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Seções — Pastorais

Campeões da infelicidade

As pessoas mais infelizes do mundo não são necessariamente as que não têm o que comer, o que vestir e onde morar. Nem as que perderam todos os seus bens de uma hora para outra, as que perderam seus entes queridos para sempre, as que perderam braços ou pernas em algum acidente nem as que perderam definitivamente a saúde estão à espera da morte. 

As pessoas mais infelizes do mundo são as que não crêem completamente. O vaticínio é do apóstolo Paulo. Ele diz que “se a nossa esperança em Cristo só vale para esta vida, nós somos as pessoas mais infelizes deste mundo” (1 Co 15.19, NTLH). Outras versões dizem que somos os mais dignos de compaixão, de pena e de lágrima. Ou, então, os mais miseráveis. Se o fato de sermos cristãos só tem valor para nós nesta vida, não vale a pena acreditar, não vale a pena crer, não vale a pena renunciar os prazeres do tempo presente. A pequena fé, a fé incompleta, a fé que não atravessa a barreira da morte, é um engano. 

Os campeões da infelicidade são os que não acreditam nem na ressurreição de Cristo nem na sua própria ressurreição. Para eles, bem ou mal, a vida acaba aqui e pronto. Não há explicação nem salvação para os males deste mundo. Não há esperança para depois desta vida. A morte será sempre campeã invicta, as lágrimas nunca serão enxugadas, o corpo nunca voltará à vida, nunca haverá novos céus nem nova terra. 

Todas essas esperanças são infantis, tolas e inúteis. Enchem um enorme baú em cuja tampa escreveu-se: “Ópio do povo”. 

Porque não acreditam na ressurreição de Cristo também não acreditam na ressurreição dos mortos. Porque não acreditam na ressurreição de Cristo nem na ressurreição do mortos, os campeões da infelicidade não acreditam em nada. O quadro é horrível, trágico, porque sem a ressurreição de Cristo tudo desmorona. Então, os que ainda vivem permanecem em seus pecados e continuam sobrecarregados, sob o peso da mão do Senhor, da culpa, da condenação, e a caminho da eterna separação de Deus. 

Os que morreram estão perdidos por completo e para sempre, pereceram de vez, sem possibilidade de retrocesso nem retorno (1 Co 15.17-18). 

A ressurreição de Jesus é a realidade central, o alicerce histórico do cristianismo. Sem ela, ele seria apenas um notável pregador, um notável mestre da religião, um notável benfeitor, um notável libertador dos oprimidos. Não seria diferente de muitos outros notáveis. O que torna Jesus especialmente diferente e único é a sua ressurreição e a continuidade de sua obra salvífica. Enquanto os sacerdotes eram impedidos de continuar em seu ofício por causa da morte, “Jesus tem um sacerdócio permanente”, visto que se levantou do túmulo e vive para sempre (Hb 7.23-25). Os que ainda não conseguem crer na ressurreição do Senhor, ainda são, de fato, campeões da infelicidade. Todavia, assim como Tomé, os incrédulos de hoje, quase sempre soberbos, poderão vir a crer e se aproximar do Ressuscitado (Jo 20.24-29).

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