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Seções — Cartas

Deus não está calado!
Deus não está calado! é uma das melhores matérias de capa de Ultimato. É bom saber que Deus continua levantando verdadeiros profetas, fiéis à ortodoxia e de inquestionável lucidez intelectual. Aproveito para citar o “quinto elemento”, o caçula do grupo, também anglicano. Alister McGrath, ex-ateu, seguidor de Lewis, biofísico e teólogo, é autor de obras como “O Delírio de Dawkins”, Como Lidar com a Dúvida, “Uma Introdução à Espiritualidade Cristã” e outras. Vale a pena conhecer.
Antônio Márcio da Cunha, Belo Horizonte, MG

A edição de março/abril é uma das melhores de todos os tempos. A matéria de capa, Deus não está calado!, é profunda e singular. Em 2007, morei na Inglaterra e pude experimentar o que é viver em um país pós-cristão. Também tive experiências maravilhosas que enriqueceram meu ministério. Visitei a casa e museu de John Wesley, estive na igreja de Charles Spurgeon e, apesar de tudo, vi que naquele país ainda há pessoas comprometidas com o reino de Deus. Precisamos orar mais pela Inglaterra e por toda a Europa.
Daniel Moda Júnior, Mogi Mirim, SP

Teologia da surpresa
A respeito do artigo Teologia da surpresa (“Abertura”, março/abril de 2010), realmente é uma surpresa terrível quando se perde, no meu caso, uma filha querida, Adriana Francisca van Sluys, que morreu em 31 de maio de 2009 no acidente com o voo da Air France. Ao longo das investigações, que tenho acompanhado de perto, ficou claro que o airbus (e não o boeing, como está escrito) falhou porque seu elevado grau de automação, ou seja, a eletrônica, não deixou lugar para a intervenção manual humana. Em condições atmosféricas instáveis, a dependência da ciência foi tão “soberana” que a dádiva de Deus, ou seja, o raciocínio -- que poderia ter evitado a tragédia --, foi posta de lado. Assim como o profeta Isaías, poderíamos repetir: “Faço tornar atrás os sábios, cujo saber converto em loucura” (Is 44.25). Até quando?
Martem van Sluys, Fortaleza, CE

Por que não sou de esquerda
Nenhum cristão precisa se declarar conservador ou de esquerda. Para defender causas nobres, basta ser cristão. Falar dos assassinatos dos hitleristas-nazistas ou dos comunistas e tratá-los como ciclo diabólico (o que de fato são), sem mencionar os mesmos atos dos capitalistas, dos ditadores militares latino-americanos, também é diabólico.
Pedro Virgílio, Serrinha, BA

Mostrando um desconhecimento sociológico gritante, Norma Braga restringe o pensamento esquerdista ao malfadado stalinismo de viés soviético. Não cita as variações existentes no universo esquerdista, como o trabalhismo, a social-democracia, o anarquismo, o socialismo democrático etc. Para ela, o mundo é dividido de forma dual. Ou se é fã do falido capitalismo laissez-faire, ou se cultua o ineficiente regime estatizante norte-coreano. No universo de Norma não há uma Dinamarca, que historicamente une o que há de melhor no capitalismo e no socialismo. Para piorar, os argumentos bíblicos são sofríveis, não merecendo sequer uma linha para refutá-los.
André de Oliveira, São Paulo, SP

O texto de Norma Braga chega a ser simplório. Como ela não aponta os crimes e investidas contra o projeto de Deus para a humanidade perpetrados pelos regimes de direita, pelos conservadores de sempre e pelo sistema capitalista, não dá para discutir um mínimo denominador comum sobre posições possíveis ao cristão no exercício de sua cidadania e de opções no quadro político-partidário. Da minha parte, tenho tranquilidade em dizer que, graças a Deus, sou de esquerda, sem pretender absolutizar minha posição. A rigor, cristãos de direita e de esquerda são chamados pelo Pai eterno a uma lealdade infinitamente superior e distinta daquela que podemos assumir em relação a partido, facção, ideário, afeição ou inclinação e mesmo a qualquer grupo. No céu não haverá tais distinções. Enquanto não chego lá, sendo brasileiro, latino-americano, afrodescendente e com o conhecimento e a trajetória de vida que tenho, digo com todas as letras: sou cristão, de tradição reformada e presbiteriana, e sou de esquerda. É simples assim.
André Martins, Sobradinho, DF

