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Seções — Ação mais que social

A inquietante trajetória de Ron Sider

Por que ele incomoda tanta gente?
Tim Stafford

Ron Sider não parece ser o tipo de pessoa que incomodaria alguém. Calvo, baixa estatura, óculos de lentes grossas e um sorriso fácil, o professor seminarista tem um tom de voz baixo e tranquilo.

Sider é um profissional diversificado. Um historiador que ensina teologia, e que fala e escreve sobre política e economia. Seu currículo acadêmico é exemplar: é PhD em história da Reforma e tem artigos publicados em jornais prestigiados. Teologicamente, é um evangélico equilibrado, profundamente comprometido com a Bíblia, com uma comunicação entusiasmada do evangelho e uma fé pessoal transformadora. Politicamente, é quase um democrata -- exceto nas questões de homossexualidade e aborto.

Em geral, Sider não é um radical fervoroso. Ainda assim, seria difícil pensar em outro evangélico mais ferrenhamente criticado por ser “radical”.

Na realidade, Sider é criticado tanto pela Direita quanto pela Esquerda, principalmente quando sustenta posições evangélicas em encontros ecumênicos. “Já fui agredido duas vezes”, afirma, “na Austrália por teonomistas (que creem na aplicação das leis do Antigo Testamento nos dia de hoje), e em Minnesota, Estados Unidos, por advogados defensores da causa gay”. A maioria das críticas, no entanto, vem da Direita. David Chilton, um intelectual conservador, respondeu ao mais conhecido livro de Sider, “Cristãos Ricos em Tempo de Fome”, com o livro “Productive Christians in an Age of Guilt Manipulators” (Cristãos produtivos em uma era de manipuladores inescrupulosos).

Para cada nova edição do livro de Sider, Chilton lançou uma nova edição de sua crítica, chegando a ponto de reproduzir a capa de cada publicação para que a resposta parecesse uma réplica perfeita. Outro exemplo é o livro “A Generation That Knew Not Josef” (Uma geração que não conheceu Josef), de Lloyd Billingsley’s, que compara Sider aos americanos que ingenuamente promoveram o genocida Josef Stalin.

Sider incomoda até mesmo pessoas que não são particularmente conservadoras. A satírica revista cristã “The Wittenburg Door” chegou a acusá-lo de promover um farisaísmo legalista. Seus ataques, no entanto, não são à pessoa de Sider. Ele apresenta suas aspirações políticas e pessoais -- uma vida simples, por exemplo -- de forma bastante amistosa. “Eu vivo em uma bela casa” -- diz o sociólogo Tony Campolo. “Não tenho problemas em convidar Ron para jantar. Não acho que ele vai entrar, observar minha casa e dizer: ‘Campolo, como você pode viver desse jeito?’ Em vez de me sentir julgado por causa do lugar onde vivo, sempre me sinto fortalecido em saber para onde estou indo.

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