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Especial — A virgem coríntia

A virgem coríntia

A igreja de Corinto, organizada por Paulo no final de sua segunda viagem missionária (At 18.1-18), por volta do ano 51 d.C., foi a mais trabalhosa e complicada de todas. O apóstolo gastou muita tinta e muito papel com essa igreja. Ele teria escrito pelo menos quatro cartas aos coríntios, das quais duas se perderam. Mesmo assim, a Primeira Carta aos Coríntios (16 capítulos) e a Segunda (13 capítulos), juntas, são mais volumosas do que as seis cartas seguintes, de Gálatas a Tessalonicenses (28 capítulos ao todo). 

Embora realmente convertidos (1 Co 6.9-11), os cristãos daquela cidade viviam no meio de uma sociedade que não reconhecia nenhuma lei, senão a lei do desejo carnal. Eles não avançaram nada depois da conversão. Não eram espirituais nem adultos em Cristo. Tomavam leite, e não alimento sólido. Agiam como mundanos e não como cristãos. Entre eles havia uma quantidade enorme de vícios: ambição, animosidade, arrogância, brigas, calúnias, ciúmes, contendas, desarmonia, divisões, egoísmo, explosão de ira, falatórios, insultos, inveja, litígio, maledicências, murmurações, ódio, paixões, rivalidades, violência etc. (1 Co 3.3; 2 Co 12.20). A igreja era dividida em grupos ou partidos, à frente dos quais colocavam pessoas de peso que nada tinham a ver com as divisões: “Eu sou de Paulo”, “Eu sou de Cefas”, “Eu sou de Apolo” e “Eu sou de Cristo” (1 Co 1.12; 3.4). 

No que diz respeito à sexualidade, alguns deles ainda procuravam prostitutas e praticavam outras imoralidades sexuais e libertinagens (1 Co 6.12-20; 2 Co 12.21). Um dos membros da igreja chegou a cometer um grande escândalo sexual, fez uma coisa “que nem mesmo os pagãos [os não-convertidos] seriam capazes de praticar”, isto é, ele teve a ousadia de ter relações com a madrasta dele! (1 Co 5.1, NTLH). 

A prevalência do erro era impressionante. Os coríntios tinham aquelas características carnais quando Paulo esteve pessoalmente com eles e quando lhes escreveu a Primeira Carta (1 Co 3.1-5). E, na Segunda Carta, o apóstolo morria de medo de, em outra viagem a Corinto, encontrá-los do mesmo jeito! (2 Co 12.20-21.) 

Depois de todas essas considerações, chega-se à conclusão de que os cristãos de Corinto eram péssimos e indignos hospedeiros do Espírito Santo (1 Co 6.19). Aquela igreja estava longe de ser a desejada virgem intacta!

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