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Angola — 2,5 milhões de dólares para localizar e destruir minas terrestres

Seria doente da cabeça o indivíduo que gasta muito tempo, muito trabalho e muito dinheiro para construir o seu patrimônio e, depois, gasta algum tempo, algum trabalho e algum dinheiro para destruir tudo o que fez, e, em seguida, gasta outro tempão, outra trabalheira e outra dinheirama para reconstruir tudo o que havia construído? Não convém colocar essa pessoa numa clínica de saúde mental, porque é exatamente isso que todos temos feito como nações em toda a nossa história. 

Na dolorosa guerra civil americana (1861-1865), além das mortes (600 mil) e dos prejuízos financeiros (mais de 15 bilhões de dólares), várias cidades e povoados sulistas foram destruídos. Na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), várias cidades da Europa (Berlim, Budapeste, Dresden, Frankfurt, Hamburgo, Leningrado, Londres, Milão, Munique, Roterdã, Stuttgart e Varsóvia) e da Ásia (Hiroshima, Manila, Nagóia, Nanquim e Tóquio) foram simplesmente devastadas. Esta guerra provocou a morte de no mínimo 40 milhões de civis e militares e custou mais de 1 trilhão e 154 bilhões de dólares. 

Por ocasião da guerra civil angolana (1976-1991), o dois lados do conflito enterraram milhões de minas terrestres, antipessoais e antitanques, em todas as províncias do país. Embora a guerra tenha acabado há quinze anos, até hoje o governo gasta dinheiro para localizar e destruir essas estranhas armas de guerra. 

Angola é exatamente do mesmo tamanho do Estado do Pará. Ambos têm uma área de 1 milhão e 246 mil quilômetros quadrados. Enquanto no Pará não há nem uma mina terrestre, 75% do território angolano são áreas permanentemente ameaçadas pela existência desses engenhos explosivos, apesar da continuada desminação do país (5.128 minas foram destruídas em 2005). O problema afeta cerca de 2,2 milhões de habitantes (20% da população). Para poupar a integridade física de crianças e adultos, principalmente na zona rural, foram realizadas 9.389 oficinas de conscientização sobre riscos de minas em 2005, abrangendo 440.334 pessoas, das quais 140.077 eram crianças. Em 2006, o governo disponibilizou cerca de 2,5 milhões de dólares para a Comissão Nacional Intersetorial de Desminagem e Assistência Humanitária, cujo presidente é o general Santana André Pitra. 

Todo esse demorado esforço reconstrutor tornou-se necessário para reparar o esforço destruidor anterior, que, por sua vez, jogou fora os anos da demorada construção do país. 

Assim somos nós, doentes mentais! Dizendo-nos civilizados, evoluídos, sábios, educados e poderosos, tornamo-nos loucos. Tudo porque rejeitamos a revelação de Deus e não o glorificamos como Deus (Rm 1.18-23).

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