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Os porta-vozes

O salmista de Jesus
O rei Davi viveu aproximadamente mil anos antes de Cristo e trezentos anos antes do profeta Isaías. Desde rapazinho tocava harpa muito bem. Chegou a ser musicoterapeuta do rei Saul. Era cantor e autor da maior parte dos poemas que estão no livro de Salmos. Ele é o salmista de Jesus porque compôs um poema sobre o sofrimento do Messias e outro sobre a glória do Messias. Aqui cabe, perfeitamente, a explicação de Pedro: “Homens santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1.21).

No Salmo 22, Davi dá a impressão que estava descrevendo ao vivo a paixão de Jesus. Além de mencionar a crucificação (22.12-21), o salmista refere-se também aos detalhes da distribuição da roupa de Jesus e do sorteio da peça principal (22.18; Jo 19.23-24).

No Salmo 110, Davi menciona a glória futura de Jesus: “Disse o Senhor [o Pai] ao meu Senhor [o Filho]: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés” (v. 1). Essa é a passagem do Antigo Testamento mais citada no Novo.

Os profetas de Jesus
Por ter escrito a história de Jesus tendo em vista os judeus, Mateus faz questão de mostrar que os acontecimentos se deram porque estavam escritos em alguma passagem do Antigo Testamento. Daí a expressão que Mateus usa doze vezes: isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor “por intermédio do profeta”. Em seis dessas ocasiões, ele não cita o nome do profeta; nas outras, ele menciona duas vezes o nome de Jeremias (2.17; 27.9) e quatro vezes o nome de Isaías (3.3; 4.14; 8.17; 12.17).

Os mais citados dos profetas de Jesus -- aqueles que disseram alguma coisa que pudesse se aplicar à pessoa e ao ministério do Senhor -- são Isaías, Jeremias, Oseias, Miqueias, Zacarias e Malaquias. O mais messiânico desses seis é o profeta Isaías. Suas profecias dizem respeito ao nascimento de Jesus (Is 9.1-7), à sua cidade natal (Mq 5.2), ao nome Emanuel (Is 7.14), à morte dos inocentes (Jr 31.15), à entrada triunfal (Zc 9.9), ao preço da traição (Zc 11.12) e à paixão de Jesus (Is 53.1-13).

O precursor de Jesus
O homem era estranho em tudo: usava uma veste de pelos de camelo, cingia-se com um cinturão de couro e alimenta-se de gafanhotos e mel silvestre. Seus sermões eram acusativos ao extremo. Não tinha papas na língua. Entretanto, “o povo de Jerusalém, de todo o Vale do Jordão e de cada região da Judeia saía ao deserto para ouvir João pregar” (Mt 3.5, BV).

João Batista era, ao mesmo tempo, o cumprimento da profecia de Isaías (Is 40.3) e a resposta da oração de Zacarias, seu pai (Lc 1.13). Seu ministério específico, segundo a determinação do Senhor, era convencer muitos pecadores a voltarem para Deus, preparando, assim, o povo para a chegada de Jesus (Lc 1.16-17). Foi João Batista que apresentou Jesus como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).

Embora o Senhor tenha afirmado que “entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista” (Mt 11.11), o precursor de Jesus foi decapitado com pouco mais de 30 anos a fim de satisfazer os caprichos de uma mulher má e sofisticada (Mt 14.6-8).

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