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Os familiares

A mãe de Jesus
Por escolha divina, Maria cedeu o ventre para gerar, os seios para amamentar e o colo para carregar e mimar o Verbo feito carne. Quando todo o processo começou, Maria ainda era solteira. Engravidada misteriosamente por obra do Espírito Santo, casou-se com um homem que era carpinteiro. Por essa participação na encarnação de Jesus, a jovem quase perdeu o noivo (Mt 1.19).

O cântico de Maria é um dos mais conhecidos e apreciados poemas religiosos. Nele, ela reconhece tanto seu demérito pessoal como a misericórdia divina (Lc 1.46-55).

Maria foi uma mulher não apenas muito favorecida (Lc 1.28) e bendita (Lc 1.42). Foi, também, uma mulher sofrida, principalmente por ter assistido à cruel crucificação de seu filho primogênito (Jo 19.25) e por ter tido conhecimento dos maus-tratos dispensados a ele, desde a madrugada daquela sexta-feira (murros, bofetadas, tapas, cusparadas, desrespeito, irreverência etc.). Deve ter causado intenso sofrimento em Maria o fato de seus filhos nascidos de seu casamento com José acharem que o meio-irmão era megalomaníaco (Jo 7.1-5).

O “padrasto” de Jesus
José era marido de Maria, “da qual nasceu Jesus, que se chama o Cristo” (Mt 1.16). Quando soube que a noiva estava grávida, sem que tivesse tido relação com ela, José “decidiu romper o noivado, mas em segredo, porque não queria desmoralizar Maria publicamente” (Mt 1.19, BV). Foi aí que Deus explicou a José o que de fato estava acontecendo a despeito de qualquer mistério. Então, o carpinteiro casou-se com Maria e passou a liderar todas as providências para proteger a segurança da criança nascida da esposa. José levou Maria e o menino para o Egito, livrando o “enteado” da violência de Herodes (Mt 2.13). Morto Herodes, a família voltou do Egito e se fixou em Nazaré (Mt 2.19-23). Quando Jesus completou 12 anos, José e Maria foram com o filho a Jerusalém para a festa da Páscoa (Lc 2.42). Em Nazaré, Jesus era submisso tanto a Maria como a José (Lc 2.51). Este teria morrido nos anos seguintes, provavelmente no início do ministério de Jesus, depois do nascimento de seus filhos e filhas (Mt 13.55-56).

Os irmãos de Jesus
A discreta informação de que José, ao casar-se com Maria, “não a conheceu na intimidade” (Mt 1.25, na Bíblia Almeida Século 21), ou “não teve relações com ela” (NTLH), ou que Maria “permaneceu virgem” (BV) até o nascimento de Jesus, faz uma boa ligação com a informação de que Jesus tinha irmãos e irmãs por parte de mãe. Eles eram filhos de José e Maria, e Jesus era filho só de Maria.

Maria teve do marido pelo menos quatro rapazes -- Tiago, José, Simão e Judas -- e duas moças (são no mínimo duas, visto que a palavra está no plural). Jesus era o unigênito de Deus (Jo 3.16) e o primogênito de Maria (Lc 2.7).

Muito estranhamente, os irmãos de Jesus, todos mais jovens, não criam nele (Jo 7.5). Os rapazes queriam que o irmão fizesse algo espetacular durante a festa em Jerusalém para chamar a atenção de todos. A boa notícia, todavia, é que depois da ressurreição de Jesus (não haveria acontecimento mais sensacional), eles se converteram (At 1.14).

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