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Seções — Cartas

Tirem o Crucificado da cruz
Tirar o Crucificado da cruz? Hipócritas, até quando vocês estarão cegos como a dona Justiça, com os olhos tampados para os excluídos, pobres, negros, marginalizados? Vocês não sabem que o Cristo, mesmo tendo ressuscitado, diariamente volta à cruz? Não na arte nem no peito de algum cristão, mas na pessoa dos pobres, dos favelados, do sem-teto, dos sem-plano-de-saúde. Por causa da passagem de Mateus 25.41-43, quando vejo alguém sendo injustiçado, com fome, com frio, descalço, sem direito à vida, vejo Jesus Cristo ainda crucificado. Há cristãos em abundância, mas quando eles viverão a mensagem da cruz?
José Lima de Oliveira Júnior
João Pessoa, PB

Recebemos na casa provincial dos padres oblatos em São Paulo a edição sobre a centralidade da ressurreição na vida dos cristãos (setembro/outubro 2008). Compreendo e concordo com as reflexões, preocupações, especialmente sobre a relevância que a ressurreição deve ter na vida das igrejas cristãs. Esse tem sido o tema debatido por muitos de nós, na igreja católica, sobre a liturgia da Semana Santa. Igrejas cheias na Sexta-Feira Santa e vazias no Domingo da Ressurreição. A catequese missionária não foi querigmática. A Quinta Conferência dos bispos em Aparecida propõe uma revisão de nossa metodologia na iniciação cristã. No entanto, acredito que a teologia da cruz ainda tem sentido, não como busca masoquista do sofrimento, mas como caminho que necessariamente leva ao Cristo: “Quem quiser me seguir, tome a sua cruz e siga-me”. Para uma leitura ecumênica da teologia da cruz, recomendo um livro de um grande amigo luterano, brasileiro, que mora em Chicago e que foi meu professor, Victor Westhelle: “O Deus Escandaloso: O uso e abuso da cruz” (Editora Sinodal, 2008).
Pe. Josenildo Ferreira, omi
São Paulo, SP

Muito oportuna a matéria de capa da edição de setembro/outubro, porque muitas pessoas ainda não retiraram o nosso Cristo da cruz. Uso um cordão com uma cruz vazada, e já me perguntaram onde está Jesus, uma vez que a cruz está vazia. Sempre respondo que o meu Cristo está vivo e a cruz é apenas o símbolo do seu sofrimento. Que todos possam entender isso.
Célia Maria Pontes
Teresópolis, RJ

José Francisco Schimitt
O padre José Francisco Schimitt é mestre em teologia, mas nunca foi professor do Colégio Marista São Luiz, em Jaraguá do Sul, como consta no artigo Nem tudo é sexta-feira (setembro/outubro 2008). Ele já morou naquela cidade, mas atualmente é vigário da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em São José dos Campos, SP. Também não é professor marista, e sim sacerdote da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, conhecidos como dehonianos.
Terêzia Dias, revista “Ir ao Povo”
São Paulo, SP

O sucesso de Edir Macedo e a pergunta que fica no ar
A edição de setembro/outubro trouxe onze manifestações dos leitores sobre a matéria de capa da edição de julho/agosto. A reação mais peçonhenta veio da leitora Márcia, que chama todos de ignorantes e invejosos. Quem escreve cartas precisa ter cuidado, pois pelas reações pode-se descobrir o espírito que reina no indivíduo. Na história do pentecostalismo, como lembra o pesquisador suíço Roger Liebi, nem sempre o que acontece é obra do Espírito Santo. Pode ser algo operado pelos falsos profetas que enganam a muitos, como profetizou o Senhor (Mt 7.21-23; 24.11).
Pr. Helmut Matschulat
Curitiba, PR

Usamos a reportagem O sucesso de Edir Macedo e a pergunta que fica no ar em aula aqui na Escola para Capacitação de Liderança Evangélica, cujo objetivo é preparar pregadores leigos para pregar e ensinar fielmente a Palavra de Deus.
Rev. Nelson Salviano
Belo Horizonte, MG

Não sou advogado de defesa da Igreja Universal do Reino de Deus, mas gostaria de ver uma edição de Ultimato mostrando o lado bom da igreja: os projetos sociais da Fazenda Canaã, o resgate dos perdidos e discriminados, as curas, os milagres, a restauração de casamentos etc. Muitas pessoas têm suas vidas transformadas, não pelo bispo Macedo, mas por darem ouvidos à voz do Espírito, que é o verdadeiro líder da nossa igreja. Sempre que recebo Ultimato, aqui na Penitenciária Central do Estado, onde estou detido desde 1997, percebo que há uma guerra declarada contra nós, gratuitamente. Basta ler o artigo do bispo Robinson Cavalcanti. Será que a igreja da qual ele faz parte não tem defeito? Basta ser um pouco informado e esclarecido para ver nos noticiários escândalos de várias denominações.
Rogério Dobrovolski
Piraguara, PR

