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Os remidos

Os seguidores de Jesus
Seguidor é aquele que vai atrás de alguém ou de alguma ideia. O Apocalipse chama de “os seguidores do Cordeiro” a multidão de 144 mil pessoas “que tinham o nome dele e o nome do Pai dele escritos na testa delas” e que “seguem o Cordeiro aonde ele vai” (Ap 14.1-5, NTLH).

A vida cristã começa quando o pecador ouve o evangelho, sente algum interesse e se dispõe a seguir a Jesus. Porque o novo caminho é apertado e difícil e porque não é o caminho das multidões, nem todos os seguidores continuam. Nunca passou pela cabeça de Jesus facilitar a carreira cristã em benefício de um número maior de conversões. Ao contrário, certa ocasião ele virou-se para a multidão e os discípulos que estavam atrás dele e exclamou: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mc 8.34).

Em outra oportunidade, Jesus repetiu: “Quem ama o seu pai ou a sua mãe mais do que a mim não merece ser meu seguidor” (Mt 10.37, NTLH).

A família de Jesus
A família de Jesus é enorme. Está espalhada no tempo e no espaço. Pode ser uma adolescente negra, um jovem germânico, uma mulher indígena, um idoso aborígene. Pode ser um ex-promíscuo, um ex-consumista, um ex-incrédulo, uma ex-prostituta, um ex-ladrão, um ex-pedófilo, um ex-corruptor de menores, um ex-traficante. Pode ser um sem-terra, um fazendeiro rico, alguém da classe mais alta, alguém da classe mais baixa, e assim por diante -- contanto que cada um deles faça a vontade do Pai.

Foi o próprio Jesus quem definiu a questão. Mesmo estando na presença da mãe e dos meio-irmãos biológicos, ele apontou com as mãos para os discípulos e declarou em alto e bom som: “Eis minha mãe e meus irmãos”. E explicou por que: “Qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mt 12.46-50).

Jesus não forçou nada ao fazer essa declaração surpreendente. Se a comida dele era fazer a vontade do Pai (Jo 4.34), todos que pensam e agem do mesmo modo são, pois, seus irmãos, irmãs e mães.

A igreja de Jesus
A rigor, ninguém em lugar algum e em tempo algum pode usar o pronome possessivo minha para se referir à igreja. A igreja, em seu sentido místico, é de Jesus Cristo. As palavras ditas a Pedro devem ser sempre lembradas: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16.18). É preciso diferenciar as igrejas locais (a igreja de Antioquia, a igreja de Cencreia, a igreja dos tessalonicenses, as igrejas na Galácia etc.) e as igrejas denominacionais (igreja católica, igreja reformada, igreja batista, igreja pentecostal etc.) da Igreja de Cristo ou Igreja de Deus (At 20.28; 1Co 15.9; 1Tm 3.15). Esta é a única que é o corpo místico de Cristo. Nela se congregam apenas pecadores arrependidos e perdoados, em qualquer lugar e em qualquer tempo. Nas igrejas locais e denominacionais há uma mistura de joio e trigo, o que não acontece na Igreja de Cristo. Jesus é a pedra angular e o cabeça dessa Igreja, tanto da que reúne os vivos (igreja militante) como da que reúne os mortos (igreja triunfante).

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