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Seções — Ação mais que social

Vamos abrir espaços à igreja jovem

Há pouco mais de um ano o pastor Ronaldo Lidório, em visita à Editora Ultimato, compartilhou com a nossa equipe que ele recebia dezenas de e-mails por mês de jovens interessados em fazer missões, o que o angustiava, pois para ele “a igreja tem sido lenta” na integração dessa poderosa força em sua prática cotidiana e missionária. Recentes pesquisas (Polis, IBASE, UNESCO) fazem eco à constatação deste missionário que já não é tão jovem (41 anos), mas que inciou sua vida missionária aos 26. Elas mostram que é nas organizações religiosas onde acontece de forma mais intensa a participação de jovens.

Sangue novo, novos espaços ocupados
Este sangue novo é fonte de ousadia, de criatividade, de visão e alcance na prática da missão. Alexandre Brasil, até maio de 2008 membro do CONJUVE — Conselho Nacional de Juventude, declara: “Se muitas vezes afirmou-se que os evangélicos chegaram atrasados em relação à participação em questões mais amplas da sociedade, no que se refere à participação da juventude nas políticas públicas temos um quadro mais animador”. 

Em abril de 2008, mais de 2 mil jovens estiveram reunidos na 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude para discutir estratégias e ênfases relacionadas às políticas públicas de juventude, em encontro liderado pelo CONJUVE, que tem representantes de três organizações que atuam com jovens evangélicos: ABUB — Aliança Bíblica Universitária do Brasil; JOCUM — Jovens com Uma Missão e Rede FALE. A abeuense Sarah Nigri comenta sua experiência: “Tenho aprendido a reclamar menos e a pensar mais em soluções para os problemas que enfrentamos, e a enxergar, mesmo naqueles que não são cristãos, o reflexo da imagem do nosso Deus!”

Missão de Base
Eles têm entre 24 e 31 anos. São sete casais comprometidos com o evangelho do reino, congregando em diferentes igrejas locais. Estranhavam que a maior parte dos “chamados” fosse das áreas de saúde, educação ou teologia. Eles são de áreas distintas: direito, publicidade, jornalismo, design gráfico, tecnologia da informação. Um deles tem formação em serviço social. 

Há dois anos organizaram a Missão Base (www.base.org.br), que tem o objetivo de servir às agências missionárias nas áreas de banco de dados, divulgação, identificação e suporte a voluntários, divulgação de oportunidades de envolvimento com missões nas igrejas. Já prestaram serviços para Missão Evangélica aos Pescadores (MEAP), MEVA, Pioneiros e Refúgio. Todo o trabalho feito para as missões é gratuito! 

Eles acreditam que estão fazendo missões. E estão certos! Além do importante serviço que prestam em áreas freqüentemente negligenciadas por agências missionárias, eles são exemplo de resgate das profissões e vocações a serviço do reino.

Entrando no céu com Watoto
Jônatas Almeida, formando em administração/comércio exterior pelo Instituto Mackenzie, está fazendo sua monografia na área de fair trade (comércio justo). Seu desejo é preparar-se para servir a Deus em algum país africano. No final de março ele se emocionou com a apresentação do Coral Watoto, na Igreja Evangélica de Vila Yara. “Watoto” em português significa “crianças”. Além do coral, formado por crianças órfãs (principalmente por causa da aids), o grupo mantém um projeto que ampara crianças em Uganda. 

Jônatas declara: “Meus olhos se encheram de lágrimas pela alegria com que cantaram sobre Deus. Até me imaginei entrando no céu, cantando com eles...”. Desde o terceiro ano da faculdade ele tem dedicado quase todas as suas noites de sexta-feira a se aproximar, conversar e ajudar moradores de rua na cidade de São Paulo. 

Vamos abrir cada vez mais as portas a este sangue novo!


Leia em Exclusivo Online
Entrando no céu com Watoto, por Jônatas Almeida

Opinião do leitor

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