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Os acompanhantes

Os apóstolos de Jesus
Certo dia ao amanhecer, depois de passar a noite orando a Deus no alto de uma montanha, Jesus chamou seus discípulos e escolheu doze deles para serem apóstolos. Dois se chamavam Simão: o Simão Pedro e o Simão Zelote. Dois se chamavam Judas: o filho de Tiago e o filho de José Iscariotes. Dois se chamavam Tiago: o filho de Zebedeu e o filho de Alfeu. Os outros seis são: André, João, Filipe, Bartolomeu, Mateus e Tomé (Lc 6.12-16).

Jesus se dispôs a fazê-los capazes de exercer o ofício de apóstolo por meio da convivência, do ensino, de correções e de estágios. Eles comiam e viajavam juntos. Também enfrentavam, juntos, a oposição e as intempéries. O curso, por assim dizer, durou cerca de três anos. Havia inveja, ciúmes e atritos entre eles.

Nem todos se tornaram notáveis. O que não se pode dizer de Pedro e André, Tiago e João, Mateus e Tomé. Dois dos quatro Evangelhos, cinco das 21 epístolas e o Apocalipse foram escritos por quatro dos doze apóstolos. Segundo a tradição, Tomé foi missionário na Índia.

O trio de Jesus
Logo no início de seu ministério, Jesus encontrou-se numa das praias do mar da Galileia com duas duplas de irmãos e pescadores. Ele viu, primeiro, Pedro e André; depois, Tiago e João. Naquele mesmo dia, os quatro pescadores largaram as redes e os barcos e tornaram-se seguidores e discípulos de Jesus (Mt 4.18-22). Pouco mais tarde, os quatro foram escolhidos para serem apóstolos (Mt 10.1-4).

Não havia nenhum superapóstolo no grupo. No entanto, três deles conviveram com o Senhor mais do que os outros, sempre por iniciativa do próprio Jesus.

Jesus não deixou ninguém entrar com ele na casa de Jairo, senão o trio Pedro, Tiago e João e os pais da menina que ele iria ressuscitar (Lc 8.51). Jesus não levou ninguém para orar com ele no monte onde aconteceu a transfiguração, senão o trio Pedro, Tiago e João (Lc 9.28). Jesus não solicitou a ajuda de ninguém na agonia do Getsêmani, senão a do trio Pedro, Tiago e João (Mt 26.37).

As mantenedoras de Jesus
Embora nascido em Belém, na Judeia, Jesus foi criado em Nazaré, na Galileia. Ali iniciou o seu ministério. Nessa mesma região, ele curou algumas mulheres de espíritos malignos e de enfermidades. De Maria Madalena, por exemplo, saíram sete demônios. Entre muitas mulheres da Galileia, os Evangelhos citam Joana e Suzana (Lc 8.3), Maria (mãe de Tiago, o menor, e de José) e Salomé (Mc 15. 40-41). Joana era esposa de Cuza, procurador do rei Herodes.

Movidas pela força da gratidão, essas mulheres não só acompanhavam Jesus em suas viagens de aldeia em aldeia, como também lhe prestavam assistência com suas posses (Lc 8.1-3).

Elas estavam em Jerusalém por ocasião da última semana de Jesus e assistiram a sua crucificação. Duas dessas mantenedoras de Jesus -- Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago e José -- seguiram Nicodemos e José de Arimateia para saber onde eles sepultariam o Senhor (Mc 15.47). E, no primeiro dia da semana, essas duas senhoras e Salomé foram até lá para ungirem o corpo de Jesus (Mc 16.1).

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