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Seções — Cartas

A morte está morta
Sobre o belo texto A ressurreição do corpo (“Capa”, janeiro/fevereiro), gostaria de acrescentar que a ressurreição é também a plenitude da bênção. Não há bênção maior e mais duradoura que a ressurreição final. Foi assim com Jesus e será conosco também, é só aguardar.
Antonio Porto
Itapetininga, SP

Parabéns pelas profundas reflexões sobre a importantíssima doutrina da ressurreição. Nós pastores temos a tendência de pregar em velórios da perspectiva filosófica da imortalidade da alma, em vez de falar da ressurreição do corpo. Acompanho a “quase quarentona” desde 1968! Vezes sem conta, Ultimato me abriu janelas para estudos e sermões!
Dewel Lomônaco Braga
Itajubá, MG

Bráulia Ribeiro
Poucos seriam tão ousados quanto Bráulia em Lamento sobre a soberania islâmica do macho evangélico (“Da linha de frente”, janeiro/fevereiro). Este artigo é um clamor arrancado da goela por anos de agonia e vivência indiferente quanto ao sexo feminino. Seu grito deveria se ampliar, pois não é só seu; é de milhares de mulheres que ainda vivem em uma sociedade “evangelicamente islâmica”. Obrigada, Bráulia, por ser a nossa princesa Isabel, que tenta abolir a escravatura da mulher em um país “democraticamente macho-ditador”.
Lucimara Magalhães
São Bernardo do campo, SP

Quero parabenizar a Bráulia pela habilidade e sensibilidade de colocar em palavras o que vai no coração de todas nós. O texto me foi encaminhado por um obreiro “não tão macho”. Graças a Deus ele tem aprendido que somos iguais diante do Pai.
Rosimar Ferraz
Resende, RJ

É bom ver que existem mulheres que não se sentem menores do que os homens porque, afinal, independente do gênero, somos todos humanos e, assim, sujeitos aos mesmos fracassos e sucessos. Parabéns, Bráulia.
Marlon Aguiar
Santa Rita do Sapucaí

É inegável a habilidade de Bráulia com as palavras, mas sempre há certa distância entre a realidade e as letras. O lamento procede e ela precisa aprender a lidar com isso, quando tira a roupa para se contextualizar com a cultura dos índios, mas encontra dificuldade para se submeter à sua própria cultura. O artigo será válido se ouvirmos o que seu esposo tem a dizer sobre a nova fase liberada... se a vida ministerial dele ficou (ou não) mais produtiva, se lhe trouxe alívio o compartilhar das responsabilidades (antes exclusivas dele) e se ele tem a paz do espírito. De outra forma, de nada serve ao reino o desfraldar da bandeira do feminismo islâmico evangélico, numa tentativa medíocre de criar polêmica, pois para aqueles (homens e mulheres) que têm a vida centrada em Cristo essa inferiorização da mulher inexiste.
Iraci A. Bonfim

Adultério duplo
O adultério é tema recorrente no mundo contemporâneo e pouco relevante fora do ambiente cristão. Num período de relativização de tudo, até do pecado, é importante ver Ultimato pondo o dedo na figura, nominando pecado de pecado. Precisamos ser confrontados e lembrados que o nosso pecado não é apenas contra Deus; sempre há mais alguém envolvido. A revista continua exercendo seu papel profético, denunciando os pecados e mazelas.
Sergio Prates Lima
Rio de Janeiro, RJ

É interessante a pergunta da leitora Noili Drehmer (“Cartas”, janeiro/fevereiro) referente ao pecado de Davi em relação às outras esposas. A diferença é que as outras eram, conforme a cultura judaica da época, esposas legítimas. O pecado de Davi depois da cobiça foi tomar uma mulher que já tinha marido. Mesmo não sendo o ideal, Deus, sendo Deus sobre todas as culturas, não condena a poligamia. Pode-se dizer que ele a tolera. Em Deuteronômio 21.15-17, estão incluídos na Lei os direitos de uma possível segunda esposa. Que isso não seja o ideal está mais que evidente em 1 Timóteo 3 e Tito 1, quando Paulo ensina que os líderes devem ter uma única mulher. Presume-se que nessas igrejas havia homens convertidos com mais de uma esposa, e que eram todos membros da igreja. Outro aspecto interessante é que grande parte dos evangélicos de hoje ficam escandalizados com a poligamia, que Deus tolera (como elemento cultural), e aceitam o divórcio, que ele odeia (Ml 2.16).
Glen Bacon
Pedro Afonso, TO

Ricardo Gondim
O artigo do Ricardo Gondim O desespero de ter de agradar (“Reflexão”, janeiro/fevereiro) foi um bálsamo para minha alma.
Edna Alves
Viçosa, MG

Vivemos uma espiritualidade que não percebe o crente como ser humano, antes o aliena de sua humanidade e o coloca como um ser “espiritual” isento de lutas e adversidades. Deus tenha misericórdia de nós! Parabéns ao Ricardo Gondim pela exposição do pensamento de forma tão objetiva. Oxalá a liderança brasileira acorde para essa realidade o quanto antes.
Daniel Fernandes da Silva
Belo Horizonte, MG