-- Ultimato pretende ser imparcial e cuidadosa. Se na edição de julho/agosto abordamos o problema da Universal, nesta edição estamos abordando os problemas de nossas próprias denominações evangélicas (veja as Confissões). O maior milagre que precisa acontecer na igreja de Edir Macedo é a renúncia da desastrosa teologia da prosperidade; mas sem ela a IURD acaba. É oportuno citar John Stott: “Ou agradamos as pessoas dizendo o que elas querem ouvir ou dizemos a verdade que elas não querem ouvir. Ou somos infiéis e conquistamos popularidade, ou corremos o risco de nos tornarmos impopulares por causa de nossa fidelidade. Não é possível ser fiel e popular ao mesmo tempo” (A Bíblia Toda, O Ano Todo, p. 349).

Pseudo-pentecostais
Registro aqui a minha imensa satisfação ao ler o artigo Pseudo-pentecostais: nem evangélicos nem protestantes. É estimulante descobrir que uma voz de expressão no meio evangélico brasileiro pronuncia-se dizendo exatamente aquilo que eu tenho pensado: pentecostais (não neo) e históricos marcando suas posições e, de uma forma surpreendente, aproximando-se -- ouso dizer, completando-se --, enquanto os neopentecostais seguem seus (questionáveis) caminhos. E, humildemente, me coloco na posição de estadista do reino de Deus (mesmo sendo mulher!), buscando visão e coragem para fazer parte da consolidação dessa aproximação, que caminha para a união e, quiçá, alcançar a unidade!
Sandra Zaleschi
São Paulo, SP

Se o professor pode, eu também posso!
Hoje em dia, os homossexuais fazem paradas que mobilizam milhares deles e os chamados “simpatizantes”. Pelo visto, daqui a pouco seremos nós os heterossexuais que precisaremos fazer paradas.
Carlos Antônio Teixeira de Barros
Quixeramobim, CE

O mal cresce por omissão do bem. Portanto, Ultimato está de parabéns pelo brilhante artigo Se o professor pode, eu também posso!
Izabel Cristina de Melo Lima
Jandira, SP

Nós pastores lutaremos juntos para que o heterossexualismo não venha a ficar escondido no armário que abrigava o homossexualismo.
Pr. José Ribamar Rodrigues
São Luiz, MA

Afirmar que “o Brasil é do Senhor Jesus” não basta! Denunciar o pecado é uma das nossas tarefas, não podemos recuar!
Sílvio Gonçalves
Cambé, PR

Compreendo e apóio o ponto de vista do artigo Se o professor pode, eu também posso!, pois o Projeto de Lei 122/05, criado com o objetivo de garantir o respeito e acabar com o preconceito contra um determinado grupo social, pode vir a cercear a liberdade de opinião do grupo oposto, os heterossexuais. No entanto, aproveito a oportunidade para expor outro ponto de vista. Naturalmente, pastores e teólogos que escrevem sobre a condenação bíblica à prática homossexual têm segura atração sexual pelo sexo oposto. Eles precisam se empenhar também em produzir textos que tragam alguma esperança para os cristãos com atração homossexual. Não me refiro àquela esperança comercial vendida atualmente no horário nobre da televisão aberta, que promete cura imediata por meio de uma “oração forte” etc. Esses lobos não me enganam mais. O fato é que cansei de orar para que eu sinta paixão natural por mulheres. Não foi por falta de modelo que eu não desenvolvi atração heterossexual, pois sou crente desde o berço e sempre estive rodeado de famílias estruturadas segundo a Bíblia. E muito menos por safadeza ou falta de vergonha na cara que sinto desejo por homens. Só alguém que passa por isso sabe o quanto gostaria de ser convencional. Agora, que auxílio a igreja oferece aos cristãos homossexuais enrustidos? Se a sociedade de modo geral ainda é preconceituosa em relação ao grupo GLBT -- o que pretende-se combater com o referido projeto de lei -- a igreja (de Cristo?) é muito pior. Para esse tipo de pecador parece que não há perdão e restauração em Cristo. Peço-lhes que amenizem a minha dor e a de muitos outros fiéis de orientação homossexual, tendo cuidado ao escrever.
R.

