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Seções — Quadro de avisos

A respeito da sabedoria

1.
Dois autores bíblicos elevam o valor da sabedoria. Embora tenham vivido em épocas e circunstâncias distintas, um diz quase a mesma coisa que o outro. Jó insiste que a sabedoria “não pode ser comprada nem com o ouro puro de ofir, nem com o precioso ônix, nem com safiras” (Jó 28.16). Salomão lembra que “a sabedoria é mais proveitosa do que a prata e rende mais do que ouro” e “nada do que você possa desejar se compara a ela” (Pv 3.14-15; 8.10; 16.16).

2.
Por conhecer sua inexperiência e suas limitações, e também por conhecer o valor da sabedoria, Salomão, o jovem que acabara de subir ao trono de Israel, valeu-se da generosidade de Deus para pedir-lhe sabedoria para governar a nação. Para ele, sabedoria era muito mais importante do que longevidade, riquezas e vitórias bélicas. Em resposta à oração, o herdeiro de Davi tornou-se mais sábio que todos os outros sábios de sua época (1Rs 2.6-15; 4.29-34).

3.
Bem-aventurados são aqueles que têm fome e sede de sabedoria. A eles se dirige Tiago com a maior clareza possível: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tg 1.5). A sabedoria deve ser solicitada com precisão, com coragem, com fé e com motivação santa. Trata-se de uma aquisição que enriquece mais que qualquer outro bem.

4.
A sabedoria de que falam os três livros sapienciais da Bíblia -- Jó, Provérbios e Eclesiastes -- não é de forma alguma a mesma de que fala a cultura secular. O apóstolo Paulo é quem mais discorre sobre a diferença entre uma e outra. Ele distingue a sabedoria vinda de Deus daquela simplesmente humana (1Co 1.17, 25; 2.5, 13), também chamada “sabedoria dos poderosos desta era” (1Co 2.6) e “sabedoria deste mundo” (1Co 1.20). Esta sabedoria não é a “sabedoria de Deus” (1Co 2.7).

5.
Tiago também mostra a diferença entre a sabedoria de Deus e a humana. Ele usa palavras mais chocantes que as de Paulo. Existe a sabedoria que não vem dos céus, mas é terrena, a sabedoria que não é espiritual, mas demoníaca. Existe também a outra sabedoria, a verdadeira, aquela que vem do alto e se caracteriza por ser “pura, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera” (Tg 3.15-18).

6.
A sabedoria não-terrena, não-humana, não-mundana, não-secularizada, não-demoníaca e não-enganosa -- é aquela que leva a pessoa a se humilhar diante de Deus em reverência e adoração, com a firme disposição de seguir os seus caminhos. Vários versículos resumem tudo numa única declaração: “No temor do Senhor está a sabedoria, e evitar o mal é ter entendimento” (Jó 28.28; Sl 111.10; Pv 1.7, 9.10). A sabedoria do alto não é especulativa, mas prática!

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