Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Capa

Os protetores

A defensora de Jesus
Não foram somente Jesus e os apóstolos que não dormiram naquela noite de quinta para sexta-feira. A primeira-dama pegou no sono e logo teve um pesadelo horrível. Ficou acordada a noite inteira e sofreu muito. Ela sonhou com Jesus ou, melhor, com a inocência de Jesus. O pesadelo a fez pensar nas consequências que poderiam advir a quem se pusesse contra ele. Aquele homem de trinta e poucos anos poderia ser entregue a seu marido, o governador romano, para ser condenado ou solto. Ela temia que Pilatos tomasse uma decisão injusta.

Quando a primeira-dama se levantou, o marido já estava assentado no tribunal e Jesus já estava na frente dele para ser julgado. Mais do que depressa, ela escreveu e mandou para Pilatos o seguinte bilhete: “Livre-se de qualquer culpa, de qualquer cumplicidade, de qualquer envolvimento com a morte deste homem inocente, porque esta noite, num sonho, eu sofri muito por causa dele” (Mt 27.19).

Pilatos, porém, não atendeu ao pedido da mulher e condenou Jesus à morte.

O carregador de Jesus
Os soldados do exército romano encarregados pelo governador de conduzir Jesus ao Lugar da Caveira e de formalizar ali a sua crucificação, logo no início do trajeto, tomaram uma providência inusitada, movidos, provavelmente, mais pelas circunstâncias do que pela caridade. Eles obrigaram ou recrutaram certo transeunte, que tinha acabado de entrar na cidade proveniente do campo, a carregar para Jesus a cruz ou o travessão vertical dela, daquele ponto em diante -- a cruz inteira pesaria cerca de treze a vinte quilos.

Os Evangelhos sinóticos explicam que esse carregador da cruz de Cristo era um africano de Cirene, na época a mais importante cidade da atual Líbia. Seu nome era Simão e ele era pai de Alexandre e Rufo (Mc 15.21).

Esse imprevisto trouxe grande benefício para Simão, pois além de carregar literalmente a cruz de Cristo, muito provavelmente foi aí que ele começou a carregar também a cruz de Cristo no sentido simbólico (Mc 8.34). Seu filho Rufo era um dos proeminentes membros da igreja em Roma e sua esposa era tratada como mãe por Paulo (Rm 16.13).

Os coveiros de Jesus
Ainda bem que não foram os soldados de Caifás, nem os de Pilatos que deram sepultura a Jesus. Não foram os meio-irmãos de Jesus, nem os apóstolos, tampouco as mulheres da Galileia que colocaram o corpo de Jesus num túmulo. Os coveiros de Jesus não eram frios profissionais do ramo.

Foram dois homens muito importantes que tomaram a iniciativa de tirar o corpo da cruz e sepultá-lo, cumprindo, assim, a profecia de Isaías, escrita setecentos anos antes: “Morreu como um criminoso, mas foi enterrado junto com os ricos” (Is 53.9, BV). Os dois sepultadores de Jesus eram discípulos até então ocultos. Um deles chamava-se Nicodemos, “mestre em Israel” (Jo 3.10), e o outro chamava-se José, da cidade de Arimateia, homem correto e também rico, membro do Sinédrio (Lc 23.51; Mt 27.57). Foi esse último quem pediu ao governador autorização para retirar e sepultar o corpo do Senhor. Antes de começar o sábado, o corpo chicoteado, traspassado e cortado de Jesus, embalsamado e envolto num lençol novo de linho, estava deitado sobre a lápide de um túmulo novo no jardim da casa do coveiro-mor!

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.