Ultimato — quase quarentona
A propósito da matéria Ultimato — quase quarentona (“Especial”, janeiro/fevereiro), gostaria de dizer que vocês estão de parabéns pelo ministério que exercem no Brasil. Deus tem sido honrado e glorificado nas páginas de cada edição de Ultimato nestes quase quarenta anos. Recentemente o time foi reforçado com a presença do Ricardo Barbosa. Lamentável, no entanto, a perda do nosso querido anglo-brasileiro Paul Freston, com suas inesquecíveis análises políticas. A revista ocupa no Brasil a mesma posição estratégica que tem para o mundo cristão internacional a revista Christianity Today. Tem sido um dos poucos espaços de juízo (no bom sentido do termo), equilíbrio e bom senso em um país de tantas maluquices e aloprações na esfera evangélica.
Josadac Bezerrra dos Santos
Recife, PE

A “quase quarentona” já faz parte da vida deste quarentão desde 1984, quando era seminarista e mantinha com os colegas uma assinatura coletiva. Sempre que a “quase quarentona” bate à porta, o quarentão deixa tudo de lado para saborear seu conteúdo.
Pastor Adenival Aquino
Betim, MG

Ultimato chegou-me às mãos quando minha alma ansiava por novos horizontes na vivência e compreensão da fé. No começo fiquei encantada com a revista. Depois apaixonei-me por ela e hoje posso assumir: estou viciada na leitura de Ultimato. É uma revista educativa, inovadora, fiel à sã doutrina. Também compro livros da Editora Ultimato e converso com os seus autores por e-mail. Lamento ter conhecido há tão pouco tempo essa quase quarentona.
Neli Silva
Caruaru, PE

Há vinte e cinco anos converti-me e conheci Ultimato. Em tempo de tantos desequilíbrios, perversão da graça e conseqüentes patologias espirituais e — por que não dizer? — escândalos, em que o nome de Deus é blasfemado e o evangelho é mercadejado, é privilégio tê-los tão dignos da vocação a que foram chamados.
Maria Tereza Luchesi
Brasília, DF

Como padre católico casado, recebo regularmente a revista Ultimato, que não só leio integralmente, como repasso a outras pessoas.
Félix Batista Filho
Recife, PE

Quando recebo Ultimato, leio-a num só fôlego. Tem sido de inspiração no preparo de sermões e palestras, e ao longo de 14 anos como diretor do Seminário Teológico Batista do Estado de São Paulo ela me foi muito útil.
Pr. Nelson Nunes de Lima
Bauru, SP

Não sou sectário da ideologia de Ultimato. Todavia sou seu leitor assíduo e não deixo escapar uma linha sem ler. Quem já escreveu sete volumes sobre a história do cristianismo por certo deve possuir uma visão tão ampla sobre esta ideologia cristã que não se acomoda com facções outras. Mesmo assim, ao ler a edição de janeiro/fevereiro fiquei comovido ao saber como trabalham. Ao menos com vocês parece não haver segredos de maçonaria ou de conclave papal. Bravo! Vocês são um modelo de união. Terão aprendido das formiguinhas, ou das laboriosas abelhas, como se trabalha em equipe e para a comunidade? Por favor, não me convertam ao papa.
Leonildo Boff
Lages, SC

Ecumenismo
Ultimato é edificante e, acima de tudo, uma voz profética no meio de muita “heresiologia”. Vocês dão nome ao pecado em vez de ficar enrolando, como muitos fazem. Vou trabalhar sempre para aumentar o meu número de assinaturas coletivas para que mais pessoas possam desfrutar desta bênção! Só há um ponto em que não concordo: às vezes vocês extrapolam o limite do ecumenismo.
Jimmy Wagner Galvão Mendes
Catolé do Rocha, PB

Quando a vida começa?
Fiquei feliz ao ler "A vida tem início no momento do encontro do espermatozóide com o óvulo" (“Notícias”, novembro/dezembro). Esta é a minha convicção como cristã. Porém, nenhum comentário sobre o assunto aparece no texto. Há tempos tenho questionado, como advogada, quando a vida começa. A partir de que momento o embrião/feto deve ser protegido? Há correntes que dizem que a vida começa aos três meses de gestação, quando se forma o sistema nervoso. O que médicos, advogados e outros profissionais cristãos dizem a respeito?
Noili Drehmer
São Miguel do Oeste, SC

Ultimatoonline
Em referência ao artigo O velho e o novo, na seção “Exclusivo on-line”, os autores foram, no mínimo, preconceituosos. Também demonstram estarem desconectados com o que o Senhor da Igreja está fazendo no meio e por meio do povo que realmente é apaixonado e fiel a ele. É certo que estamos vivendo um tempo de superficialidade “gospel”, manifestada em eventos, shows, marchas etc., mas generalizar é sempre um perigo.
Francisco José Defante
Rio de Janeiro, RJ

Presente de Natal
Há muitos anos, desde que era pároco em Jaguaretama, CE, recebo Ultimato. Admiro muito a linha editorial e muitos artigos me edificaram e auxiliaram no ministério presbiteral. Depois, aqui em Aracati, cheguei a receber alguns números, mas houve uma interrupção. Agora, chegando ao meu escritório certo dia, eis que me deparo com a revista em minha mesa. Um verdadeiro presente de Natal!
Pe. Monte Alverne
Igreja Católica Romana
Aracati, CE

Cristo Redentor
Sou missionário em um país muito fechado do Norte da África. Ao ler o artigo falando da forte oposição dos evangélicos na época da construção da estátua do Cristo Redentor, não pude deixar de me lembrar de um amigo que trabalha como evangelista (subterrâneo) aqui. Quando, pela primeira vez, lhe falei que era do Rio, ele disse: “Ah, você é daquela cidade que tem uma estátua bem grande de Cristo? Infelizmente, no meu país não podemos nem carregar uma cruz pendurada no pescoço, quanto mais ter uma estátua como aquela”.
Heitor Fernandes
 

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