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Os continuadores

As testemunhas de Jesus
A função da primeira leva de discípulos era testemunhar tudo o que tinham visto e ouvido da parte de Jesus. Eles eram testemunhas oculares, auditivas e palpáveis de Jesus Cristo. A segunda leva e as demais seriam testemunhas daquilo que ouvissem das testemunhas anteriores e daquilo que lessem nos Evangelhos.

A Grande Comissão consiste em testemunhar: “Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas” (At 1.8). O substituto de Judas deveria ser uma testemunha pessoal de Jesus, desde o início até a ressurreição e a ascensão dele (At 1.21-22). Os apóstolos emprestavam força à sua pregação com o argumento: “Nós somos testemunhas destes fatos” (At 5.32) ou “Nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém” (At 10.39).

Em sua segunda epístola, Pedro lembra que ele não inventou coisa alguma, mas foi testemunha ocular da majestade de Jesus no monte da transfiguração (2Pe 1.16). Em Damasco, Paulo recebeu a incumbência de ser ministro e testemunha de Jesus (At 26.16).

Os missionários de Jesus
A última ordem de Jesus não era confusa. Os discípulos não deveriam deixar Jerusalém até a descida do Espírito e, depois disso, deveriam viajar para o norte e para o sul, para o leste e para o oeste, para as regiões mais próximas e para as regiões mais longínquas. Na verdade, eles deveriam chegar até o fim do mundo (At 1.8). Não se tratava, porém, de viagens de passeio e turismo. O propósito das muitas e longas viagens era encher a terra do conhecimento do Senhor (Is 11.9) e espalhar para todas as tribos, raças e nações as boas novas da salvação inteira, da morte vicária e da ressurreição de Jesus (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8).

A vontade de Jesus foi feita. Os que foram dispersos por causa da tribulação foram os primeiros missionários de Jesus. Anunciaram a palavra na Judeia e Samaria, na Fenícia e na ilha de Chipre (At 8.1; 11.19). Os outros missionários foram Filipe, Pedro, João, Paulo, Barnabé, João Marcos, Timóteo, Silas, Lucas, dentre outros. O mais notável foi Saulo de Tarso, que também foi o mais chicoteado, o mais encarcerado e o mais ameaçado de morte (2Co 11.23-27)!

Os mártires de Jesus
No relato dos Evangelhos não se efetua nenhuma prisão, a não ser a de João Batista. Diversas vezes tentaram prender Jesus, mas sem sucesso. Depois da ascensão de Jesus e da descida do Espírito Santo, porém, a situação é outra. Com o crescimento territorial e numérico da igreja, começa a era dos mártires.

Pedro e João são os primeiros a ser presos (At 4.1-3). O mesmo acontece com os demais apóstolos (At 5.18) e com outros irmãos e outra vez com Pedro (At 12.1). O primeiro a ser linchado é o formidável Estêvão (At 7.59). O segundo é Tiago, irmão de João, um dos doze apóstolos (At 12.1-2). O diácono é apedrejado e o apóstolo é decapitado. Muitos são perseguidos, maltratados e torturados por sua fé. Quase todos os crentes fogem para outras cidades ou regiões a fim de escaparem de tudo isso (At 8.1). João é exilado na ilha de Patmos (Ap 1.9). E aquele que viajava para prender e torturar homens e mulheres (At 22.4; 26.10-11) acaba se convertendo e passa a viajar agora para anunciar Jesus.

Esses homens e mulheres são os primeiros mártires de Jesus!

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