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Seções — Carta ao leitor

Informações confiáveis e conciliatórias sobre a vida carcerária

O ouvidor da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, Pedro Armando Egydio de Carvalho, foi muito feliz quando fez a seguinte declaração: “Ao se chamar a sociedade para dentro do presídio, visualizando o que antes era invisível, as pessoas vão perdendo o preconceito de que estão diante de alguém irrecuperável”. 

O pronunciamento do ouvidor aproxima-se bastante da exortação evangélica: “Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles” (Hb 13.3).
Mais contundente ainda é a palavra que Jesus Cristo vai pronunciar no grande julgamento: “Estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram” (Mt 25.43). Na verdade, Jesus foi preso no Getsêmani e condenado imediatamente à morte, sem permanecer sequer uma hora no cárcere. Ao pronunciar as palavras acima, o Senhor está tomando sobre si a situação dos encarcerados inocentes ou não e levando em consideração o trato dispensado pelos verdadeiros seguidores de Jesus aos famintos, aos estrangeiros, aos sem roupa nem agasalho, aos doentes e aos presos. 

Precisamos entrar nos presídios para amar os que não amam, para tentar sentir na pele o que eles sentem, para trazer para fora das grades os que são inocentes e cometeram delitos menores do que os nossos, para separar a justiça da vingança, para proclamar com firmeza e paixão a graça de Deus e para fortalecer entre os encarcerados a esperança da recuperação, da ressocialização, da justificação pela fé e da salvação eterna. 

Essa visita não precisa ser necessariamente física. Pode ser realizada através de informações confiáveis e conciliatórias. E é isso que esta edição de Ultimato pretende possibilitar. Dê uma olhada nas seções “Mais do que notícias”, “No ventre da dor” e “História”. Não deixe de ler os textos Celso Bueno de Godoy Júnior — o criminoso que “soltou o cabo da nau” e foi posto em liberdade nove meses antes da chacina do Carandiru, Vida carcerária — uma radiografia dos presos crentes e o seu dia-a-dia nos presídios e Onésimos brasileiros — talvez haja mais conversões nos presídios do que nas universidades

Lembre-se: para que os encarcerados saiam recuperados das prisões, nós precisamos entrar nelas para fazer alguma coisa!
E. César

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