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Notícias — Nomes

O bebadozinho de Itaguaí

Parece que ninguém sabe ao certo o nome do pastor. Chamam-no Binho. É pastor Binho prá lá e pra cá. E Binho não é o diminutivo do seu nome, mas de “bebinho”, uma corruptela de bebadozinho. Como é possível chamar um pastor de 45 anos de um nome que lembra o estado de embriaguez de alguém que bebe demais? A história, porém, justifica o apelido e traz sempre à lembrança uma graça de Deus que sua mãe não quer esquecer.

Jorcelino da Silva, o Binho, é o sexto filho de Adília da Silva. Nasceu em Itaguaí, no Estado do Rio de Janeiro, no dia 11 de fevereiro de 1965. O bebê parecia normal. Nos três primeiros meses, seu peso aumentava 200 gramas por semana. Nos três seguintes, baixou para 120 por semana, como costuma acontecer. Porém, quando chegou a hora de sentar-se no berço, apoiando-se em algum encosto, o bebê não conseguiu. A mãe pensou que fosse preguiça do moleque. Chegou o décimo mês de vida e a criança não se firmava, não engatinhava nem ficava de pé. Foi a partir daí que a própria mãe passou a chamá-lo carinhosamente de “meu Bebinho”.

Adília levou o filho ao médico. Ele constatou que a criança havia nascido com um tipo delicado de paralisia e a encaminhou para o Hospital Pediátrico Menino Jesus, na Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Apesar das responsabilidades domésticas e dos outros cinco filhos, a piedosa mulher, dia sim, dia não, tomava o trem, na época conhecido como Cacareco, e chegava ao hospital às oito horas da manhã. A criança era levada para dentro e fazia o tratamento de fisioterapia disponível na época. Adília permanecia do lado de fora. Ao meio-dia, um atendente levava-lhe um lanche e às quatro da tarde ela pegava o Cacareco de volta para Itaguaí. Essa rotina durou quatro anos e o querido “Bebadozinho” começou a andar. Para dar continuidade ao tratamento, a mãe levava o garoto à praia para caminhar, correr e brincar na areia, o que fortalecia cada vez mais os músculos da perna. Nessa mesma época, Adília adotou um menino sem lar e lhe deu o nome de Moisés, porque o tinha tirado não das águas, mas da rua. Apesar de ter se recuperado do problema sem nenhuma sequela, o apelido de Binho ficou.

Há 22 anos servindo ao Senhor, primeiro como evangelista (de 1991 a 2001) e depois como ministro ordenado, Jorcelino Silva é hoje pastor da Igreja Presbiteriana do Calvário, em Sorocaba, São Paulo. Casado com Léia Simioni da Cunha e Silva, sua colega no Instituto Bíblico Eduardo Lane, em Patrocínio, Minas Gerais, e obreira da mesma igreja, o pastor Binho é também graduando em psicologia pela Universidade Paulista.

Tal história pode ser contada a propósito do Dia das Mães, no segundo domingo de maio.

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