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Setembro de 2001 e setembro de 2008:

Exatamente sete anos depois do selvagem atentado terrorista que derrubou as torres gêmeas do World Trade Center, no dia 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos experimentam a mais grave crise econômica desde a Grande Depressão de 1929. Foram duas tremendas humilhações, separadas uma da outra por um curto espaço de tempo, tendo como palco o mesmo centro financeiro de Nova York.

No terceiro domingo de setembro de 2001, logo após o primeiro evento, o modesto pastor da Igreja da Times Square, em Manhattan, pregou a mensagem “As torres caíram -- mas não compreendemos o significado da mensagem!”. Lá pelas tantas, David Wilkerson, largamente conhecido por causa de seu ministério com jovens dependentes de drogas, disse: “Quando o Congresso pede um minuto de silêncio, acreditamos ser por arrependimento verdadeiro.

Quando vemos os políticos cantando “Deus salve a América”, achamos que nosso país retornou a Deus. Quando desportistas interrompem o jogo para fazer um minuto de silêncio, pensamos que é um exercício espiritual. Mas é só isso que vai sobrar da nossa recente tragédia?”.

No terceiro domingo de setembro de 2008, depois da falência do Lehman Brothers, o quarto maior banco do país, os americanos ouviram outro sermão. Desta vez não foi a voz de David Wilkerson, de Billy Graham ou de Rick Warren. O sermão estava no meio de uma enxurrada de palavras técnicas que justificavam a interferência do governo americano para deter a crise bancária. O sermão de apenas doze palavras foi transmitido pelas principais redes de televisão e pelo canal republicano Fox News. Quem o proferiu não foi outro senão Henry Paulson, o todo-poderoso secretário do tesouro: “É tempo de humildade, humildade para os Estados Unidos da América”.

As duas mensagens, a de Wilkerson e a de Paulson, têm forte embasamento bíblico e histórico. As Escrituras mencionam que o rei Nabucodonosor, que governou a Babilônia de 605 a 562 antes de Cristo, e o faraó Hofra, que governou o Egito de 588 a 569 antes de Cristo, depois de passarem por enormes humilhações, tornaram-se humildes diante de Deus. No caso de Hofra foram necessários 40 anos de seca, destruição e exílio para o Egito tornar-se “o mais humilde dos reinos” (Ez 29.1-16). No caso de Nabucodonosor, foi necessário que ele descesse do trono e passasse a imitar os bois, andando de quatro e comendo capim com eles por sete anos, graças a um colapso mental (zoantropia) que o acometeu (Dn 4.1-34).

O Antigo Testamento registra também a história do rei de Nínive, capital do Império da Assíria, que, por volta do século 8 antes de Cristo, acreditou na pregação do profeta Jonas e se humilhou diante de Deus. O texto diz que ele “se levantou do trono, tirou o manto real, vestiu-se de pano de saco e sentou-se sobre cinza” (Jn 3.6).

No final dos tempos, “todas as nações lembrarão de Deus, o Senhor, todos os povos da terra se voltarão para ele, e todas as raças o adorarão” (Sl 22.27, NTLH).

Este é o caminho pelo qual a grande nação americana, cujo império começou a cair, e todas as demais nações hoje ou amanhã poderosas, inclusive o Brasil, precisam seguir, por bem ou por mal, cedo ou tarde.

Por enquanto, o megainvestidor George Soros pode ter razão: “Estamos à beira do abismo, mas ainda não caímos nele”. É uma boa notícia e também uma boa oportunidade para o governo e o povo americano ouvirem o longo sermão do pastor da Times Square e o sermão curto do secretário do tesouro!

Talvez fosse bom levar também a sério a observação do nosso ex-presidente José Sarney: “O mundo só aprende levando surras colossais”.

Veja O pró-americanismo de ontem e o antiamericanismo de hoje.

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