável com minha esposa e meu filho. Porém, comecei a me envolver com usuários de cocaína e me tornei dependente. O dinheiro já não era suficiente e fiquei cheio de dívidas. Caí no fundo do abismo e parti para o crime. Entrei numa padaria, dei voz de assalto e consegui 70 reais -- o suficiente para acabar nas mãos da polícia. Depois de outras complicações, fui parar na penitenciária. Porém, graças a Deus, conheci alguns presos cristãos no mesmo raio em que eu estava e comecei a frequentar os cultos. Conheci o amor de Deus e converti-me. Devo ser solto em breve e quero voltar para o meu caminhão, minha esposa e meu filho, mas agora com um diferencial: estar na presença do Senhor. Tenho 26 anos.
Luiz Fernando Germano, Guareí, SP

Edimburgo 2010
Participei do Congresso Edimburgo 2010 como representante da Fraternidade Teológica, celebrando 100 anos desde o famoso congresso missionário. Por ser um congresso ecumênico, não sabia bem o que esperar. Porém, fiquei favoravelmente impressionada. A maioria é gente que crê em Jesus e nas Escrituras e que dá valor à obra missionária. E gente de toda a parte! Fizemos novas amizades e o mais gostoso era o louvor multicultural.
Antonia Leonora van der Meer, Viçosa, MG

Maria e José
Os pontos de vista de Edilson Cunha (que supõe o papel soteriológico de Maria) e de Wigbert Weber (que nega a José o direito de ser pai e de ter uma vida conjugal plena), colocados na seção “Cartas” (julho/agosto de 2010), são, em minha opinião, efeitos de fenômenos psicológicos e sociológicos que se multiplicaram nas multidões e se solidificaram em indivíduos no decorrer da história da igreja. Busco explicar isso em minha monografia intitulada “Um Deus em quatro pessoas: a força popular do Marianismo”.
Marcos Antonio Ferreira, Campos dos Goytacazes, RJ

Preconceito é crime
Existe preconceito religioso no país e preconceito é crime. Nosso país é laico, tem liberdade de expressão e de religião. Por isso, certos fatos me incomodam: até hoje não sei qual é a religião do goleiro Bruno ou de Suzane von Richthofen, mas digo com toda certeza: se fossem evangélicos, eu teria sabido na hora em que a notícia saiu na mídia. Por que só os transgressores que se dizem evangélicos têm sua religião publicada? Para macular o evangelho? Nunca vi notícias assim: “católico mata pai”; “espírita estupra e mata”; “macumbeiro rouba carro”; “ateu arromba loja”. Isso mostra a mente pequena de alguns jornalistas que, de certo modo, colocam os evangélicos como pessoas santas, já que não lhes permite o erro. Vamos lutar contra o preconceito religioso!
Maria Aliete Paiva, Natal, RN

Amém
Tornei-me leitor da revista de forma inusitada. Certo dia, ouvi uma missionária falar durante uma oração que Deus me enviaria algo e que não era pra eu entender -- apenas aceitar, pois certamente faria diferença em minha vida. Não sou convertido, porém, como vejo outros fazendo, eu disse “amém”! No dia seguinte, percebi que em minha mesa havia uma correspondência (sou responsável pela segurança em um presídio e uma de minhas atribuições é verificá-las) que tinha apenas o remetente. Abri e vi que era a revista Ultimato. Recebi-a como uma grande benção e me tornei assinante. Ela é uma dádiva proveniente da graça do nosso Senhor e sua leitura está sendo como um estudo bíblico, uma orientação espiritual em direção a Deus.
Fábio Lopes, Campo Grande, MS

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