Adorei o artigo de Norma Braga. Que venham outros da lavra dela.
Eduardo Vaz, Nova Lima, MG

Norma Braga não soube expressar bem sua consciência cristã. A origem dos termos “direita” e “esquerda” remonta à Revolução Francesa, em que os do clero (Primeiro Estado) e os da nobreza (Segundo Estado) se sentavam à direita do rei e eram favoráveis a todas as decisões que eles mesmos tomavam. Os mais radicais, que normalmente eram contra as decisões, ficaram conhecidos como “os da esquerda”, pois se sentavam à esquerda do rei -- eram os membros do Terceiro Estado (e não eram do clero nem da nobreza). Assim, a esquerda geralmente implicava apoio a uma mudança social com o intuito de criar condições para uma sociedade mais igualitária, apoiando a república e a secularização do Estado. No Brasil, existe uma enorme parcela de nossos patrícios que, há quinhentos anos, vive à margem da sociedade. Porque, como em todo governo humano, “o sistema trabalha a favor daqueles que detêm o poder e a influência para mudá-lo” (Bell e Golden, em “Jesus Quer Salvar os Cristãos”).
Paulo da Anunciação, Maringá, PR

Se o artigo de Norma Braga fosse “Por que não sou de algumas esquerdas”, eu, honestamente, permaneceria calado. Como não foi o caso, acho difícil me segurar. Todas as vezes que o cristianismo falou com voz política, falou grosso, pela boca de reis, do clero e de governos que muitas vezes esmagaram os mais pobres. Da mesma forma, alguma possível esquizofrênica “esquerda única cristã” faria as mesmas ou piores atrocidades, com a mesma legitimidade, caso estivesse no poder. Ou seja, não há lado bom quando se mistura Estado e ideologia religiosa oficial. Por isso, também tenho minhas dúvidas sobre a esquerda -- mas ela dá um banho na direita.
André Soares, Niterói, RJ

Carta aberta
Obrigado pela coragem e ternura de Ultimato. Apoio integralmente a linha editorial da revista, sua política de distribuição e seu quadro de articulistas.
Osmar Ludovico, Lauro de Freitas, BA

Aprecio a visão de reino de Ultimato. Ela não se restringe a batistas, presbiterianos, metodistas ou qualquer outra denominação. É triste ver o tempo que a igreja perde com briguinhas por coisas pequenas. Se esse esforço fosse gasto para amar os não salvos, o cristianismo no Brasil seria mais verdadeiro.
Fernanda Siqueira, Belo Horizonte, MG

A propósito da Carta aberta (também franca e dolorida), digo apenas: prossigam! O preconceito é um veneno terrível. Mas o evangelho de Jesus Cristo vale a pena!
Antônio Carlos Santini, Belo Horizonte, MG

A Carta aberta está bem pontuada, transparente e participativa. Ministérios amplos e influenciadores, como o de Ultimato, serão sempre objetos de observação, participação, elogios e críticas. Há três coisas a fazermos em relação às críticas. Primeiro, não as jogarmos fora, pois mesmo aquelas feitas sem motivação cristã, ou impulsionadas pelo desejo do puro questionamento, podem conter alguma verdade útil a nosso respeito. Portanto, o Senhor pode transformá-las em sinais que guiam. Segundo, não dormirmos com a crítica. É necessário avaliá-la na presença de Deus, com coração aberto -- observar sua consistência, conversar com amigos a respeito e tomar atitudes necessárias. Porém, dormir com ela pode gerar uma ansiedade crônica no coração, que entristece e pode nos paralisar. Terceiro, não nos tornarmos críticos. As pessoas mais críticas que conheço foram muito criticadas no passado. Ataques com críticas não apenas abatem e destroem o alvo das mesmas, mas também têm o potencial de criar os neocríticos, que, a partir dos mecanismos de defesa sempre aguçados, vivem em guerra e não descansam em Deus.
Ronaldo Lidório, Manaus, AM