O verdadeiro amigo do Noivo
Por considerá-la imparcial, sempre gostei muito de Ultimato. Mas, ao ler O verdadeiro amigo do Noivo faz propaganda do Noivo e não de si mesmo, me decepcionei. Os títulos que o pastor Rick Warren tem são merecidos, sim! O que tem de mudar é essa pseudo-humildade da igreja brasileira, herança da igreja católica. Vocês deveriam ter usado o espaço daquele artigo para ensinar os leitores a viverem em excelência e mudar esta mentalidade fatalista e pobre, não para jogar pedras em quem é muito melhor que vocês. Saibam que vocês estão perdendo muitas vendas. Vivam em excelência, meus irmãos!
Rachel Alvarenga Rosa Franco
Guaranésia, MG

Em minha opinião, os pastores multimídia, fenômenos de público e renda, a partir da década de 70, realmente fizeram escola em nosso país. Quando vejo que o interesse desses homens é promover-se e aos ministérios que pretensamente alcançam o mundo, não vejo cumprimento do “ide” de Jesus, mas marketing, venda de imagem, marcas e produtos. Rick Warren desataria as correias das alparcas de Jesus? Espero que sim. Porque João Batista, se dependesse da imagem e das “realizações”, morreria de fome, antes de perder a cabeça.
Edmar Xavier de Souza
Rio de Janeiro, RJ

Jesus controla o tamanho do rebanho
Jesus disse a Pedro que pastoreasse seu rebanho, não que o aumentasse. A diferença entre uma coisa e outra é grande. Jesus explica que o seu rebanho se limitava àqueles que o Pai lhe dava (Jo 17.6). Nem Jesus controlava o tamanho do rebanho. Finalmente, lembro que, quando Davi fez um censo do povo de Israel, a nação foi acometida por uma peste que dizimou sua população. Os números pertencem a Deus, não aos homens. Devo dizer que sou ovelha, e não pastor.
Thomas Peter Mathias Hahn
Cotia, SP

A pregação que não inclui arrependimento tem atraído muito mais adeptos do que a outra. Porém é esta outra, e não aquela, que tem produzido cristãos fortes em vez de obesos; talvez não em grande número, porém com boa qualidade. É isso que interessa. Só o verdadeiro arrependimento pode gerar em nós uma igreja genuína e poderosa.
Samuel Nicolau dos Santos
São José dos Campos, SP

Verdade “versus” alucinação
Concordo plenamente com a indignação manifestada por Ricardo Gondim no artigo Verdade versus alucinação. Aos 45 anos, tendo nascido e sido criado em lar cristão, evangélico e pentecostal, vi com o passar dos anos a igreja de Cristo tomar rumos inimagináveis vinte anos atrás. A fé deixou de ser acompanhada de obediência e submissão ao Soberano Senhor para tornar-se arma de manipulação da divindade, como se Deus fosse passível de tal. Ao ver a megalomania crescente na cristandade destituída de pastores sábios e cheios do Espírito, sendo massa de manobra dos alucinados, me pergunto se a loucura da pregação do evangelho não retrocedeu às falsas aspirações da pseudo-ciência, quando o povo de Deus, tendo começado no Espírito, termina na carne, assimilando fábulas, trocando ouro por latão, adoração por cartazes e fervor por fanatismo. Neste tempo é necessário que mais vozes se levantem para resgatar a pureza do evangelho e a santidade de Cristo. Parabéns a Ultimato, sempre clamando no deserto contra a corrupção da natureza humana.
Pr. Paulo Elias Menezes
São Carlos, SP

Odor ecumênico
Qualquer um com o mínimo de bom senso perceberá, com uma leitura mais atenta, o forte odor ecumênico que flui das páginas de Ultimato, ora ricas, ora espiritual e pateticamente pobres.
César Magno
São Luís, MA

A nossa pobre comunidade monástica agradece o envio de Ultimato, que por nós é lida e trabalhada. Ela é maravilhosa!
Pe. Inácio José do Vale
Volta Redonda, RJ

Agradeço pela base teológica da revista, o que leva as pessoas a terem uma vida cristã de acordo com o tempo em que vivemos. Como católico e padre, sempre me interesso por todas as pessoas, pois Jesus veio a este mundo para salvar a todos os homens. Embora do ponto de vista doutrinário tenhamos algumas divergências, acima de tudo está a Palavra de Deus, que nos une a todos. Estamos unidos no essencial, pois devemos buscar em primeiro lugar o reino de Deus, e o resto nos será dado por acréscimo.
Pe. Antônio Gualberto Monteiro
Santana dos Montes, MG

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