Totalmente desnecessária a Carta aberta. Não permitam que pessoas com boas ou más intenções atrapalhem a grande obra de vocês. Não percam o foco nem olhem para trás. Ultimato tem que ir em frente, do jeito que ela sempre foi: coerente, coerente e coerente. O Grande General de Ultimato é Cristo!
Wilson de Oliveira Jr., Recife, PE

Foi bom terem publicado a Carta aberta, mas não se preocupem com os críticos. A orientação que sempre dou é: ouça as críticas e veja se alguma coisa pega. Se não, esqueça-as; se pega em algo, procure corrigir e corrigir-se. Nos casos mencionados na Carta aberta, é evidente que, em geral, as críticas vêm de gente fanática, ou estreita, ou maldosa, ou invejosa, ou ignorante. Devemos dar graças a Deus quando recebemos críticas por sermos fiéis.
Odayr Olivetti, Águas da Prata, SP

Somos um rebanho (com ovelhas de todos os tipos) ou uma tropa, em que é proibido pensar além dos coronéis? Parabéns, Ultimato. Não se cale.
Daniela de Souza, Goiânia, GO

Assustei-me com a Carta aberta. É lamentável que as pessoas tenham o trabalho de atirar pedras a quem faz um trabalho sério e comprometido com o Senhor! Continuem firmes. Vocês são sérios. Se há erros, credite-se na conta da humanidade de cada um de nós, sujeitos a isso. Mas não desanimem. Vocês não apresentam uma revista espiritualizada, como se fôssemos extraterrestres, mas espiritual e dirigida ao mundo em que vivemos, à realidade de nossas comunidades, que nem sempre são os sonhos da igreja que Deus idealizou para nós. Os autores são corajosos e talvez isso assuste alguns leitores.
Nancy Dusilek, Rio de Janeiro, RJ

Minha sugestão é que Ultimato não dê importância às críticas. Que siga sendo o que é. Que publique o que acha que deve publicar, à luz da direção de Deus. Só peço que pare de mentir para si mesma e para todos nós, alegando ser um periódico cristocêntrico e reformado, já que ficou claro que nem uma nem outra afirmação é verdadeira. A revista adota uma teologia plural, não reformada, e abriga autores que não engrandecem a Jesus Cristo -- o que a impede de se caracterizar como cristocêntrica.
Alex Meimaridis, São João da Boa Vista, SP

Conheço a revista Ultimato desde o final da minha adolescência. Assino porque é uma revista de linha editorial equilibrada, não deprecia ninguém, é honesta nas avaliações e busca ser caridosa nas críticas. Porque é capaz de reconhecer que há conhecimento e ciência além das Escrituras, e que ciência e fé cristã não são inimigas nem adversárias, ainda que existam pontos focais de tensão. Porque não fica na mesmice e porque busca estimular respostas a novas questões, rever as antigas e reafirmá-las, se assim for considerado correto. Porque tem sido um dos recursos para minha santificação pessoal, desafio intelectual e elaboração de ideias. Há críticas irritantes, críticas pobres, críticas analfabetas e críticas razoáveis e sensatas. Estas últimas são úteis no conhecimento; as primeiras, para o exercício de uma santa paciência; as segundas, para o exercício da oração; as terceiras para o exercício da reflexão sobre como alfabetizar biblicamente quem não tem condições de o ser. Continuem buscando acertar, mesmo que errando. Continuem a buscar articulistas que sacudam visões envelhecidas e inúteis e nos apontem caminhos para um evangelho integral.
Eduardo Mundim, Belo Horizonte, MG

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